De todos os desvarios da imprensa ligada à esquerda identitária, o mais alucinado é o deslumbre com a intervenção hormonal e cirúrgica em jovens com disforia de gênero. É absurdo simétrico à defesa da "cura gay", com danos ainda mais graves e duradouros aos jovens. 1/6
Do menos de 0,5% dos jovens que sofrem disforia de gênero, a imensa maioria resolve a questão até o fim da adolescência, frequentemente adotando a homossexualidade. Mas ativistas e médicos vendem aos pais a ilusão de que a disforia só se resolverá com hormônios e bisturis. 2/6
Em boa parte dos casos, é como sugerir uma cirurgia de emagrecimento para uma garota anoréxica que acredita estar obesa. Pior: dizem aos pais que contrariar o filho é “transfobia” e pode aumentar as chances de suicídio. Os pais ficam aterrorizados e perdidos. 3/6
Depois de "mudarem de sexo", muitos jovens percebem que isso dificilmente é possível: o rapaz agora tem seios e algo que lembra uma vagina, mas a sensação de incompatibilidade persiste. Muitos se arrependem, mas agora dificilmente há caminho de volta. 4/6
Mesmo em países com menos preconceito, a taxa de suicídio entre trans é altíssima - antes ou depois das intervenções. Em 2019, pesquisadores apontaram benefícios da mudança de sexo à saúde mental. Este ano, admitiram erros estatísticos e que não há benefícios. Link abaixo. 5/6
O deslumbre de jornalistas e professores contribui com o fenômeno do contágio social: jovens dizendo que são trans só porque ouviram dos amigos, só para ganhar atenção.
Mais sobre essa insanidade coletiva neste excelente livro da neurocientista sexual Debrah So. 6/6
Aqui o link da correção do estudo: ajp.psychiatryonline.org/doi/10.1176/ap… Também vale ver esse manifesto do American College of Pediatricians: comprehensivesexualityeducation.org/wp-content/upl…
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