Ruth Bader Ginsburg foi uma grande mulher que, de tão importante, não morreu. A poder de suas ideias, atitudes e desafios ganhou uma magnitude que viverá por muitos anos.
Sendo pai de uma menina, passei a reconhecer a força na sensibilidade, a potência da suavidade e a magnitude de virtudes femininas no qual todos os homens deveriam se esforçar para ter. Virtudes femininas e virtudes masculinas não devem se prender ao sexo de cada um.
Ginsburg sempre se impôs sem ameaçar, convenceu sem berrar, venceu sem humilhar. Ela demonstrou que a potência intelectual e de atitude não precisam estar acompanhadas da tosquice e egocentrismo.
Ginsburg conquistou tantas pessoas pq sua força quase sobrenatural em defesa de ideais nobres, era transmitida com doçura, equilíbrio e solidez. Sem ofender, sem machucar e sem humilhar.
Ela deve ser lembrada por todos não como uma heroína para as mulheres, mas como uma heroína para todos que prezam pela racionalidade, intelectualidade educada e polidez para com o rival.
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