Uma em cada cinco pessoas já teve algum tipo de pensamento suicida. Por que, então, ainda tratamos a questão como um elefante branco na sala?
Falar sobre suicídio também é uma ferramenta de prevenção. Todos nós estamos sujeitos à crises emocionais. ⬇️
Se você já vivenciou/está vivenciando pensamentos suicidas, é importante lembrar que você não está sozinho. Em momentos de crise, é comum que foquemos na dor e não consigamos olhar para a situação de uma maneira ampla. Lembre-se: as crises são temporárias, na maioria das vezes.
O pensamento suicida também é um sinalizador de que algo não vai bem. Ele não significa necessariamente um desejo de morrer, mas de acabar com uma dor que, às vezes, não sabemos como expressar. Aí entra a importância de buscar alguém de confiança para desabafar a respeito.
Muitas vezes, o simples ato de falar sobre os pensamentos suicidas faz com que eles parem de fazer parte do seu dia a dia e percam o sentido. Não tenha vergonha, a sua dor é válida, seja ela qual for. Pensar sobre suicídio não é pecado, nem imoral. É um pedido de ajuda.
Às vezes, mesmo que amigos e familiares se mostrem dispostos a ouvi-lo, a ajuda oferecida pode não dar conta da demanda. Nesse caso, é interessante pedir para que alguém faça uma ponte entre você e um profissional de saúde mental.
O auxílio profissional pode ser tanto um terapeuta particular, quanto uma escuta terapêutica em instituições gratuitas. E se você sente que não há para quem recorrer, lembre-se do CVV (Centro de Valorização da Vida).
O CVV é uma entidade de apoio emocional que atende tanto pela internet - através de chats - quanto por telefone, pelo número 188. Saiba que, por mais que seja difícil enxergar por trás da crise que você está vivendo, você não está sozinho. 💛
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