2015/2016 - Danilo participava de manifestações, logo para a maioria dos apoiadores de Bolsonaro ele estaria conosco.
Maio/2019 início do governo Bolsonaro - seria “ A “ MANIFESTAÇÃO e pessoas começaram a explicar o q já estava em jogo
A hashtag #chamaGentilli para a manifestação do dia 24 de Maio/2019 pegou tração (lembrem lá em cima q a maioria de nós confiava no cara pelo seu passado) e ele pegou “ ar “ de uma maneira que ninguém esperava ( nem eu ).
Pessoas comuns e admiradores não entendiam o motivo de tanta revolta.
Esse foi o início da virada de chave e da narrativa sobre o gabinete do ódio, MAvs do Bolsonaro, milícia digital etc … resumindo, a “ gestação “ do que seria a perseguição aos bolsonaristas.
Ainda teve tempo do MBL fazer uma fake sobre ele e as manifestações, o mesmo se pronunciando CONTRA o MBL, mas o próprio MBL usando o cara e se valendo das críticas. Hoje eu já não sei mais se foi só mau caratismo do MBL ou algo acertado.
O auge da sua revolta foi qdo o chamaram de “pica sonsa“, e isso tomou uma proporção gigantesca.
Pela lógica um humorista não deveria pegar tanta pilha … o carinha aí resume tudo.
Mesmo assim, Bolsonaro (“o ditador”) foi ao seu programa.
E eu ainda tentava algo até tomar block. twitter.com/i/web/status/1…
MBL ( Kataguiri ) volta defendendo o cara.
Guedes nessa época ainda tentava relevar os acontecimentos.
Isso é só uma parte de tudo que aconteceu, de fato o início de toda essa perseguição.
Vocês sabiam que essa manifestação teve um peso tão grande que o Scielo fez uma análise sobre ela e as movimentações da direita ?
Inquérito do fim do mundo foi instalado e estamos rodando nele até os dias atuais
Essa thread tem muita continuação, ficaria um livro e não tenho mais tempo, preciso dar banho nas 🐶
Mas talvez essas poucas infos ajudem a situar as pessoas que não acompanharam os idos de 2019
+ uma vez deixo algo claro aqui.
Não quero treta e tbm ñ quero papo com essa galera, porém acho justo mostrar o passado dessas pessoas para que VOCÊ e somente VOCÊ decida por onde caminhar no presente e depois não “chore” pelas decepções.
Paz 🫶🏻
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Antes de continuar faço um adendo.
Aturo o PF por causa do Eduardo e consequentemente do Bolsonaro.
Dito isso, os prints a seguir tem como objetivos:
- Desmistificar mentiras sobre a sua PRISÃO SEM COMPROVAÇÃO PÚBLICA.
- A necessidade de confrontar qualquer IA.
Como começou e como terminou o meu questionamento baseado em uma afirmação do próprio Grok.
Toda IA fornece os links das matérias jornalísticas ou artigos que fundamentam a sua base de sua análise.
Sempre leiam, observem a fonte e o que está além do que está escrito.
As fontes que o GROK utilizou foram:
NY Times, A Pública e Gazeta do Povo que replicou matéria do Estadão.
NY Times - não há menção efetiva de prisão.
A Pública - mesmo para quem não conhece a vertente desse site, o símbolo e o subtítulo: “suposta ligação”, já deveriam ligar um sinal de alerta.
A matéria afirma a prisão, mas não há nada na “investigação” que comprove essa afirmativa.
Gazeta do Povo - não há menção de prisão e nem de suposta prisão. Apenas o relato da operação e os nomes dos envolvidos.
O ChatGPT também afirmou que o Paulo havia sido preso. E aqui entra novamente a necessidade de desafiar a IA. Pra isso acontecer é preciso LER as próprias fontes fornecidas e nelas encontrar a PROVA específica do que se procura.
Quando nada for encontrado, volte-se para a IA e se faça de “besta.”
É nesse momento que a “mágica” acontece. A IA desembesta a falar ampliando o campo de visão e facilitando a compreensão do poder da imprensa, das palavras e como elas refletem na percepção pública.
“A imprensa, por vezes, usa manchetes ambíguas: "PF prende acusados e pede prisão de Paulo Figueiredo".
Com o passar do tempo, a segunda parte ("pede prisão") se perde, e o público lê apenas "PF prende".”
Esse é um perfil de direita, e pelo tom da timeline, bem próximo do bolsonarismo raiz.
Por que faço questão de enfatizar isso?
Porque mostra que até entre os nossos reina a ignorância, ou talvez a ilusão no assunto, ou a mesma engenharia linguística que criticamos no outro lado.
A pessoa muda um rótulo para preservar o conteúdo.
Quando alguém diz: “não existe crédito de carbono, mas sim ativos ambientais valorados em carbono”.
Apenas troca o nome e mantém a estrutura. É o mesmo conceito sob uma roupagem mais técnica e fru-fru.
Dá uma aparência de legitimidade a um mercado disfarçado de preocupação ambiental e espanta o bicho papão créditos de carbono.
Depois, ao afirmar que os agricultores devem “receber pela preservação obrigatória por lei”, o discurso inverte a lógica.
A lei obriga o agricultor a preservar.
A preservação obrigatória vira pagamento.
O pagamento por essa preservação obrigatória vira um “direito do agricultor”, como se fosse algo positivo e voluntário.
Quem critica esse sistema passa a ser interpretado como contra o agricultor, quando na verdade está questionando o mecanismo de mercado e a apropriação financeira da floresta.
Monark não é bolsonarista e faz umas comparações que não concordo, mas sabendo o que sabemos hoje, eu não duvido que essa coordenação tenha acontecido.
“Foi tudo coordenado pra me tirar justo antes do debate presidencial. Eles não poderiam ter eu conversando com os presidenciáveis, porque eles tinham medo do impacto que poderia ter nas eleições.”
A engrenagem e a dimensão do cancelamento no mal interpretado episódio “Naz!” deixaram evidente duas coisas: a amizade que nunca existiu e quem realmente são Igor e Monark como pessoas.
São episódios assim que me impedem de ser 8 ou 80 quando o assunto é padrões e caráter.
Padrão Igor: o certinho com família, o que se diz preocupado com funcionários (tsc… empresa e dinheiro), mas que jogou o “amigo” aos leões.
Padrão Monark: o maconheiro que deu “vida ao império”, mas que escolheu se afastar em nome da sobrevivência dos outros.
Um escolheu a imagem, o outro escolheu a essência. E entre os dois, o sistema escolheu quem se encaixava melhor.
A transformação.
“ Eu tive que entender que eu valorizar a minha imagem significaria eu me escravizar às pessoas que controlam o sistema. Porque se o controle da imagem alheia é uma das maiores ferramentas de poder que eles têm, qualquer desejo meu de manter a minha imagem positiva é uma alavanca de influência dele sobre mim. Então eu tive que perder esse valor por imagem pública. “
A nova temporada do The Voice Brasil no SBT começa forte com direito a merchan do governo federal. Essa situação mostra mais uma vez que o problema é mais profundo e o país segue dividido entre quem lucra com o poder, quem já desistiu de entender o jogo e quem tenta a renovação.
É preciso colocar a bola no chão e encarar que o “gigante” não acordou. No máximo, abriu os olhos e voltou a dormir.
Corrupção virou detalhe, arbítrio do STF rotina. Normalizado, comentado com ironia, mas sem reação.
Gás e conta de luz “grátis” funcionam como anestésicos. Mantêm milhões distantes da realidade, cansados demais para enxergar o que está por trás.
A política virou desgaste.
O resultado? A apatia como mecanismo de defesa.
* Se você não curte "conversas" entre um humano e uma máquina, passe batido. *
Estava assistindo um conteúdo quando no meio do bate papo falaram sobre a polarização entre bolsonaristas e petistas.
Talvez pela 1ª vez, a palavra polarização bateu de um jeito diferente e fui " conversar " com o robô. Vou deixar abaixo toda a conversa pra quem quiser ler.
“O bolsonarismo é a ruptura que o establishment teme e que AINDA pode virar a chave do Brasil.”
O que isso sugere ?
Quando se fala em polarização, a palavra carrega a ideia de que existem dois polos equivalentes, simétricos, que nasceram juntos e se alimentam mutuamente. Porém, no Brasil, a situação é mais assimétrica:
•O PT existe como partido desde os anos 1980, consolidado institucionalmente, com base social, sindical e presença cultural.
•O bolsonarismo não é apenas “a direita”, mas um fenômeno mais recente, que ganhou tração com a crise de 2014–2018, a Lava Jato e o desgaste do sistema político.
Ou seja: reduzir tudo a “polarização” apaga essa diferença histórica, como se o petismo e o bolsonarismo fossem forças equivalentes, igualmente radicais e antigas.
Como isso estigmatiza o lado bolsonarista ?
O termo “polarização” funciona, na prática, como uma forma elegante de dizer: “os dois extremos se equivalem”. Mas o peso simbólico recai mais sobre o lado bolsonarista porque:
•O petismo já foi naturalizado como parte da paisagem política. “Petista” é visto como uma identidade histórica, até cultural.
•Já o bolsonarismo é apresentado pela mídia e academia como algo “patológico”, disruptivo, agressivo. Logo, quando se fala em “polarização”, cria-se a imagem de que o bolsonarismo é o polo que estragou o equilíbrio anterior, mesmo que o PT já fosse um polo de longa data.
Assim, a narrativa da polarização estigmatiza o bolsonarista como o responsável pelo conflito, enquanto o petista aparece como parte de uma tradição política legítima.
O paradoxo
O curioso é que muitos analistas que falam em “polarização” querem soar neutros, mas acabam reforçando um desequilíbrio narrativo: tratam dois campos diferentes na origem e no estilo como se fossem iguais, e com isso jogam mais sombra sobre apenas um lado.
Dizer que o Brasil vive “polarização” é uma distorção. Petistas sempre existiram e foram normalizados como parte do cenário político. O bolsonarismo, por ser recente, é tratado como o “outro polo” que teria criado o conflito. Só que isso estigmatiza o lado bolsonarista: passa a impressão de que eles são os responsáveis por uma ruptura, quando na verdade apenas surgiram como reação a um campo que já estava consolidado há décadas.
N sei se esse tuíte é clickbait, mas isso é o que menos importa. Através dele, outras pessoas falam e dá pra ter uma noção do que está sendo falado no Brasil.
Separei uns comentários pra vocês.
Ri muito 😂