Ainda sobre os impostos, o debate deve ser feito tendo em conta que esta é a realidade entre número de agregados e receita arrecada. Os 0,6% de famílias que recebem mais de 100 mil €/ano pagam mais de 1/4 da receita. Os dados são de 2014, mas a estrutura não terá mudado muito
Podemos olhar para isto e achar que não podemos carregar mais no topo da distribuição e/ou que é possível aliviar os impostos de muitos milhares mais perto da base sem sacrificar assim *tanta* receita. O que não podemos dizer é que esses contribuintes de topo não são relevantes
O que me traz de novo aqui. Se a prioridade é aliviar os impostos do pessoal que paga pouco, uma proposta que se restrinja a isso não terá dificuldades em encontrar apoios
Uma solução desse género parece agradar ao @carlosgpinto (se não estou a interpretar mal)
Como bem alertaram, e como está referido na legenda do gráfico, obviamente é mais de 1/5, não mais de 1/4.
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