🚨 Lulinha trabalhou como consultor da Fictor, grupo investigado pela PF por fraude bancária com ligação ao Comando Vermelho
Duas fontes que trabalharam para empresas do grupo confirmaram à Folha: o filho do presidente foi contratado para fazer a ponte entre a Fictor e o governo. A relação levou um sócio da Fictor a integrar o "Conselhão" da Presidência da República!
Entenda como, segundo a matéria, essa conexão chegou ao Palácio! 👇🏼
1️⃣ A denúncia da Folha
Segundo a reportagem de Alexa Salomão, Fábio Luís Lula da Silva (o Lulinha) atuou como consultor para fazer a aproximação do grupo financeiro Fictor com o governo federal.
Algo parecido com a função de Guido Mantega no Banco Master.
Relatos apontam que, para não chamar atenção, Lulinha limitava as visitas aos escritórios da Fictor.
Mesmo assim, ainda foi visto nas instalações em 2025.
2️⃣ O lobby no poder
A ponte teria funcionado.
De acordo com os executivos ouvidos pela Folha, foi graças a esse trabalho de Lulinha que Luiz Phillippe Rubini (ex-sócio da Fictor) ganhou cadeira no seleto "Conselhão" do presidente Lula (CDESS) e no Grupo Parlamentar do Brics no Senado.
3️⃣ A sombra da facção
O escândalo estourou nesta quarta-feira com a operação da PF.
A investigação não afirma que a Fictor era conectada ao Comando Vermelho, mas que usava o mesmo submundo.
Mensagens mostram executivos da Fictor pedindo para movimentar dinheiro nas empresas de fachada de um operador chamado "Ralado" — o exato mesmo operador que chefia o núcleo financeiro ligado à facção.
4️⃣ A teia do Banco Master
A operação (que apura fraudes de R$ 500 milhões contra a Caixa) expõe conexões tenebrosas.
O grupo Fictor (que entrou em recuperação judicial declarando R$ 4,2 bilhões em dívidas) é exatamente o mesmo que tentou comprar o Banco Master em novembro, às vésperas da prisão do banqueiro Daniel Vorcaro.
Tudo está conectado.
5️⃣ A versão da defesa
O advogado de Lulinha, Marco Aurélio de Carvalho, confirmou que ele conhece o ex-sócio do grupo, mas negou relações de trabalho com a Fictor ou lobby por cargos públicos, afirmando que a reportagem é mais uma "tentativa de colocar Fábio no meio de um escândalo".
Argumento bastante parecido à aquele utilizado quando conectam o filho do presidente ao "Careca do INSS".
🚨 Um grupo com R$ 4,2 bilhões em dívidas, investigado por fraude com rota no crime organizado, e uma conexão direta com o filho do presidente.
Essa história não acabou hoje.
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