1. Cristina Rodrigues (eleita pelo Porto)
Constituída arguida pelo MP em 2022, e sujeita a termo de identidade e residência por suspeitas de ter acedido indevidamente e eliminado milhares de emails do PAN quando se desvinculou do partido.
Evita prestar declarações sobre o caso.
2. Eduardo Teixeira (eleito por Viana do Castelo)
Acusado por falsas presenças como deputado do PSD. Em causa, crimes de falsificação de docs ou falsidade informática.
Conseguiu estar presente, em simultâneo, em reuniões em Viana do Castelo, e no Palácio de São Bento, em Lisboa.
3. Filipe Melo (eleito por Braga)
Condenado a pagar uma dívida de 15.000€ + juros à Assoc. que pagou consultas e tratamentos do seu filho. Não pagou, teve o salário penhorado.
Mesmo antes deste caso, surgiu na lista pública de execuções por valores que ultrapassavam os 80.000€.
4. Pedro Frazão (eleito por Santarém)
Condenado pelo Tribunal de Cascais a retratar-se das declarações falsas que proferiu sobre Francisco Louçã.
Condenado a pagar 100€ por cada dia em atraso da rectificação.
Recorreu para o Tribunal da Relação. Perdeu novamente.
5. Ricardo Dias Pinto (eleito por Lisboa)
Surge na lista pública de execuções com uma dívida de quase 15.000€.
Ricardo Dias Pinto (ou Ricardo Regalla Dias, ou Ricardo Moreira Regalla Dias-Pinto) não tem, contudo, bens penhoráveis para cobrir esse valor.
6. Rui Paulo Sousa (eleito por Lisboa)
Acusado pelo MP em 2022 pelo crime de desobediência (jantar comício com 170 pessoas em pleno estado de emergência COVID-19).
Após mentir sobre autorização da DG Saúde, argumentou que não tinha consciência de que estava a violar as regras.
7. João Esteves da Silva
Vice da distrital de Castelo Branco e conselheiro nacional, condenado em 2002 pelo Supremo Tribunal a 3 anos de prisão por um acumulado de pequenos furtos e burlas (roubava o conteúdo de caixas de esmolas, assaltou casas, veículos, lojas e restaurantes).
8. Carla Sofia Carapeto da Silva Couto de Oliveira
Adjunta da distrital de Setúbal do Chega e conselheira nacional, integrou as listas à autarquia sadina e à AR. A imobiliária da qual era sócia-gerente foi declarada insolvente e deixou um rasto de dívidas próximo dos 300.000€!
9. Vítor Ramalho, empresário agrícola, candidato (Póvoa de São Miguel, Moura)
Detido por homicídio qualificado. Acusado pelo MP de tentar matar a tiro um casal de imigrantes, tendo-lhe sido apreendidas 13 armas.
Relatório da PJ aponta para 9 crimes de homicídio na forma tentada.
10. Fábio Lemos, militante
Actualmente detido a aguardar julgamento por agredir imigrante, já fora indiciado por outra agressão a um outro casal em 2023.
Preso em 2021 no âmbito de uma guerra de gangs com “evidentes traços de ódio racial”. Suspeito de homicídio qualificado.
11. Pedro Alves, líder do Chega-Aveiro
Condenado, em 2020, por violência doméstica, a um ano e seis meses de pena suspensa, a pagar 600 euros de indemnização, e a frequentar um programa especial para condenados por violência doméstica.
12. Eduardo Cassiano Nogueira Pinto Miranda, n.º 3 da lista pelo círculo de Vila Real
Condenado em 2019 (2 anos) do crime de burla ao Serviço Nacional de Saúde num esquema de falsificação de receitas comparticipadas que segundo o MP lesou o SNS em mais de 300 mil euros.
13. Hélio Filipe, segurança de André Ventura, delegado eleito por Lisboa
Acusado pelo MP (Julho de 2021) de 16 crimes, entre os quais ofensas à integridade física qualificada, sequestro, extorsão, falsificação de documentos e roubo. Aguarda em liberdade a marcação do julgamento.
14. e 15. Luc Mombito (dirigente nacional do Chega) e Nuno Pontes (dirigente, autarca e assessor do Chega)
Acusação pelos crimes de ameaça agravada (ao jornalista Pedro Coelho), atentado à liberdade de imprensa e posse de arma proibida (no caso de Nuno Pontes).
16. Bruno Nunes, deputado eleito por Lisboa
Acusado de deixar um rasto de dívidas às Finanças, teve bens penhorados e é presença assídua na lista negra de dívidas ao Fisco.
Em causa está a Orangepopcorn, com pelo menos 3 processos de execução, segundo Lista Pública de Execuções.
17. José Manuel Pombinho Barreira Soares, deputado eleito por Lisboa
Acusado de agressão na forma tentada, de um deputado municipal do PSD (Rui Rei), durante a Assembleia Municipal de Vila Franca de Xira.
18. António Pinto Pereira, deputado eleito por Coimbra
Alvo de acção disciplinar em 2018 por ter manipulado testes de escolha múltipla. Alunos confirmam, e o Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) da Universidade de Lisboa não desmente.
19. Pedro Pinto, deputado eleito por Faro
Acusado de insultar e agredir árbitros/adversários durante um torneio de futebol Sub-13 no Crato.
O deputado terá ainda impedido situações de ataque da equipa adversária.
Acusado igualmente de ameaçar assessor do PS nos corredores da AR.
20. Luís M. P. Lopes (“Simpson”), militante
Detido em 2021 pela PJ por tráfego de armas de guerra, na posse de dezenas de armas proibidas de diversos calibres e géneros (pistolas, revólveres, carabinas, caçadeiras, facas e soqueiras), além de detonadores e milhares de munições.
21. Milena Alexandra Boto e Castro, vereadora eleita na Câmara Municipal de Benavente
Condenada pelo crime de receptação num processo em que o tribunal deu como provado que comprou sucata roubada a um grupo criminoso liderado por um militar da GNR de Samora Correia.
22. Maria Manuela Pereira Tender, deputada eleita por Vila Real
Ex-deputada do PSD, acusada de falsear presenças na AR na polémica das “presenças-fantasma” de 2018.
Afirmou estar simultaneamente em reuniões da CM de Chaves e em reuniões plenárias da Assembleia da República.
23. António Laranjo ("Toni"), número 3 da lista em Viana do Castelo
Empresário de "negócios da noite" na praia da Amorosa, ligados à exploração sexual de jovens sul americanas.
Irmão detido em rede organizada de tráfico de brasileiras para prostituição em Portugal → Luxemburgo.
24. Sérgio Júnior ("Sérgio Chorão"), deputado municipal em Braga
Detido em Outubro de 2023 pela PSP por tráfico de droga e posse ilegal de armas.
Na operação da PSP foram apreendidas várias armas, 38.105 € em numerário, inúmeros comprimidos e substâncias dopantes.
25. Mário Monteiro, líder do Chega em Ovar
Denunciado por entregas de dinheiro ao presidente da CM Ovar em troca da adjudicação de uma obra.
Dirigente assume ter sido correio de suborno, entregando vários envelopes com dinheiro, num total de 120 mil euros.
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Em 2012, Ivo Rosa tornou-se o 1.º Juiz português a ser eleito pela ONU, reconduzido por Ban Ki-Moon.
O que este pasquim quer insinuar é que Guterres lhe está a fazer um favor por causa de Sócrates.
Adivinhem a quem convenientemente, pertence o artigo de opinião da pág. seguinte…
Portanto, um juiz apontado por Ban Ki-Moon, reconduzido por ele em 2016, é novamente convidado pelo actual Sec. Geral ONU.
O CM faz um artigo inteiro a reforçar que Sócrates foi ministro de Guterres, que este o visitou na prisão, e que são amigos.
E de seguida, a opinião isenta…
Isto nem inventado: por baixo do artigo de opinião de A.V., uma pequena caixa de texto relembra que Sócrates trabalhou para a Octapharma, e que o seu ex-presidente – Paulo Lalanda e Castro – escapou à acusação.
Adivinhem lá quem financiou o Chega, e é grande amigo do seu líder…
Marcelo venceu as eleições com mais de 60% dos votos.
Ana Gomes ficou em 2.º lugar, sem qualquer apoio partidário oficial.
Tino de Rans, um calceteiro a quem nem queriam dar tempo de antena, conseguiu 122.743 votos!
E a CS foca-se num só indivíduo.
Já vivi isto, e não acaba bem.
A capa do Público, agora devidamente representada.
O critério editorial é duvidoso: alguma vez o fizeram com M. Matias (2016)? Com F. Nobre (2011)? Com Soares (2006) ou A. Abreu (2001)?
Não.
O 3.º lugar nunca teve este destaque.
E quanto mais se fala nele, mais interesse gera.
A culpa não é só dos jornalistas. Mas também é deles.
E de quem escolhe o que vemos e lemos.
E nossa, que optamos por dar audiência ao indivíduo, e repercutimos os soundbytes.
Não é o contraditório que irá evitar o interesse nele.
A mensagem passa.
E a normalização instala-se.
Grande entrevista neste momento na BBC, Prof. Devi Sridhar, especialista em Saúde Pública.
“Se pagamos 12 biliões num programa de Track & Trace, porque não gastar esse dinheiro para pagar a quem faz isolamento em casa?”
“Modelo reactivo [lockdowns] pior que o preventivo asiático”
– Dever-se-ia ter feito um lockdown há mais tempo? @devisridhar: “Tivemos um lockdown, os números desceram no Verão. Porque motivo estamos nesta situação agora? Olhando para a forma como os países asiáticos lidaram com a situação, houve 3 medidas essenciais no controlo pandemia:
1) Restrições fronteiriças; 2) Manter os cidadãos informados e certificar-se que não há qualquer contacto com o vírus, seja em que idade for; 3) um bom sistema de testagem/rastreio/isolamento.
Metermos todas as fichas em constantes lockdowns (ciclo vicioso) é insustentável.
– Dadas as contingências da pandemia, seria justo adiar as eleições 1 semana, certo?
– Não, vamos antecipá-las.
– Ok, então que seja no fim-de-semana para que os sócios possam vot…
– Vai ser numa 4ª feira.
– Então e como é que podemos votar?
2/7 – Por voto electrónico.
– Só?
– Há contra voto em papel.
– E quem garante que o voto electrónico não é fraudulento?
– Nós.
– A actual direcção?
– Sim.
– E quem desenvolveu este sistema informático de voto?
– Nós.
– Isso é ético?
– Quem não gostar, que vote em papel, na urna.
3/7 – E quando são contados esses votos em papel?
– Só durante o acto eleitoral.
– Como assim?
– As urnas fecham após o acto eleitoral.
– Esperem lá… quando fecharem as urnas, os votos deixam de contar?!
– A contagem desses votos em papel cessará após o fecho das urnas, sim.
1) João Maria Bravo
Dono do grupo Sodarca, lidera o fornecimento de armas, munições, tecnologia e equip. militar ao Estado, Forças Armadas e de segurança.
«Desde 1974 que o país se afunda. O André é o único que coloca o dedo na ferida e fala do que queremos ouvir»
2) Miguel Félix da Costa
Empresário cuja família liderou a filial portuguesa da Castrol, e pai do piloto (que manifestou nas redes sociais apoio à manifestação de Ventura). Lidera a Slil, e é amante de tauromaquia.
«A esquerda radical quer destruir os nossos valores e cultura»
3) Carlos Barbot
Empresário do ramo das tintas (Barbot), e imobiliário, cônsul honorário do Paraguai no Porto.
«Ventura veio abanar o sistema, pôr as pessoas a pensar, e isso é positivo. É frontal, diz o que pensa»