No discurso em que aceitou a nomeação como democrata à presidência dos EUA, Joe Biden buscou se apresentar como contraponto ao Trump, com ênfase em quatro grandes crises: pandemia, economia, desigualdades raciais e mudanças climáticas #DemocraticConvention
Biden pintou um quadro sombrio dos EUA sob Trump: “temporada de escuridão”. Prometeu trabalhar para reduzir as divisões. Fez acenos a eleitores republicanos, mas ressaltou também pautas caras à base democrata, a mais importante delas a proposta de taxar grandes empresas.
O ex-VP traçou um plano de reconstrução econômica que lembra o New Deal Do pós-depressão de 29, com foco em investimentos em infraestrutura e na retomada do mercado de trabalho. "Emprego não é só sobre o contracheque, é uma questão de dignidade", afirmou.
O democrata disse ainda que vem elaborando um plano para combate ao coronavírus desde março, com atenção especial à ampliação da capacidade de testagem. Ele garantiu que se esforçará para que americanos possam fazer exames rápidas.
"Ameaça existencial" foi o termo usado por Biden para se referir à crise das mudanças climáticas. O candidato democrata se comprometeu em fazer dos EUA líderes em energia limpa, com criação de empregos no setor.
Na esteira da onda de protestos que se seguiu à morte de George Floyd, Biden afirmou estar confiante de que esta será a geração que "varrerá o racismo do caráter nacional".
"Nós podemos e iremos superar essa temporada de escuridão. Serei aliado da luz, não da escuridão", Joe Biden.
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