Bruno Brandão, diretor executivo da @TI_InterBr, dá início ao evento de lançamento do relatório 'Integridade e Empresas no Brasil'. "O combate a corrupção em curso dá às empresas brasileiras vantagem comparativa em relação às suas concorrentes de outras nações", comenta.
"O período eleitoral é a grande oportunidade de fazer uma diferença verdadeira nessa causa, que é do país. É uma luta por direitos", acrescenta Bruno Brandão, citando as #NovasMedidas contra a Corrupção e a campanha #UnidosContraaCorrupção.
Wagner de Campos Rosário, ministro da @CGUonline, comenta os avanços de governança do estado brasileiro para prevenir e detectar casos de corrupção nas relações entre os setores público e privado. “Não podemos falar em combater a corrupção sem falar em transparência”.
"Temos de avançar no tema de proteção aos denunciantes no Brasil", recomenda o ministro Wagner Rosário, destacando a importância do controle social para o avanço do combate à corrupção no país.
Izabel Nuñes, pesquisadora da @FGV_DIREITORIO, e Guilherme Donega, consultor da @TI_InterBr, apresentam os resultados do Integridade e Empresas no Brasil (Business Integrity Country Agenda-BICA Brazil).
"O BICA é um relatório que construímos com base em uma pesquisa acadêmica feita com a FGV, que, por sua vez, utilizou metodologia empregada internacionalmente pela Transparência Internacional" - Guilherme Donega.
"Essa é uma metodologia que busca analisar tanto o marco legal quanto o marco regulatório, tanto para o setor público quanto para o privado. Isso é um desafio enorme" - Izabel Nuñes.
A equipe de pesquisa se debruçou sobre uma extensa gama de publicações e documentos relacionados à integridade no setor corporativo: livros, artigos, relatórios, reportagens, leis, decretos, instruções normativas e bancos de dados.
Numa segunda etapa, entrevistou nove especialistas de 13 instituições. Para que pudessem expressar suas avaliações livres de constrangimentos, a todas/os foi dada a garantia de anonimato.
E, por fim, as avaliações e recomendações dos pesquisadores foram analisadas, validadas e por vezes alteradas por conselheiros provenientes do setor público, do setor empresarial e da sociedade civil.
Para o setor empresarial, o estudo recomenda, entre outros aspectos, envolver a alta direção das empresas nas políticas anticorrupção, promover o debate sobre corrupção corporativa e fazer com que relatórios e balanços sejam exercícios de transparência.
Para o setor público, o BICA recomenda identificar e punir com mais efetividade os responsáveis por atos de corrupção, regulamentar o lobby, tratar o suborno comercial como crime específico e aprovar uma legislação mais abrangente e moderna.
Também a sociedade civil pode colaborar mais com o combate à corrupção empresarial via promoção de campanhas que defendam a adoção de políticas anticorrupção, fortalecimento do jornalismo investigativo e uma reflexão sobre a concentração da propriedade da mídia no país.
Caio Magri, diretor presidente do @institutoethos, homenageia o jornalista Claudio Abramo, morto neste domingo (13). "Perdemos um lutador no combate a corrupção no Brasil". Abramo foi um dos principais articuladores da Lei de Acesso à Informação, sancionada em 2012.
“Precisamos da sociedade, das organizações sociais e das empresas para expandir a mensagem da campanha Unidos Contra a Corrupção”, destaca Caio Magri. Entre as #NovasMedidas, ele cita desburocratização do estado, regulamentação do lobby e proibição da corrupção privada.
Caio Magri lança os materiais para divulgação das #NovasMedidas contra a Corrupção para empresas.
Benjamin Baptista Filho, CEO da ArcelorMittal Brasil; Flávia Oliveira, colunista da Globonews, CBN e O Globo; Anna Rego, diretora geral na Standard & Poor's; e Cristina Palmaka, CEO da SAP Brasil; discutem agora como tirar o compliance do papel e ser um agente de transformação.
"Se uma empresa quer captar investimentos no mercado mundial, é fundamental que tenha uma estrutura robusta de governança e compliance" - Anna Rego, diretora geral e head of Legal and Regulatory Affairs LATAM na Standard & Poor's.
"Tenho uma crença de que a tecnologia exerce papel fundamental para ajudar as empresas a implementar as melhores práticas anticorrupção. A simplificação que tecnologias podem trazer aos negócios é fundamental" - Cristina Palmaka, CEO da SAP Brasil.
"Um dos resultados da Lei Anticorrupção é o aumento do nível de engajamento por parte das empresas privadas. Não é somente um controle do governo. É um controle parte a parte. O custo de mentir é maior hoje em dia" - salienta Anna Rego, da Standard & Poor´s.
Benjamin Baptista, CEO da ArcelorMittal no Brasil, diz que, embora a Lei Anticorrupção seja recente, muitas empresas já se preocupavam com isso antes.
"Hoje todas que prestam serviços para a Arcelor não se incomodam em seguir as regras de transparência. Antes era diferente."
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