Saiu um estudo com 1200 genomas sobre a composição genética da população brasileira. Esta jornalista foi divulgar. Insinua, após essa parte printada, que a causa de haver mais herança negra materna que paterna foi estupro. Gostaria de saber com que evidências ela concluiu isso.
Deixo alguns fatos:
- Mulheres preferem ter filhos com homens de alto status. Homens negros, em função da escravidão e das consequências dela após a abolição, tinham menor status.
- Elas também preferem homens da mesma raça.
- Homens são menos seletivos nesses critérios.
Garanto a vocês que esses fatos acima têm uma participação causal muito maior sobre essa composição genética da população que o estupro. Estupradores são uma minoria reincidente. A maioria dos homens heterossexuais NÃO GOSTA de saber que a parceira não consente ao ato sexual.
Moral da história? Só mais uma num mar de pessoas que alegam ser preocupadas com fake news, com ter uma visão de mundo baseada em evidências, mas que quando é para apoiar o progressismo se guiam exclusivamente PELA FÉ. Pois o progressismo é sua religião secular.
Acho curioso esse "humanismo" que pinta os nossos ancestrais não como humanos, mas como monstros sedentos de sangue, estupradores, opressores, destituídos de empatia. Fácil difamá-los: não estão aqui para se defender. Fácil também elogiar a si mesmo meramente por estar vivo.
P. S.: Esqueci-me de citar outra hipótese: efeito do macho raro. Machos com fenótipos diferentes têm vantagem reprodutiva. Foi observado até em drosófilas. Percebam que as hipóteses alternativas são mais politicamente incorretas e exigem que se aceite que não somos tábula rasa.
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Abrindo evento de lançamento da pré-candidatura de @RomeuZema esta manhã em São Paulo, o presidente do Novo, @eduribeironovo, pediu que levantasse a mão quem tivesse conhecido que já saiu do Brasil para não mais voltar. Pelo menos metade da plateia levantou a mão.
Ribeiro prevê que o número de brasileiros saindo vai triplicar se o PT continuar no poder.
Ele criticou o “complexo da censura” capitaneado pelo STF e Alexandre de Moraes. Ressaltou a urgência do impeachment do ministro.
Agora fala o senador @EduGiraoOficial. Ele mostrou uma tabela com estatísticas de violência e afirmou que 10 das 12 cidades mais violentas do Brasil estão em estados administrados pelo PT. “É o custo PT. Perda Total”, disse.
@EduGiraoOficial Girão critica “o regime que cala, que não vai parar de censurar”. E faz um trocadilho: um governo que usa tanto imposto é um “governo impostor”.
“Chamam de movimento ‘Palestina Livre’. Mas o nome é uma cortina de fumaça. Estamos lidando não com um movimento de base pela paz, por um Estado. É islamismo encharcado de maoísmo, instrumentalizado para a era das redes sociais e afiado por guerreiros ideológicos que leram mais Foucault que o Corão.”
— @Ayaan Hirsi Ali, em @TheFP.
“Talvez soe como hipérbole para você. Mas eu tenho estudado e analisado movimentos subversivos por décadas, especialmente os que emanam do mundo do islã político.
O que torna este momento singularmente perigoso é a mesclagem de duas ideias que, historicamente, operaram em arenas muito diferentes: o islamismo e o maoísmo.
O primeiro é alimentando pela teocracia absolutista e a vingança tribal; o outro, pela guerra de classes e a conformidade ideológica. Um invoca o divino; o outro finge que é secular. Ambos exigem submissão. O islamismo quer restaurar um califado do século VII através de bombas, sangue e barbaridade. O maoísmo quer achatar todas as hierarquias sob o coturno da ‘equidade’, implantada através de vigilância, humilhação e medo. Um sonha com o paraíso após a morte. O outro promete a utopia depois de expurgações políticas e sociais suficientes.”
O islamismo e o maoísmo “compartilham um instinto básico: esmague o infiel, expurgue o impuro, tome controle da narrativa. O islamismo traz o fogo — a ira sagrada, a fixação com o martírio e um ódio visceral contra judeus que precede o Estado de Israel em séculos. O maoísmo traz a estratégia — a longa marcha pelas instituições, as sessões de luta culturais, a reescrita da história, o reenquadramento da realidade através das redes sociais e slogans.”
Moraes inicia o interrogatório a Bolsonaro falando que houve uma tentativa reiterada de "deslegitimar o processo eleitoral".
Ele lê uma declaração de Bolsonaro em reunião ministerial em que ele critica Fachin por trazer observadores internacionais para validar as urnas eletrônicas.
"Alguém acredita aqui em Fachin, Barroso, Alexandre de Moraes? Acredita que são pessoas isentas, preocupadas em fazer justiça, em seguir a Constituição? Nosso Supremo é um poder à parte, um Supersupremo", disse Bolsonaro na época.
Continua a leitura de Moraes: "Não tenho prova de muita coisa, mas tenho dúvida", disse o ex-presidente.
"Foi uma sequência de várias afirmações em várias entrevistas", diz Moraes. "Qual fundamento o réu tinha para alegar fraudes nas eleições, nas urnas eletrônicas, e que os ministros do TSE e do Supremo estariam direcionando as eleições?"
"A minha retórica sempre foi parecida com isso", começa Bolsonaro em sua resposta.
"Senhor Flávio Dino, em 2010, quando perdeu a eleição para governo do Maranhão, ele disse: 'hoje tive a oportunidade ser vítima de um processo que precisa ser aprimorado, que é o sistema das urnas eletrônicas. Acredito que houve fraude, em várias modalidades'. Palavras do sr. Flávio Dino", diz Bolsonaro.
Bolsonaro diz que batalhou muito pelo voto impresso desde 2012, conseguiu fazer tramitar um PL que foi vetado por Dilma. O veto foi derrubado, e continuou a tramitação.
"Infelizmente, por 8 a 3, o STF declarou o voto impresso inconstitucional", diz o ex-presidente.
Bolsonaro diz que ficou surpreso com a própria vitória em 2018. "Uma facada quase me levou a óbito".
"Fizemos muita coisa: Lei da Liberdade Econômica, Pix, aumento do Bolsa Família".
Ele fala também em avanços feitos como estatais como Itaipu.
"É uma empresa que não é auditada pelo TCU por ser binacional" — hoje, mais de 50% dos gastos de Itaipu são discriminados como "outros" nas contas da estatal.
"Ganhei antipatia enorme da imprensa" por causa das pautas dos costumes, diz Bolsonaro.
Começa agora a audiência pública sobre o celular do Tagliaferro. O senador @FlavioBolsonaro abre ao lado do jornalista @ggreenwald. Estou presente. Acompanhem no fio. 👇
Flávio Bolsonaro elogia Greenwald pelo “serviço à nossa democracia”.
O senador Magno Malta também elogiou Greenwald.
Ele disse que o advogado do Tagliaferro disse que seu cliente temia por sua vida.