O presidente abre a Assembleia Geral da ONU dizendo que o “mundo precisa da verdade para superar seus desafios”, mas segue proferindo suas inverdades sem nenhum tipo de vergonha e constrangimento.
É indigno e aviltante, da dignidade institucional da instituição presidência da República do Brasil, ver o presidente Jair Bolsonaro acusando de forma leviana e mentirosa os indígenas e demais povos tradicionais pelos crimes de desmatamentos e queimadas da Amazônia.
O presidente Bolsonaro tentou vender uma imagem no exterior para se eximir de qualquer responsabilidade por sua trágica atuação no enfrentamento da pandemia. Atacou novamente governadores e a imprensa.
O presidente citou o país como uma referência na área humanitária e de direitos humanos, esquecendo que o seu governo foi acusado por uma série de violações na Comissão de Direitos Humanos da própria ONU.
Tentou passar a ideia de que os problemas ambientais no Brasil não existem, como se o país e o seu governo fossem alvo de campanhas de desinformação sobre a Amazônia e o Pantanal.
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