A humanidade do século XXI é moral, intelectual e emocionalmente pior do que do século passado. O mundo e o Brasil, sem retórica, estão dominados por homens e mulheres infantilizados e principalmente histéricos, condição mental que ocasiona toda a cegueira da realidade.
A maioria das pessoas, principalmente aquelas que deveriam guardar a mínima racionalidade e decoro, falo de autoridades públicas, revela-se assustadoramente imatura. Quando tudo não é culpa do político tal, é porque o outro político salvou o mundo. É inacreditável!
Não estou dizendo que não há responsabilidade em certos políticos e contenção da parte de outros. Há! Estou dizendo que há valores muito maiores do que simplesmente querer ganhar o debate. O maior valor é a autopreservação: o foco de corrigir o que deve ser corrigido de imediato.
Eu não tenho a menor dúvida de que se a Segunda Guerra Mundial fosse neste cenário dominado por homens e mulheres moral e emocionalmente ridículos, o país que entrasse na guerra iria perdê-la por autodestruição ocasionada pelo próprio e mimado povo.
Acaso você imagina WC liderando um país, hoje, bombardeado durante oito meses seguidos, e só conseguir retaliar, efetivamente, o inimigo depois de três anos? Nesse ínterim, os próprios cidadãos estariam todos os dias gritando "Chozo" e causando desordem social e institucional!

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12 Jan
Do Proletariado ao Identitarismo.

O proletariado já não era útil como a classe revolucionária, especialmente nos EUA, onde a economia o levou ao conforto da classe média. Neste cenário, Marcuse viu nas minorias o novo meio de promover a revolução contra o sistema capitalista.
Eis que surge a New Left. Movimentos revolucionários brotam e minam a ordem socioeconômica americana. Grupos violentos contra as instituições e subversivos contra valores morais nascem em todos os cantos dos EUA, a partir das décadas de 60, muitos sob a inteligência da KGB.
A tensão e a polarização da Cold War chega ao fim. E um pretenso período de paz, sem a ameaça da Terceira Guerra, recomeça. O capital privado de envergadura global passa a influir nas políticas internas e mundial através de agências internacionais, como o Banco Mundial e a ONU.
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12 Jan
A LINGUAGEM na política é fundamental. Os esquerdistas sabem trabalhá-la. O seu poder de manipulação é avassalador. Troca-se o mal pelo bem e o bem pelo mal pela LINGUAGEM e, pela repetição ad nauseam, as pessoas perdem a referência da realidade e do real conceito de verdade.
Exemplo. O Trump jamais emitiu declarações ou estabeleceu políticas contra negros ou etnias diversas pela simples condição física. Já Biden e cia sistematicamente atacam a "brancura" dos americanos. Isso infla e legitima o ódio de minorias contra a maioria de brancos americanos.
O Trump adota a devida e criteriosa política de ordem de imigração. E Biden e cia apelam ao populismo, aos estereótipos identitários; acusam Trump de fascista. Pela repetição, os sugestionáveis já não acreditam na materialidade dos fatos, mas na linguagem apelativa exteriorizada.
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11 Jan
1. Obama foi quem retomou, politizou e inflamou o ambiente de revanchismo identitario. Aderiu políticas radicais contra a cultura religiosa americana, como impedir que falasse em Deus em funeral de soldado americano.
2. Isso gerou backlash social e engajamento conservador.
3. Sendo ou não conservador nato, o Trump capitalizou em cima disso. Se mostrou um grande líder e orador conservador. Ele quebrou a espiral, que vinha se avolumando desde o fim do Governo Reagan, e retomou a devida identidade nacional e o autopreservativo nacionalismo.
4. Aliás, os Democratas, em processo de subversão radical desde Jimmy Carter, retomado com Clinton e aperfeiçoado com Obama, encamparam o projeto internacionalista (imperialismo) americano, imiscuindo-se em países vários, não obstante acusado os nacionalistas daquilo que faziam.
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11 Jan
O maior instrumento bélico de um país tanto para defesa quanto para o ataque é a convicção de seus nacionais na empreitada, ainda que o adversário seja potencialmente superior ou inferior. O elemento humano sempre é uma pedra no meio do caminho ao projeto de defesa ou de ataque.
Dito isso, estou tentando entender a estratégia dos globalistas, enquanto indivíduos que se julgam supranacionais, para não se enforcarem com a própria corda. Como um projeto imperialista que estão encampado, quem vai ajudá-los nesta empreitada senão apenas humanos venais?
Ontem, ventilei a situação de Ben-Zvi e os míseros sete camaradas que, em 1907, dentro de um cafofo, resolveram iniciar a luta contra um dos maiores impérios da humanidade para fundar o Estado de Israel. Hoje, como os globalistas lutariam contra povos altamente nacionalistas?
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9 Jan
GEORGE ORWELL - O AMANTE DA LIBERDADE

1. O Orwell, antes de tudo, era um amante da liberdade. Nascido em um contexto europeu puritano, colonialista e totalitário, ele escreveu suas obras impelido por um exercício prognóstico ou hipotético segundo as mazelas políticas da época.
2. Orwell, apesar de ser um tradicionalista dos valores ingleses, ele se mostrou profundamente incomodado com o puritanismo da aristocracia inglesa e com o imperialismo britânico, principalmente depois que presenciou as ações colonialistas do seu Estado na região da Birmânia.
3. Os seus romances 1984 e Revolução dos Bichos (RDB), publicados na década de 40, têm como referência temática o regime totalitário de governo (comum à época em alguns países da Europa). As bases teóricas da política foram inspiradas nas ações do nazifascismo e do comunismo.
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9 Jan
O PCO faz papel do discurso dialético. No cenário dos anos 2000, enquanto a briga ficava entre PSDB e PT, o novo partido PSOL anunciava um discurso opositivo aos dois. Nem pauta marcusiana ele tinha de forma agressiva. Hoje, o PCO está atraindo a simpatia de conservadores.
Estou assustado vendo conservadores fazendo propaganda política gratuita do PCO, e, pior, inocentemente, achando que estão sendo engraçados. Enquanto evidenciam o nome do PCO no debate público à guisa de piada, o partido ganha capital político. A Esquerda sabe jogar e manipular.
Até alunos do Olavo estão caindo nesse estratagema óbvio. Os esquerdistas têm projeto de poder em nome de uma utopia que acreditam. Para isso, deliberadamente, mudam o discurso conforme a conveniência do cenário político. A diversidade de partidos de Esquerda é com este intuito.
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