Neste artigo falamos de um destino muito interessante para visitar, viver e fazer negócios - a Colômbia, um dos países mais populares para nômades e com maior crescimento da América do Sul.
Será que estamos vendo o renascimento de um dos maiores paraísos fiscais do mundo?
Segue o fio para entender.
A gente fala há anos do Panamá como um centro financeiro estratégico.
E agora isso não é mais só opinião de alguns: Julho desse ano a UE tirou oficialmente o país da lista de alto risco para lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo.
Chamado de “Dubai da América Central”, o Panamá sempre teve quatro cartas fortes:
• Tributação territorial, sem imposto sobre renda estrangeira;
• Bancos abertos a cripto e negócios digitais;
• Economia dolarizada e voltada a investidores;
• Residência facilitada para brasileiros e portugueses.
O governo paraguaio está atualizando a Lei Maquila para incluir negócios digitais, exportação intelectual e serviços tech.
E isso pode trazer um super benefício para sua empresa.
Te explico:
Hoje, a Maquila é usada por fábricas e indústrias.
Mas em breve, além de gigantes como Lupo, Riachuelo, JBS e outras mais de 200 empresas brasileiras, empreendedores de serviços também vão poder operar no Paraguai pagando muito menos imposto.
A lógica do regime é a seguinte:
Você monta uma operação no Paraguai pra vender pra fora.
Em troca, paga só 1% de imposto sobre o valor que exporta.
O país que era exemplo de inovação, liberdade tributária e simplicidade para empreendedores agora está matando o próprio modelo com decisões fiscais desastrosas.
Vem entender o que aconteceu.
Durante anos, a Estônia tinha um pitch irresistível para quem vivia sem fronteiras:
1. Abrir e gerenciar empresa 100% online de qualquer lugar. 2. Tributação diferida: lucros reinvestidos não pagavam imposto. 3. Salário isento para não residentes. 4. Estrutura amigável para holdings. 5. Baixo capital social inicial: € 2.500 (nem precisava integralizar).
Para um nômade digital, era quase perfeito.
Mas o marketing era mais forte que a realidade.
A famosa e-Residency nunca foi uma residência de verdade. Não dava direito de morar na Estônia, nem de residir fiscalmente na UE.
Servia apenas para usar o sistema tributário digital e gerenciar empresas online.
Muita gente entrou acreditando que estava “ganhando uma residência europeia” e descobriu tarde demais que não era isso.
Para quem quer uma vida nova a menos de 6 horas de voo das principais capitais brasileiras, apresentamos as três bandeiras mais populares para se plantar na América do Sul:
Residência no Uruguai
Residência na Argentina
Residência no Paraguai
Opções de internacionalização fortes por si só. Ainda cobrimos 80+ jurisdições e podemos atender demandas em outros destinos. Sua atratividade também vem da versatilidade:
São interessantes tanto para nômades quanto residentes no Brasil e emigrantes.
Residência no Uruguai
Por que o Uruguai?
Sistema jurídico sólido e previsível
Estabilidade política, econômica e social, graças à existência de uma classe média, níveis relativamente baixos de pobreza e o menor índice de disparidade de renda da América Latina
Baixos índices de corrupção
Economia aberta de livre mercado, com livre fluxo de capital (para dentro e para fora) e livre conversibilidade de moeda
Já coberto em 3 artigos e 1 podcast no site. 👇
Residência na Argentina
Por que a Argentina?
Brasileiros podem solicitar a residência permanente sem precisar passar por anos de residência temporária.
A Argentina possui um IDH alto. Enquanto o Brasil está em 87° mundialmente, a Argentina ocupa o posto 47.
Basta apresentar certidão de nascimento e certidão de antecedentes criminais apostiladas.
Pedido de cidadania possível após 2 anos de residência, ou imediatamente após ter filho ou cônjuge argentino.