Roberto Motta Profile picture
Engenheiro. Autor de 5 livros. Comentarista da @JovemPanNews. Ex-consultor do Banco Mundial e ex-Secretário de Estado. Pai. Instagram: @robertomottaoficial

Sep 25, 2020, 8 tweets

Os radicais do caos atacam em todas as frentes em nome da "justiça social". Qualquer reivindicação ou posição política, por mais errada, aloprada até ilegal que seja, é defendida em nome dessa "justiça" etérea que vai corrigir todos os erros e pagar todas as dívidas "históricas".

Mas a expressão "justiça social" é apenas um cavalo de Tróia ideológico usado, junto com o termo "desigualdade", para justificar uma ocupação cada vez maior de espaços pelo Estado, e um aumento sem limite de impostos e da interferência de políticos e burocratas em nossas vidas.

Os arautos da "justiça social" escondem o principal: a desigualdade a ser reduzida em primeiro lugar é a desigualdade de poder, que criou uma sociedade de privilégios onde uma casta de políticos, burocratas e amigos do poder reina soberana sobre os que trabalham e produzem.

Foi a "Justiça Social" que produziu a ministra Luislinda - quem lembra dela? - que queria acumular sua aposentadoria de R$ 30 mil com o salário do cargo de R$ 30 mil, alegando que não permitir isso seria "escravidão".

É da "Justiça Social" que veio o Rolex de Vagner Freitas, o presidente da CUT, a Central Única dos "Trabalhadores".

Como disse Thomas Sowell: "a questão básica não é o que é melhor; a questão básica é quem decide o que é melhor".

Trecho retirado do meu segundo livro Jogando Para Ganhar.

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