Sábado costumava ser um dia cheio de festas. Mas, por questões óbvias, elas estão suspensas.
Mas o Brasil é o país do avesso e essa proibição das casas noturnas se transformou em PRÊMIO PARA A IRREGULARIDADE: Festas clandestinas, mas declaradas e descaradas, rolam soltas. Leia👇🏻
25 de março, 12 de outubro, José Paulino... Ruas apinhadas de gente se esbarrando, adjetivos que já são realidades nos bares. Casas noturnas e de shows ainda estão fechadas: elas, que EMPREGAM (com carteira assinada) muita gente (especialmente nos bastidores), pagam IMPOSTOS e👇🏻
mantém equipes MÉDICAS e de corpo de BOMBEIROS em cada abertura das portas, estão no cadafalso.
A Prefeitura insiste na saúde do povo, MAS NADA FAZ CONTRA AS FESTAS CLANDESTINAS, que não empregam ninguém, não pagam impostos, não mantém equipe médica e nem bombeiros. Alguém pode👇🏻
passar mal, ter um coma alcoólico ou coisa que o valha e não ser socorrido; o lugar pode pegar fogo e morrer muita gente. Mas a Prefeitura não se mexe: as festas são organizadas e divulgadas com estardalhaço e número de CPF dos organizadores para depósito.
E nossas boates vão👇🏻
morrendo: enquanto a Prefeitura de SP as sufoca com o travesseiro, fecha os olhinhos, faz biquinho e assopra um arzinho para a clandestinidade.
E ainda existe influenciador digital que vê nesse meu argumento algum mercenarismo: como pode o Pavinatto pensar em festa com a Covid?👇🏻
Eu baixaria a cabeça pra esse influenciador se ele realmente fosse sincero e não estivesse se metendo nas festas clandestinas (como diz a Flordelis: Eu tenho prints).
É o momento do Prefeito deixar de hipocrisia e, por que não dizer, burrice. Quarentena pela metade é nenhuma👇🏻
quarentena. Matar negócios regulares privilegiando a clandestinidade é bandidagem: prejudica não só o empreendedor como também os cofres públicos.
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