Segundo relatório da ONG @OxfamBrasil, os bilionários do Brasil e da América Latina ficaram consideravelmente mais ricos durante a crise causada pela pandemia do novo #coronavírus. Como isso aconteceu? Conversamos com um especialista para explicar o que significa este resultado
Leia o #NexoExpresso “Por que os super-ricos ficaram ainda mais ricos na crise” em nosso site nexojornal.com.br/expresso/2020/… ou entenda e retuite os destaques da entrevista no fio 👇
Períodos de crise podem significar aperto para o bolso das famílias. Seja por queda em rendimentos, redução de salário ou mesmo o desemprego. Neste #DurmaComEssa falamos sobre como 1,2 milhão de postos formais foram fechados no primeiro semestre de 2020
nexojornal.com.br/podcast/2020/0…
A realidade para quem é muito rico é diferente. De acordo com a @OxfamBrasil, oito novos bilionários surgiram na América Latina e no Caribe entre março e julho de 2020. No Brasil, o conjunto da riqueza dos 42 bilionários aumentou 27,6% no período considerado pelo relatório
Os três brasileiros mais ricos em 2020 são o banqueiro Joseph Safra, o empresário Jorge Paulo Lemann (sócio de Ambev, Burger King e Kraft Heinz) e Eduardo Saverin, cofundador do Facebook. Que organiza a lista é a revista americana @Forbes (forbes.com/billionaires/)
Importante: riqueza não é só dinheiro no banco. A conta considera também imóveis, a participação em empresas de capital fechado, mas também, principalmente, as ações de empresas listadas em bolsas de valores - e que passaram por forte oscilação desde o início da pandemia.
Segundo @hnrq_cstr, da @EconomiaGV: "O levantamento faz uma análise a partir da data de 18 de março e compara com relação a julho. Se a gente for lembrar o que estava acontecendo aqui no Brasil e em vários outros países, as bolsas de valores estavam na parte mais baixa"
É necessário levar em conta a realidade da bolsa de valores para entender o que os dados querem revelam: “Essas pessoas super-ricas têm muita relação com o mercado de ações. E o mercado de ações desse período cresceu – no Brasil e em vários outros lugares do mundo” - @hnrq_cst
“Enquanto a população em geral perdeu renda durante a pandemia ou teve dificuldades em manter seu nível de trabalho e de renda, os super-ricos não dependem de salário, mas de fazer render sua riqueza” - @hnrq_cst
O relatório da ONG sobre os bilionários brasileiros e latino-americanos termina com um pedido para que os super-ricos paguem mais impostos, a chamada taxação de grandes fortunas
“Já havia grande desigualdade antes da pandemia. A pandemia aumentou o problema. A solução passa por pensar sistemas de forma a minimizar esse problema. Tributação é um caminho. Mas por enquanto as propostas não atacam essa grave injustiça”, explica @hnrq_cst
Três artigos de opinião publicados em 2020 em nosso jornal revelam diferentes visões sobre as desigualdades provocadas (e agravadas) pela pandemia
Para o senador @paulopaim, “a taxação das grandes fortunas é possível e é elemento indispensável para que o nosso país melhore o sistema de saúde, salve vidas, crie políticas de erradicação da pobreza e oportunize emprego e renda”
nexojornal.com.br/colunistas/tri…
Ensaio para seção #Debate, Danielle Klintowitz, Felipe Moreira e Jéssica Tavares falam sobre como ações como a renda básica emergencial e utilização de prédios públicos vazios para isolamento são políticas públicas que vão além da pandemia
nexojornal.com.br/ensaio/debate/…
A economista @lauraabcarvalho fala, em sua coluna no Nexo, sobre desigualdade: “Há uma crise global, mas o impacto do novo coronavírus está longe de ser tão democrático quanto muitos gostam de afirmar”
nexojornal.com.br/colunistas/202…
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