Bolsonaro mentiu em discurso na ONU. O presidente disse ter tolerância zero com o crime ambiental, mas já mostramos que não é assim que as coisas acontecem no seu governo. Segue o fio 🧶👇🏾
Em agosto, um agente da Abin, sem experiência na área, assumiu o setor-chave para proteção da Amazônia e punição dos maiores criminosos ambientais do país. O governo Jair Bolsonaro despreza qualquer parecer técnico e as regras: interc.pt/2ETOILK por @contaneves
Não foi a primeira vez. Já contamos como o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, loteou o órgão com policiais militares sem nenhum conhecimento técnico. interc.pt/3bSPapp por @contaneves
, @deolhonosdados
Comandados por Mourão, militares recebem orçamento 10 vezes maior que Ibama para não fiscalizar Amazônia interc.pt/3gHwDOU por @hyurypotter
O Ibama tem R$ 59 bi em multas ambientais para receber. Mas o governo está abrindo mão desse dinheiro. Bolsonaro acredita que as punições contra crimes ambientais são aplicadas de forma “ideológica” para prejudicar empreendedores na cidade e no campo: interc.pt/32C3RZe
Até mesmo a destruição de equipamentos usados em crimes contra meio ambiente caiu no governo Bolsonaro. interc.pt/3aEXWWG por @felipewerneck
Sob pretexto de progresso tecnológico, boom dos data centers cria novas áreas de impacto sobre populações e meio ambiente, além de capturar a energia renovável que deveria estar ajudando a reduzir as emissões de carbono.
Segue o fio para saber mais da nova edição da news No Fim do Túnel, de Sabrina Fernandes 🧶👇
Energia que não envolve emissões diretas de gases de efeito estufa ainda tem emissões indiretas (na extração de matéria-prima, no processo industrial, no transporte para infraestrutura e por aí vai).
Há também diversos outros impactos sociais e ambientais, como no uso do solo e sobre a biodiversidade, além de várias outras mazelas dos processos extrativistas.
Entre 2017 e 2023, o consumo elétrico de data centers aumentou em 12% por ano. Esse crescimento foi quatro vezes maior que o aumento global da oferta de energia.
Sem identificar publicidade, Romário aparece em uma publicação conjunta com a Superbet durante a Copa do Mundo – caso que não é isolado e envolve outras conexões do senador com a empresa de apostas. Após a publicação do Intercept nas redes sociais, o post foi apagado.
Entre 2024 e 2025, ele foi relator da CPI da Manipulação de Jogos e Apostas Esportivas no Senado.
Segue o fio para ler mais detalhes 🧶👇
Enquanto está nos Estados Unidos cobrindo a Copa do Mundo, o senador Romário (PL-RJ) publicou uma foto ao lado de Cafu em colaboração com a empresa de apostas online Superbet.
A publicação foi feita em seu perfil pessoal, que também é usado para comunicação de atividades parlamentares e reúne mais de 5 milhões de seguidores no Instagram. O conteúdo não trazia identificação explícita de publicidade e foi removido após publicação do Intercept.
A publicação da Copa não é um caso isolado – a Superbet faz parte de outros projetos ligados a Romário.
O senador mantém a Romário TV, canal no YouTube com patrocínio da Superbet. Lançado em janeiro de 2025, o projeto soma mais de 650 mil inscritos e reúne entrevistas com nomes como Neymar e Ronaldo.
A Superbet também patrocina o America-RJ, clube presidido por Romário.
Você pode ter até boas amizades, mas uma união tão próxima quanto Daniel Vorcaro e Ciro Nogueira…
Um relatório da PF enviado nesta semana ao STF revela mais detalhes da ligção entre o banqueiro e o senador. As investigações indicam que Vorcaro pagava viagens, jantares e “mesada” para Ciro em troca de benefícios em projetos de lei de seu interesse.
Documentos obtidos pela equipe do Intercept Brasil desmentem a versão de aliados ao bolsonarismo de que não havia comprovação das transações financeiras de Daniel Vorcaro para fundo ligado a Eduardo Bolsonaro.
Desde que o Intercept revelou as negociações entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, aliados do bolsonarismo passaram a afirmar que não existiam provas das transações financeiras. Documentos obtidos por nossa equipe desmentem essa versão e ajudam a reconstruir o caminho percorrido pelo dinheiro.
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Desde que o Intercept revelou as negociações entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, aliados do bolsonarismo passaram a afirmar que não existiam provas das transações financeiras.
Agora, dois novos documentos ajudam a reconstruir o caminho percorrido pelo dinheiro.
O primeiro documento é uma planilha intitulada "Funding Schedule", apresentada nas conversas dos envolvidos como o cronograma de financiamento do projeto. O arquivo registra uma operação de quase US$ 24 milhões — cerca de R$ 134 milhões na época —, exatamente o valor que o Intercept Brasil revelou na primeira reportagem da série.
Em 11 de dezembro de 2024, pouco após Flávio Bolsonaro retornar a uma reunião no Senado, o deputado federal Mario Frias, aliado da família Bolsonaro e roteirista de “Dark Horse”, trocou mensagens com Daniel Vorcaro e agradeceu pelo apoio do banqueiro ao filme.