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Vocês pediram, eu faço: segue abaixo fio sobre a grande dama da literatura brasileira
Senhoras & senhoras, LYGIA FAGUNDES TELLES, que no próximo 19 de abril faz 96 anos, um dos maiores escritores brasileiros vivos
Em 19 de abril de 1923, na rua Barão de Tatuí, centro de São Paulo, Lygia de Azevedo Fagundes, quarta filha de Durval e Maria do Rosário. Brincando com o local do nascimento, seu pai gostava de chama-la de “Baronesa de Tatuí”.
Na foto, Lygia aos dois anos e os pais.
Na infância, Lygia costumava ouvir histórias de crianças vizinhas e pajens empregados pelos pais. Em 1931, já alfabetizada, começa a escrever, nas páginas finais de seus cadernos, as suas próprias histórias, que irá contar em casa.
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Nesse dia 8 de março, aproveito para fazer uma thread sobre escritoras incríveis da literatura brasileira ❤ atenção que no fim do fio tem um sorteio de livros!
Na foto, Carolina Maria de Jesus e Clarice Lispector
#leiamulheres
Maria Firmina dos Reis (1822-1917), maranhense, foi a primeira romancista brasileira. Escreveu “Úrsula” (1859), o primeiro romance publicado por uma mulher negra em toda a América Latina, além de ser o primeiro romance abolicionista de autoria feminina da língua portuguesa.
Nísia Floresta (1810-1885) é considerada a primeira feminista brasileira. Educadora, advogou pela educação das mulheres. Escreveu o manifesto revolucionário “Direitos das mulheres e injustiças dos homens” (1832).
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Há 42 anos, em 13 de fevereiro de 1977, falecia Carolina Maria de Jesus, uma das maiores escritoras brasileiras do século XX, traduzida em 13 países, vendendo 1 milhão de exemplares de livros.
Segue o fio sobre sua vida e obra:
Carolina nasceu em 14/03/14, em Sacramento (MG). Filha de uma família humilde que migrou para a região por conta de atividades pecuárias, estudou pouco. Em 1923, foi matriculada em uma escola espírita, patrocinada por uma senhora rica, para quem sua mãe trabalhava como lavadeira.
Mudou-se para São Paulo em 1947, morando, com seus três filhos, na favela do Canindé. Sua única fonte de renda era catar papéis e outros recicláveis nas ruas da cidade. Devido a seu fascínio pela palavra, lia tudo que encontrava, o que criou nela o hábito de escrever.
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15 anos atrás, 4 de fevereiro de 2004, falecia Hilda de Almeida Prado Hilst.
Aproveitando a data, segue uma thread sobre essa mulher maravilhosa e revolucionária:
Hilda Hilst nasceu em 1930, em Jaú, interior de São Paulo. Seus pais, Bedecilda Vaz Cardoso e Apolônio de Almeida Prado Hilst, não eram casados oficialmente. Sua mãe, já com um filho e separada do primeiro marido, era considerada uma mulher emancipada para a época.
Quando Hilda nasceu, dia 21 de abril de 1930, a primeira reação de Apolônio, ao saber que a filha era uma menina, foi dizer: Que azar!
A relação entre Hilda e o pai é muito intensa e polêmica. Poeta e vítima de transtornos mentais, Apolônio não conviveu com a filha na infância.
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