Para os que agora falam na soberania e não intromissão nos assuntos da Ucrânia, é bom lembrar que houve um golpe de estado em 2014, fomentado pelos EUA/UE/NATO, que destituiu um governo democraticamente eleito pelos ucranianos.
(1/6)
Para os que agora falam no rasgar dos acordos de Minsk, é bom lembrar que foi o regime de Kiev que os violou durante 7 anos, negando às regiões de maioria russófona a prometida autonomia e direitos coletivos. Além de prometer agora novas intervenções militares no Donbass.
(2/6)
Para os que agora falam do respeito pelas fronteiras, é bom lembrar a posição que tomaram quando a NATO fomentou o separatismo da região sérvia do Kosovo, que a maioria dos países europeus ainda reconhecem como independente ("com que direito?", parafraseando Biden)
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Para os que agora querem fazer crer que combater o contínuo expansionismo para Leste da NATO é o mesmo que defender Putin, era bom lembrar que o mesmo foi dito em todas as agressões promovidas pelos EUA. Afeganistão, Iraque, Líbia: hoje nações subjugadas e destruídas.
(4/6)
Para os que têm dito que o PCP está ao lado da extrema-direita, olhem para quem vos acompanha na Ucrânia: grupos que exultam o nazi Stepan Bandera, num país em que o P. Comunista, que tinha 13% dos votos, foi ilegalizado.
Mas olhem também para quem vos acompanha em Portugal (5/6)
A identificação dos principais responsáveis pela escalada de tensão, é tão importante como a definição de qual o caminho para a paz na Europa.
Em vez de mais confronto e sanções, defendemos a Carta da ONU e a Acta Final de Helsínquia. Mas isso não coube na notícia. 🔗⬇️
(6/6)
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