A fala descompassada do presidente da república contra um jornalista que está cumprindo seu dever - o de questionar uma autoridade -, é deplorável. Foi graças aos questionamentos da imprensa ao longo dos anos que muitas suspeitas de corrupção foram confirmadas como escândalos.
Também os papeis do MP, de investigar, e do Judiciário, de julgar, devem ser respeitados. Quem não deve, não teme. Bastaria esclarecer os fatos. Isso é o que se espera sempre de quem está no poder, em qualquer esfera: transparência constante e não apenas ser honesto, mas parecer.
O próprio presidente muitas vezes usou do expediente de ler os jornais em tribuna e nas redes quando as suspeitas de corrupção envolviam oponentes - e o fez com tanto sucesso que se elegeu também graças à pauta anti-corrupção defendida na campanha.
Agora que o alvo de questionamentos é Bolsonaro, muitos que defendiam os corruptos dos seus partidos políticos bancam de falsos moralistas nas redes sociais. Quanta hipocrisia! Por isso sigo meu caminho, com independência e coerência. A lei vale para todos. E o respeito também.
Por fim, não vivo de treta em Twitter ou respondendo a quem crê poder tutelar a manifestação do pensamento alheio nas redes. Estou na política para somar, para trabalhar pelo bem do Brasil com as minhas ideias, não para ser mais um que copia e cola a opinião dos outros.
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