A lógica de estruturação da Região Metropolitana de Belém tem sua gênese e planos concebidos na segunda metade do século XX: o Plano de Desenvolvimento da Grande Belém (PDGB), o Plano de Estruturação Metropolitana (PEM) e o Plano de Desenvolvimento Metropolitano (PDM) #metropoles
Os planos buscavam, a partir de variáveis eleitas, projetar um perfil da "Grande Belém". Através da coleta de dados do presente, estabelecer um futuro desejado para a metrópole. Seguiam, em quase todas as possibilidades os caminhos da rodovia que acabava de chegar na Amazônia
o Plano de Desenvolvimento da Grande Belém (PDGB), projetava alternativas que eram associadas à expansão em direção à rodovia. A diferença estava na densidade de ocupação das margens da via, a partir da instalação se serviços, públicos e privados, e de setores habitacionais
O Plano de Estruturação Metropolitana (PEM), buscava uma outra abordagem, basicamente a partir de indução de sub-centros para além do núcleo metropolitano (área central de Belém), voltados a organização da oferta de serviços e empregos nos municípios e distritos adjacentes
Hoje, segunda década do século XXI, os indícios de uma certa organização para a Belém metropolitana é um espaço voltado para a gestão territorial em relação à regiões mais dinâmicas: o Baixo Tocantins e o Sudeste Paraense. Daí a existência de uma malha de objetos logísticos
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