O clássico caso de abuso de poder ganhou mais uma temporada: UM PROGRAMA EVANGELICO está sendo exibido diariamente na programação da REDE MINAS DE TELEVISÃO.
A REDE MINAS É UM CANAL PÚBLICO DO GOVERNO DE MINAS. Leia o fio!
Esse programa NÃO PARECE SER UM PROGRAMA que tem conexão com o nosso Estado.
Ele não conta a história de Minas Gerais, não fala sobre políticas públicase nem parece ser educativo…
É um programa religioso, sendo exibido na TV de um Estado que deveria ser laico.
E aqui, eu não quero fazer levantamentos contra programas religiosos, quem quer assistir que assista.
Mas já pensou se fosse um programa de religiões de matriz africana sendo exibido numa TV pública?
A situação piora quando a gente vai entender quem é que tá por trás do “Danizinha e sua turma.” Danizinha nada mais é que uma referência a Pastora Daniella Linhares, de BH, que se envolve na política, bradando contra a esquerda sempre que pode.
Daniella é filha do pastor Jorge Linhares, que já foi convocado a depor no MP por pregar discurso de ódio e ataques à comunidade LGBTQIAPN+.
O pastor Jorge e sua filha Daniela Linhares, já receberam Bolsonaro e sua trupe, fazendo campanha eleitoral dentro da igreja.
E não só ele, figurinhas carimbadas da extrema-direita, como o deputado Nikolas Ferreira, o senador Cleitinho, e o governador Romeu Zema também já passaram por lá...
Tudo pela "fé"...
Essa história a gente já sabe, a família que eles protegem é a deles. A religião que eles protegem é a deles. São mercadores da fé. Vendendo espiritualidade a preço de banana enquanto crescem e crescem ainda mais.
Podem até tentar usar a justificativa que é um programa educativo, mas eu pergunto pra vocês: será que isso cola? Qual a intenção de transmitir um programa assim?
E a pergunta que fica: quem está pagando por isso e sob qual a justificativa?
Fiscalizaremos.
• • •
Missing some Tweet in this thread? You can try to
force a refresh
Falar da dívida de Minas é um assunto chato e burocrático, mas envolve 170 bilhões de reais que vão sair do bolso de todos nós.
Portanto, falemos.
O vice governador deu a seguinte declaração ao @em_com:
Acho interessante lembrar que o que ele está chamando de roubo é o Propag (Programa de Pleno Pagamento de Dívidas).
O Propag foi feito após 6 anos de resistência da bancada de oposição na Assembleia, que se negava a enfiar goela abaixo nos mineiros o único mecanismo +
que existia para pagar a dívida, o RRF (Regime de Recuperação Fiscal).
Fomos contra o RRF porque seria o fim de MG. Atrapalharia concursos e reajustes por 9 anos. No fim, a dívida ainda seria maior.
Pense nos policiais e professores, com seu dinheiro valendo menos todo ano. +
Um era o presidente da câmara e pré candidato a prefeito já anunciado, o vereador Eduardo Print Jr. O outro, vereador Rodrigo Kaboja.
O MP pediu o afastamento do presidente - que permaneceu vereador. Kaboja foi afastado totalmente.
Recentemente, áudios vazados do processo +
mostram suposto envolvimento do prefeito nas mudanças de zoneamento, se colocando a disposição de forma bastante voluntariosa dos interesses dos empresários citados e investigados no processo:
“tô com o Kaboja aqui (...) eu conversei com você na segunda, terça-feira, vocês +