{SOBRE A POLÊMICA DA INCLINAÇÃO DA CURVA DE JUROS NO LONGO PRAZO]
Em primeiro lugar isso não tem apenas relações com a situação fiscal do país e está ocorrendo no mundo todo. Em segundo lugar, mesmo com o prêmio de risco mais elevado (1/6)
uk.reuters.com/article/idUKL5…
o custo de tesouraria (financiamento) com para o Tesouro Nacional são os mais baixos da nossa história! ou seja, ainda assim essa elevação na curva de juros de LP não está encarecendo sobremaneira o custo da dívida inteira. valor.globo.com/financas/notic… (2/6)
O que está havendo é uma mudança no perfil do endividamento, com uma maior preferência por títulos pré-fixados de curto prazo. Mudança na composição não significa "dificuldade" de financiamento. Nós não vamos quebrar. (3/6)
"O custo médio de emissão de nova dívida interna federal nos 12 meses até julho foi de 5,1%, em comparação com quase 7% no final do ano passado e mais de 14% quatro anos atrás." Além disso, a elevação dos juros não vale para o estoque de dívida, só para lançamentos novos (4/6)
O câmbio não vai explodir por hora e os estrangeiros sempre foram bastante minoria entre os detentores de títulos da dívida brasileira. Felizmente nós temos capacidade de manejo macroeconômico, principalmente por conta das reservas cambiais (5/6)
Por fim, para voltar a aproximar as duas taxas de juros, de curto e de longo prazo, o Banco Central poderia agir na compra desses títulos no mercado primário, como o FED nos EUA fez. (obviamente para isso precisaríamos de uma PEC) (6/6)
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