Assédio, violência, envenenamento, drogas ilícitas e muito mais ocorriam nos bastidores do famoso clássico “O Mágico de Oz”.
O filme “O Mágico de Oz” lançado em 18 de setembro de 1939, dirigido parcialmente por Victor Fleming, tornou-se um filme de enorme sucesso na época. Porém, o que muitos não sabem é que, diferente do maravilhoso sonho da Dorothy no longa, nos bastidores foi um verdadeiro pesadelo.
Uso forçado de drogas ilícitas, assédio sexual, violência, longas horas de trabalho, envenenamento, condições precárias no 'set' de filmagem e muito mais ocorriam nos bastidores. Os atingidos foram os funcionários e principalmente os atores, que foram os mais prejudicados.
Quem mais sofreu foi Judy Garland, a atriz que interpretou a protagonista do filme, Dorothy. Na época, ela possuía 17 anos e tinha que seguir uma dieta rigorosa, além de usar uma cinta muito apertada para cobrir seus seios, pois deveria se parecer com uma garota de 12 anos.
Ela começou a ter vício em algumas drogas, como a anfetamina, que era forçada a usar para manter seu peso, além de cigarros. Viciou-se também em medicamentos sedativos, como barbitúricos, os quais usava para dormir após 16 horas de gravação. Ao todo, foi obrigada a perder 5,5 kg.
Sidney Luft, cônjuge de Judy entre 1952 e 1965, relatou em seu livro de memórias “Judy and I: My Life With Judy Garland” que a atriz era constantemente molestada pelos atores que interpretavam os munchkins, homens com 40 anos ou mais, que a apalpavam por debaixo de seu vestido.
Além de todas essas atrocidades pelas quais a atriz teve que passar, apesar de ser a protagonista do filme, seu salário era de apenas U$ 500 por semana, enquanto os atores que interpretaram os personagens Homem de Lata e o Leão, por exemplo, recebiam até U$ 3 mil semanalmente.
Durante uma cena, a atriz não conseguia parar de rir, fazendo com que vários 'takes' fossem refeitos, o que despertou a fúria do diretor do filme, Victor Fleming, que puxou a jovem de canto e lhe deu um tapa no rosto, além de gritar para que Judy parasse de rir.
No entanto, Judy não era a única pessoa que sofria nesse set de filmagens. A atriz Margaret Hamilton, que interpretou a Bruxa Má do Oeste, acabou sendo envenenada por sua maquiagem verde, pois engoliu um pouco da tinta sem querer. Ela não conseguiu se alimentar direito por dias.
Ela também teve queimaduras de segundo e terceiro grau no rosto e mãos enquanto gravava uma cena em que desaparecia em uma nuvem vermelha de fogo, porque a tinta usada possuía cobre em sua composição, além de que a maquiagem fez com que a pele dela ficasse verde por muito tempo.
Buddy Ebsen, ator que inicialmente era o Homem de Lata, nem podia sentar-se por sua fantasia ser de metal. Ele também teve uma reação alérgica ao pó de alumínio de sua maquiagem, sendo hospitalizado em uma tenda de oxigenação. Após isso, o ator foi substituído por Jack Haley.
Bert Lahr, o Leão Covarde, usava uma fantasia que pesava 45kg, a qual consistia em pelos reais do animal. Como fazia um calor de 40°C no 'set', o ator saía 'ensopado' após as filmagens. Ele também era proibido de ingerir alimentos sólidos, pois a maquiagem era difícil de fazer.
O Espantalho, interpretado por Ryan Bolger, também não saiu ileso deste filme, pois sua maquiagem era feita com uma prótese de borracha que imitava tecido, que deixou o corpo de Ryan totalmente marcado. As linhas permaneceram até depois de um ano em seu rosto.
Os figurantes que interpretavam os macacos voadores alados eram suspensos por cordas de piano, o que ocasionava em uma brusca queda no chão à medida em que eram abatidos em cena. Os anões que atuavam como os munchkins eram agressivos no 'set' por quase sempre estarem embriagados.
E eles não cantavam, todos precisaram de dublagem, exceto os que dão um buquê de flor para Dorothy em uma cena. Uma curiosidade é que foram contratados 350 anões, os quais ganhavam U$ 50 por semana, enquanto o Totó, o cão, recebia U$ 125.
No entanto, o cachorro Totó, de Dorothy, também não teve descanso. Em uma cena agitada em que os guardas da Bruxa Má tinham que correr, um deles acidentalmente acabou pisando em uma das patinhas dele, quebrando-a. Como o animal não tinha dublê, tiveram que paralisar as gravações.
Totó não foi o único animal que precisou atuar no filme: a cena em que um cavalo aparece com uma cor diferente era porque tinha sido pintado com pó de gelatina. As cenas tiveram de ser gravadas rapidamente, pois, senão, o cavalo começava a lamber todo o pó contido em seu pêlo.
As luzes no estúdio eram tão intensas que causavam um calor de 40 °C no 'set' de filmagens. A situação era tão insalubre, que os atores estavam perto de terem um ataque cardíaco. Os produtores chegaram a levar também aves reais para o cenário, de modo a tornar tudo mais realista.
O filme teve 5 diretores: Richard Thorpe, demitido por não agradar os produtores; George Cuckor, que não fez nenhuma cena; Victor Fleming, que fez boa parte do filme, mas saiu para dirigir "E o Vento Levou"; King Vidor, que terminou o longa, e um dos produtores, Mervin LeRoy.
Em 1969, a atriz Judy Garland foi encontrada morta na banheira de sua casa após uma overdose não intencional de remédios para dormir, nos quais se viciou quando tinha apenas 17 anos, forçada a usá-los na filmagem do filme. Não há informações sobre os outros atores.
Dentre as várias lendas que rodeiam a história bizarra desse filme, acredita-se que um dos anões que interpretavam os munchkins cometeu suicídio por enforcamento no próprio estúdio, o que teria se tornado uma cena macabra no filme, no entanto, isso não passa de um falso boato.
Apesar da fama que o filme ganhou por conta de seus polêmicos bastidores e a exibição de telas multicoloridas, o longa foi um fracasso de bilheteria. Ao todo, a obra custou US$ 2,7 milhões (o mais caro até a década de 1940) e rendeu somente US$ 3 milhões para os bolsos da MGM.
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🚨Técnicos de enfermagem são presos após ser descoberto que eles seriam responsáveis por assassinar pelo menos três pacientes dentro do hospital.
Uma das vítimas teve desinfetante injetado na veia por mais de 10 vezes, até não resistir. Confira a imagem dos criminosos.
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Entenda o caso da jovem que atropelou e matou o namorado após ele dar carona de moto a uma amiga:
O caso de Geovanna Proque da Silva, de 21 anos, ganhou grande repercussão nacional após a jovem ser presa por atropelar e matar o próprio namorado, Raphael Canuto Costa, de 21 anos, e a amiga dele, Joyce Corrêa da Silva, de 19 anos, na madrugada do dia 28 de dezembro de 2025, no bairro Campo Limpo, zona sul da capital paulista.
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A criança de 6 anos que foi arrastada no asfalto pelo lado de fora de um carro e chamada de ''boneco de Judas'' por bandidos do RJ:
João Hélio Fernandes Vieites, intitulado por João Hélio, foi uma criança que ficou conhecida pelo Brasil inteiro em 7 de fevereiro de 2007, ao ser vítima de um latrocínio.
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