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EL Socialismo del siglo XXI
Hay un auge de las ideas socialistas en Latam, por ello vamos a explicar de dónde salió el concepto de #SocialismoSigloXXI y quiénes son sus exponentes, ideólogos y defensores, de una ideología que solo ha traído hambre, dolor y muerte.💀
Abro Hilo
El #SocialismoSigloXXI es un concepto originalmente formulado en 1996 por el sociólogo alemán Heinz Dieterich #Steffan.
web.archive.org/web/2011052009…
El #SocialismoSigloXXI surgió como “producto de la reflexión sobre el socialismo soviético-oriental del siglo XX”
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"Democracia e Poder - A escamoteação da Vontade", de Eduardo Colombo. Publicado por Intermezzo Editorial, 2018.

Organização e tradução por Plínio Augusto Coelho.
Eduardo Colombo (1929-2018) foi um um dos maiores anarquistas da contemporaneidade. Argentino, desde jovem ingressou nas fileiras da FORA (Federação Operária Regional Argentina), onde se tornou um anarquista para toda vida.
Foi diretor do La Protesta, o principal jornal anarquista da Argentina e América Latina. Médico e Psicanalista, foi professor de psicologia social na Universidade de Buenos Aires até o golpe militar de 1966.
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"Nestor Makhno e a Revolução Social na Ucrânia", de Alexandre Skirda. Publicado por Editora Imaginário, 2001.

Tradução de Alexandre Skirda e Plínio Augusto Coelho. Image
Esse livro é uma coletânea de artigos e documentos históricos dedicado a história da Revolução Ucraniana. Com textos de Alexandre Skirda, Nestor Mahkno e Alexander Berkman, além de documentos históricos da Makhnovitchina.
Como decorrência da Revolução de Fevereiro de 1917 na Rússia, as prisões do império russo foram abertas, e milhares de prisioneiros libertos, entre eles, o anarquista ucraniano Nestor Makhno.
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"Ecologia Social e outros ensaios", de Murray Bookchin. Publicado por Editora Achiamé, 2010.

Organização e prefácio por Mauro José Cavalcanti. Image
Nesse dia, em homenagem a morte do anarquista norte americano Murray Bookchin, postamos mais um livro dele na página, dessa vez, uma coletânea de diversos ensaios que cobrem toda a vida do autor, onde ele explora as relações intrínsecas entre anarquismo e ecologia. Image
Nesse livro encontramos artigos importantes sobre a definição e o desenvolvimento da Ecologia Social, a perspectiva que mostra que a relação de dominação entre a humanidade e natureza, não deve ser buscada na natureza, mas sim, na relação de dominação do humano sobre o humano.
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"O Organismo Econômico da Revolução", de Diego Abad de Santillan. Publicado pela Editora Brasiliense, 1980.

Tradução de Arnaldo Spindel e Pierrer André Ruprecht. Prefácio de Mauricio Tragtenberg, Introdução de Félix Garcia. Image
Diego Abad de Santillan é um dos mais importantes anarquistas da história. Santillan foi membro ativo da Federação Operária Regional Argentina (FORA) em sua estadia na América Latina, na Espanha foi membro da CNT e um dos fundadores da Federação Anarquista Ibérica (FAI). Image
Durante a Guerra Civil Espanhola, será dirigente do Comitê de Milicias Antifascistas e Conselheiro Econômico da Generalidade da Catalunha.
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"A mulher é uma degenerada" de Maria Lacerda de Moura. Publicado por @tendadelivros , 2018.

Organização e edição de Fernanda Grigolin. Image
Essa é uma edição fac símile e comentada do livro escrito pela anarquista e feminista brasileira Maria Lacerda de Moura, publicado originalmente em 1924. Image
O livro se inicia com uma resposta a misoginia defendida pelo psiquiatra Miguel Bombarda. Maria Lacerda toma a acusação de Bombarda, de que a mulher é uma degenerada, e busca desconstruir as teorias científicas de seu tempo que buscam legitimar a inferioridade da mulher.
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"O Individuo, a Sociedade e o Estado, e outros ensaios", de Emma Goldman. Publicado pela Editora Hedra, 2011.

Introdução de Carlo Romani, tradução e organização de Plínio Augusto Coêlho. Image
Nesse livro, encontramos uma série de importantes ensaios escritos pela anarquista e feminista Emma Goldman.
Emma Goldman é uma das mais importantes anarquistas da história, de origem lituana, aos 17 anos emigrou para os EUA, em pouco tempo se tornou uma militante anarquista, dedicada ao desenvolvimento da organização dos trabalhadores e dos direitos da mulher.
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"Escritos a vermelho", de Voltairine de Cleyre. Publicado por Barricada de Livros, 2019.
Esse livro é uma antologia de textos escolhidos da anarquista norte americana Voltairine de Cleyre.
Nascida em uma família de tradição liberal, recebe o nome por seu pai em homenagem ao filósofo do iluminismo Voltaire. Sua mãe fazia parte do movimento abolicionista e era membro da Underground Railroad, rede abolicionista clandestina para a libertação de escravos.
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"Um cadáver ao sol - A história do operário brasileiro que desafiou Moscou e o PCB" de Iza Salles. Publicado pela Ediouro Publicações, 2005. Image
Neste livro, Iza Salles, jornalista e ex guerrilheira da Vanguarda Popular Revolucionária, nos conta a história de um nome esquecido da historiografia sobre o movimento operário brasileiro, Antonio Bernardo Canellas.
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"A Revolução Mexicana" de Ricardo Flores Magón. Publicado por Intermezzo Editorial. 2019.

Tradução e seleção de Plínio Augusto Coêlho. Apresentação de Alexandre Samis. Image
Este livro é uma coletânea de artigos, discursos e manifestos do anarquista mexicano Ricardo Flores Magón.
Ricardo Flores Magón, o apóstolo da Revolução Mexicana, foi um dos mais importantes anarquistas da história.

É considerado um dos pais fundadores do México moderno.
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"Anarquismo e Revolução Negra, e outros textos do Anarquismo Negro." De Lorenzo Kom'boa Ervin. Publicado por Coletivo Editorial Sunguilar. 2015.

Tradução de Mariana Corrêa dos Santos e Revisão de M. Ponciano Image
Essa é a primeira edição brasileira do livro do anarquista norte americano Lorenzo Kom'boa Ervin. Image
Ervin é um importante militante da Libertação Negra nos EUA. Foi membro do Partido dos Panteras Negras. Em 1969, acusado de matar um líder da KKK, sequestrou um avião em direção a Cuba e posteriormente buscou asilo na Checoslováquia.
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"Escritos Revolucionários" de Errico Malatesta. Publicado por @editorahedra , 2007.
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Organização e tradução de Plínio Augusto Coêlho. Introdução de Max Nettlau.
Nesse livro, encontramos uma seleção de importantes artigos do anarquista italiano Errico Malatesta, publicados em sua maioria para diversos jornais da imprensa operária e anarquista.
Encontramos os mais variados temas aos quais se comprometeu em sua vida, os temas da organização política anarquista, da tática e estratégia revolucionária, da questão militar e da violência revolucionária, a relação entre anarquismo e sindicalismo e questões éticas e morais.
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"NEM PÁTRIA, NEM PATRÃO: Memória operária, cultura e literatura no Brasil", de Francisco Foot Hardman. Publicado por Editora Unesp , 2002. Image
Nem pátria, nem patrão, do historiador brasileiro Francisco Foot Hardman, foi publicado originalmente em 1983 e é um clássico da história do trabalho e do anarquismo no Brasil. Image
Hardman é pioneiro nos estudos sobre anarquismo e sindicalismo revolucionário no Brasil, e nos apresenta a ampla produção e influencia dos anarquistas na Primeira Republica em todas as suas manifestações politicas e culturais: greves, manifestações, literatura, teatro, etc...
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A questão feminina em nossos meios" de Lucía Sánchez Saornil. Publicado por @bterralivre e Eleuterio Editorial , 2015.

Seleção e tradução de Thiago Lemos Silva.
Esse é o primeiro livro publicado em nosso País de escritos da anarquista e feminista espanhola Lúcia Sánchez Saornil.
Lucía é uma das mais importantes anarquistas da história, foi integrante da organização anarcossindicalista, Confederação Nacional do Trabalho (CNT), e fundadora da organização Mulheres Livres.
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"De baixo para cima e da periferia ao centro: textos políticos, filosóficos, e de teoria sociológica de Mikhail Bakunin." publicado por Editora Alternativa, 2014.

Organizado por Andrey Cordeiro Ferreira e Tradução de Tadeu B. de S. Tonoatti.
Esse livro é uma coletânea de documentos secretos, obras publicadas e manuscritos do anarquista russo Mikhail Bakunin.
O livro traz dois estudos dos organizadores, um sobre os estudos acadêmicos e publicações sobre anarquismo no Brasil e um sobre o anarquismo enquanto fenômeno da Internacional, onde o autor apresenta os aspectos metodológicos do pensamento de Mikhail Bakunin.
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"O Curto Verão da Anarquia - Buenaventura Durruti e a Guerra Civil Espanhola", de Hans Magnus Enzensberger. Publicado pela editora Companhia das Letras. 1987.

Edição didática por @editoramonstro . Image
Nessa obra, o escritor baviero Hans Magnus Enzensberger nos narra a biografia de um dos maiores anarquistas da história: Buenaventura Durruti.
Narrar a vida de Durruti entretanto, é um desafio, pois sua vida está intimamente ligada a história. Contar a vida do anarquista espanhol é contar a história do anarquismo. E esse movimento não pode ser feito por um narrador soberano. Image
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"Fascismo: filho dileto da igreja e do capital", de Maria Lacerda de Moura. Publicado por Editora Entremares. 2018.

Revisão e Edição por Adriano Skoda.
Essa é a segunda edição desse livro, feita 83 anos após a publicação de sua primeira versão, em 1935.
O livro da anarquista e feminista brasileira Maria Lacerda de Moura foi pioneiro no estudo e combate do fascismo em ascensão.
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Vocês já leram "Mulheres Livres - a luta pela emancipação feminina e a Guerra Civil Espanhola"?

Ficaram interessados na leitura?

Segue alguns links que podem ajudar vocês!
Primeiramente recomendamos assistir ao evento de lançamento dessa edição que aconteceu na UNICAMP, e contou com a presença da Martha A. Ackelsberg, além de convidados como Margareth Rago e Silvio Gallo.

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"Revolução Anarquista na Manchúria (1929-1932)" de Emílio Crisi. Publicado por Faísca Edições Libertárias. 2018.

Tradução de Pablo Mizraji. Edição e introdução por Felipe Corrêa e @rafaelviana1968 .
Neste livro, o anarquista argentino Emílio Crisi nos apresenta a história da Revolução Anarquista da Manchúria, que ocorreu entre os anos de 1929 e 1932.
Impulsionada por anarquistas, foi fundada a chamada Comuna de Shimin, reunindo milhões de camponeses e trabalhadores coreanos que construíram o socialismo libertário juntamente a luta de libertação nacional da Coréia contra a ocupação colonial do Japão.
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"Os Grandes Escritos Anarquistas", de George Woodcock. Publicado por L&PM Editores. 1981.

Tradução de Júlia Tettamanzi e Betina Becker. Organização e edição de George Woodcock.
Os grandes escritos anarquistas é uma compilação de textos selecionados e organizados pelo historiador simpático ao anarquismo, George Woodcock.
O livro reúne uma ampla gama de autores anarquistas e sindicalistas revolucionários como:
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Anarquismo - Crítica e Autocrítica." de Murray Bookchin. Publicado pela @editorahedra . 2011.
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Tradução de Felipe Corrêa e Alexandre B. de Souza. Edição e introdução de Felipe Corrêa.
O livro reúne dois importantes textos do anarquista estadunidense Murray Bookchin: "Anarquismo Social ou Anarquismo de estilo de vida" de 1995 e "A esquerda que se foi: uma reflexão pessoal' de 1991.
Nesses textos, Bookchin esta direcionado a combater nas organizações anarquistas norte americanas de seu tempo as perspectivas egoístas, místicas, primitivistas e irracionalistas que passou a influenciar a teoria e a ação dos anarquistas a partir dos anos 60.
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"Deus e o Estado" de Mikhail Bakunin. Publicado por Cortez Editora. 1988.

Tradução de Plínio Augusto Coelho. Edição e introdução de Maurício Tragtenberg. Image
Deus e o Estado é o mais divulgado texto do anarquista russo Mikhail Bakunin!

É um fragmento retirado e editado por Elisée Reclus e Carlos Cafiero de um manuscrito do livro "O império Cnuto Germânico e a Revolução Social".
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Em Deus e o Estado, Mikhail Bakunin busca a gênese da dominação entre os homens, na relação entre religião e política, as origens do Estado em Deus e sua crítica para a emancipação humana. Image
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Hoje é nosso último dia falando de anc*p e o tema de hoje é a relação entre o anc*p e a supremacia branca.

Pessoas sensíveis a esse tipo de conteúdo devem estar atentas pois no fio serão mostradas bandeiras antissemitas e racistas. Image
Primeiro vamos conversar sobre essa bandeira que temos brincando desde semana passada.

A bandeira de Gadsden foi criada em 1775 para representar tropas na Revolução Americana contrárias a colonização britânica.

Mas esse não é seu uso atual
Como mostra o canal @meteoro_br em vídeo recente, a bandeira nunca caiu em total desuso. É ligada a movimentos racistas desde pelo menos desde os anos 60, usada por movimentos brancos contrários ao Movimento de Direitos Civis que acabou com a segregação racial institucional Image
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Vamos continuar na missão de falar de anc*p?

Hoje vamos ver o que são, do que se alimentam, onde vivem, o que pensam e, a pergunta que irrita todos os anarquistas desse site, eles são mesmo anarquistas? Image
Primeiro vamos ver o que eles dizem sobre sua ideologia.

Anc*ps se definem enquanto uma "filosofia política", não ideologia, porque o anc*p não seria algo prescritivo, ou seja, não dita como o mundo deve ser.
Para eles, o anc*p analisa as coisas que já existem e impõe um “limite ético” à interferência nas liberdades individuais. Isso porque afirmam que o anarcocapitalismo é possível e que já existe expressões deles na sociedade, a partir do capitalismo.
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