Copacabana foi tomada como refém pelos populistas que controlam a cidade do Rio. Eles decidiram que as ruas de Copacabana devem servir de moradia para mendigos, drogados, exploradores de menores, pessoas com problemas psiquiátricos ou qualquer um que resolva morar em uma calçada.
Eles chamam esse grupo de "população em situação de rua", um eufemismo fofo que esconde uma ideologia para a qual, quanto maior o caos urbano, melhor.
As ruas e calçadas de Copacabana viraram dormitórios, cozinhas e banheiros ao ar livre, o ambiente perfeito para a propagação de doenças. As cracolândias se multiplicaram.
Inacreditavelmente, tudo isso teve o estímulo e amparo da lei.
Em maio de 2012 promotores do Ministério Público e a prefeitura do Rio assinaram um Termo de Ajuste de Conduta que IMPEDE a prefeitura de desocupar as calçadas.
O TAC continua em vigor.
Como se isso não bastasse, em 2015 a Câmara Municipal aprovou, POR UNANIMIDADE, o Projeto de Lei 1.543/2015, de autoria do vereador Reimont, que institui a inacreditável "Política Municipal para a População em Situação de Rua"
São mais de 12 páginas falando sobre os direitos e benefícios do sujeito que dorme e usa drogas em frente à sua portaria.
Sobre os direitos do cidadão de bem e sua família, nem o TAC e nem a lei falam nada.
E assim chegamos ao dia de hoje.
Isso tem que mudar.
Para mudar, bastam as ideias certas e coragem para botar o Rio em ordem.
Roberto Motta - 20300 - Vereador
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