O apoio das autoridades às favelas brasileiras, áreas de maior risco à pandemia, foi praticamente nula. A Bloomberg reporta a reação do governo indiano para suportar Dharavi, uma das maiores favelas do mundo, que possui cerca de 1 milhão de habitantes: 🧵👇bloomberg.com/news/articles/…
Desde abril, apenas em Dharavi, autoridades já bateram nas portas de 47,500 casas, examinaram mais de 700 mil pessoas e estabeleceram clínicas para medição de temperatura. Pessoas com sintomas foram transferidas para centros temporários de quarentena com supervisão médica grátis.
Um lockdown rígido foi implementado, alinhado com a forte mensagem de isolamento social proclamada nacionalmente, e testes eram relativamente acessíveis à população. Durante o Ramadã, autoridades distribuíram comida para aqueles que praticavam quarentena.
O alinhamento entre a mensagem e a ação prática, com ampla conscientização, parece ter surtido efeito, com números em queda e inclusive o aumento de casos de pessoas se voluntariando aos centros de quarentena.
No Brasil, favelas como Paraisópolis, em SP, ou a Maré, no Rio, dependem exclusivamente da ampla mobilização de redes comunitárias como a @CUFA_Brasil e a @redesdamare, assim como da doações de instituições, pessoas físicas e empresas do setor privado: washingtonpost.com/world/the_amer…
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