A Premier League também sofreu quando passou a divulgar imagens das tais linhas de impedimento. Os argumentos eram os mesmos que estamos vendo por aqui. De modo que acho pertinente divulgar esse material que explica didaticamente o processo: premierleague.com/news/1488423
Claro que é possível que a ferramenta usada lá tenha alguma diferença em relação à nossa, mas o princípio me parece parecido. O VAR (pessoa) determina o “ponto final” do corpo de cada jogador e a tecnologia “conta” quem tá à frente.
Por isso a marcação PRECISA ser objetiva.
Veja: a delimitação do “ponto final”, essa sim é subjetiva. Mas à medida que ela se dá, não tem o que fazer se não seguir o software. Qual a solução? “Ah, o software deu impedimento mas meu olho não vê isso, dá o gol”. Imagina a zona! Por isso a objetividade é importante.
Uma alternativa possível - vale o debate - é eliminar o software e permitir que as marcações sejam absolutamente visuais. É um caminho. Mas não vai eliminar a polêmica em outros tantos lances - como os impedimentos em que os jogadores estão distantes. Estamos prontos?
Então, resumindo, podemos pensar em um VAR sem software, o que talvez seja melhor em um lance como o de hoje e pior em tantos outros. Porém, havendo o software temos que todos nos assumir incapazes de determinar o que é impedimento ou não. Não temos mais esse poder. Simples.
Um complemento importante.
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