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Aug 24, 2019 5 tweets 1 min read Read on X
Já que estamos falando do aniversário da Bolsa, vamos relembrar a história de Recife a Manhattan.

Pergunte-se a qualquer schmuck (Zé Mané) em Nova York de onde vieram os primeiros judeus da cidade, e a resposta será “da Europa”.
Este erro histórico, vieram do Brasil, mais especificamente de Recife, da antiga Mauritsstad, ou Cidade Maurícia.

Após a retomada da cidade pelos portugueses.

Eram apenas seis famílias (compostas por duas viúvas, quatro casais, e 13 crianças), no total de 23 pessoas.
Não se engane, a Nova York de 1654 era bem pior do que o Recife daquele mesmo ano.

Nova Amsterdã, afinal, era composta por cerca de 750 pessoas que mal se entendiam, já que falavam 18 línguas diferentes. A única coisa que os unia era uma mesma doutrina: o calvinismo.
Em 1664, apenas dez anos depois da chegada dos 23 do Recife, a cidade mudaria de nome para NovaYork

E os descendentes diretos e indiretos desses pioneiros se tornariam fundamentais para a história dos EUA

Um desses descendentes, Benjamin Mendes (1748-1817), fundou a Bolsa de NY
A presença dos descendentes também está presente no maior símbolo da cidade: a Estátua da Liberdade.

Para saber mais, leia:

super.abril.com.br/historia/como-…

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Apr 18
8 anos de Faria Lima Elevator

Há 8 anos, surgiu uma página para fazer uma observação simples sobre a vida no mercado: por trás de todo discurso sofisticado sobre macro, valuation, duration, carrego, convexidade e cenário global, existia apenas um sujeito de coletinho, ligeiramente ansioso, andando rápido na calçada do Itaim, fingindo que tinha controle da própria vida.

O resto veio naturalmente.
O Faria Lima Elevator não criou só uma página de humor.

Criou um idioma. Antes havia uma avenida. Depois passou a existir o Condado.

Antes havia gente que trabalhava na região. Depois passaram a existir os Faria Limers. Antes havia um bar, uma esquina, uma rua, um fluxo de gente mal dormida e bem remunerada.

Depois vieram Pitico, Península, Potato Square, FLAM, manteu e toda uma geografia moral de um Brasil muito específico: aquele em que o sujeito fala de juros americanos no almoço e de beach tennis no jantar, como se tudo fizesse parte de uma estratégia coerente de alocação de capital e existência.
Talvez esse tenha sido o grande feito da página.

O FLE ajudou a criar a própria cultura faria limer.

Não apenas retratou um ambiente, mas deu nome às suas castas, aos seus rituais, às suas manias, à sua estética e, principalmente, às suas pequenas humilhações diárias.

Pegou aquele ecossistema de banco, asset, boutique, mesa, consultoria, planilha, PowerPoint, ego, café ruim e convicção excessiva, e transformou tudo isso em personagem.

O mercado brasileiro, que sempre se levou muito a sério, ganhou pela primeira vez um espelho. E, como costuma acontecer nesses casos, não gostou muito do que viu, o que sempre foi um ótimo sinal.
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Feb 26
Prefiro negociar com alguém difícil e transparente do que com alguém tranquilo mas que omite informação.
O professor da Harvard Business School, Max Bazerman, estudou negociação por mais de 40 anos e reuniu seus principais achados no livro O Novo Jogo da Negociação: Image
O verdadeiro risco não é o conflito, mas sim a assimetria de informação mal diagnosticada:
Conflito explícito você enxerga, assimetria mal diagnosticada você só descobre depois com o valuation errado, a margem comprimida ou a divergência de lucro projetado e lucro realizado.
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Dec 7, 2025
Por que as crianças crescidas nos anos anos 90 são tão diferentes das de hoje

1. A Pedagogia da Resiliência: Aprender a perder para poder ganhar

A cultura pop fazia da derrota uma professora severa: nos videogames, o game vver te chutava de volta ao início.

Nos animes, heróis só venciam depois de serem literalmente destruídos.

No cinema, Rocky sobrevivia na base da teimosia e do queixo duro.
Essa convivência com a frustração moldava resiliência era treino mental diário.

Hoje, ao suavizarmos tudo com checkpoints infinitos e protagonistas sem falhas, tiramos o “aprender perdendo” do processo.

O resultado?

Uma geração com muito menos tolerância ao erro e menos preparada para ganhar de verdade.
2. O Culto ao Treinamento vs. A Dopamina Imediata

Nos anos 80 e 90, a cultura pop idolatrava o processo do treino duro, repetitivo e muitas vezes entediante.

Van Damme chutando palmeira, Daniel-san lixando cerca por horas, heróis passando metade da aventura só evoluindo no tédio. Tudo isso ensinava que o caminho importa tanto quanto o destino.

Era um condicionamento silencioso para recompensa tardia: a alegria vinha do esforço acumulado, não do atalho.
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Sep 19, 2025
Se você acha que já entendeu tudo sobre ETFs, prepare-se…

Existe uma avenida de inovação que ainda passa despercebida pela maioria dos brasileiros: UCITS ETFs.
“UCITS” significa Undertakings for Collective Investment in Transferable Securities.

Traduzindo: uma regulação europeia que criou um veículo de investimento com vantagens tributárias e sucessórias que ETFs americanos não oferecem.
Por aqui, eles ficaram conhecidos como “ETFs irlandeses”.
Mas atenção: não é só Irlanda. A regulação é europeia, e os benefícios vão muito além do que o investidor tradicional conhece. Image
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Aug 3, 2025
A Microsoft analisou mais de 200 mil conversas de usuários em sua plataforma Copilot e publicou um excelente artigo científico com o seguinte tema:

Quais serão as profissões mais afetadas, e quais serão as menos afetadas, pela revolução da inteligência artificial?
Abaixo temos a lista das 40 profissões que serão mais afetadas.

Aparecem os intérpretes e tradutores, com score de risco de 0,49.

Historiadores vêm logo depois, seguidos por atendentes de voo, vendedores de serviços, escritores, autores e representantes de atendimento ao cliente.Image
A lógica?

Tarefas centradas em comunicação, interpretação, convencimento e síntese – todas áreas onde LLMs como o GPT e o Copilot estão performando muito bem.

Dentre os 40 empregos mais expostos à AI, uma esmagadora maioria exige diploma universitário.
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Feb 23, 2025
O ativo mais quente do mercado ultimamente não é ação da moda, nem cripto hypada.
É um produto que promete transformar como o brasileiro investe para a aposentadoria.

Se você ainda não ouviu falar dele, deveria. Segue o fio:
O Tesouro Renda+ é um título público que paga uma renda mensal a partir da data escolhida e por um prazo pré-definido. É um produto inspirado em pesquisas laureadas com o Prêmio Nobel de Economia Image
Diferente do Tesouro IPCA tradicional, que paga cupons semestrais, o Renda+ acumula o capital e começa a pagar apenas na fase de renda.
É um formato parecido com o dos bonds do tipo SELFies, já estudados por economistas renomados.
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