Diferenças culturais existem, mas alguns discursos sobre refugiados disfarçados de opinião são, na verdade, xenofóbicos. Vem entender melhor tudo isso. #EquipeDrauzio
Não é opinião, é xenofobia: “Refugiados são criminosos ou terroristas”
O refugiado é uma pessoa que foi forçada a deixar o seu país de origem por sofrer perseguição - por motivos políticos, de raça/etnia, religião - ou por conflitos armados.
Não é opinião, é xenofobia: “Refugiados são cidadãos ilegais”
Cada país tem sua legislação sobre o tema. No Brasil, o solicitante de refúgio recebe um documento provisório enquanto o governo avalia o pedido. Aprovado, o refugiado recebe o Registro Nacional de Estrangeiro.
Não é opinião, é xenofobia: “Refugiados trazem insegurança e despesas”
Ao acolher um refugiado, o objetivo deve ser ajudá-lo a reconstruir sua vida. Ele também contribuirá para o país através de sua força de trabalho e pagamento de impostos.
Não é opinião, é xenofobia: “Refugiados deveriam voltar para seus países”
Abrigar e proteger os refugiados faz parte do compromisso assinado em 1951 por 148 países - Brasil entre eles. Aqui, essa pauta se tornou lei federal em 1997, com a criação do Estatuto dos Refugiados.
Não é opinião, é xenofobia: “Refugiados vão roubar empregos dos cidadãos locais”
Não há dados que comprovem tal relação. O que se vê é a iniciativa empreendedora de muitos refugiados, que acabam ajudando a economia local ao comprar produtos nacionais e gerar empregos.
Share this Scrolly Tale with your friends.
A Scrolly Tale is a new way to read Twitter threads with a more visually immersive experience.
Discover more beautiful Scrolly Tales like this.
