A mulher que aplicou golpes por toda Uberlândia: o caso Marta Golpista.
Marta Maria Mendes de Paula, residente de Uberlândia (MG), ficou famosa em sua comunidade local e, mais tarde, no Brasil todo por aplicar golpes e furtar produtos. Sua reputação infame fez com que ficasse conhecida como “Marta Golpista” em sua cidade e nas redes sociais.
O caso ganhou mais notoriedade no fim de janeiro de 2019, quando foi criado o grupo “MARTA GOLPISTA DE UBERLÂNDIA” no Facebook. A comunidade, que chegou a acumular mais de 20 mil membros, foi usado como uma plataforma de relatos dos crimes de Marta.
Anos antes da criação do grupo, um usuário já havia denunciado o modus operandi de Marta em uma postagem: “Ela chega dizendo que mora no bairro, é sempre muito simpática, muitas vezes compra à vista e, assim que tem a confiança, leva um condicional e nunca mais aparece”, contou.
“Ela furta também pequenas coisas, como celulares, dentro de lojas, mas gosta mesmo é de se arrumar em salões de beleza, onde diz na hora do pagamento que esqueceu o cartão ou pegou o cartão errado; diz que mora perto e já volta, uma verdadeira artista e cara de pau!”, completou.
A primeira passagem pela polícia de Marta teria ocorrido em 2010, quando foi presa em flagrante por estelionato, mas foi absolvida em juízo. Dois anos depois, foi presa novamente pelo mesmo crime, e dessa vez foi condenada à prestação de serviços à comunidade.
A golpista ganhou notoriedade pela primeira vez em agosto de 2014, quando uma empresária, proprietária de uma loja de roupas, registrou um boletim de ocorrência e denunciou um golpe de Marta em suas redes sociais.
“Estava muito bem vestida e mostrava conhecimento de marcas. Contou-me da família dela, da igreja e até dos amigos, mostrando uma pessoa muito cativante. Como ela apresentava ser uma pessoa honesta acabei deixando ela levar 11 peças de roupas no valor aproximado de R$ 2 mil.”
Marta nunca retornou para realizar o pagamento. Após compartilhar o ocorrido, vários internautas relataram eventos semelhantes, com golpes que iam de dezenas de reais até R$ 10 mil, aplicados contra diversos estabelecimentos e pessoas, tanto em Uberlândia como em cidades próximas
Além de crimes patrimoniais, Marta também teve de ser restrita por autoridades em locais públicos após se exaltar em discussões e conflitos com outras pessoas. Segundo a família, tais eventos seriam resultados de crises ocasionadas por distúrbios psicológicos.
Em 2013, Marta foi diagnosticada com transtorno bipolar, que a ocasionava “casos explosivos” e “atitudes agressivas”. Ela fazia tratamento no Centro de Atenção Psicossocial, onde recebia acompanhamento profissional, além de fazer uso de medicamentos.
No entanto, Marta seria contra o tratamento, se recusando a fazer uso das medicações e deixando de comparecer às sessões de terapia. Além das prisões, ela chegou a ter de ser internada em uma instituição psiquiátrica.
Quando o grupo para compartilhamento de relatos e “monitoramento” de Marta – os membros da comunidade publicavam fotos da mulher em diversos locais em que era vista – foi criado, em 2019, havia quase 2 anos desde o último registro criminal dela.
A última passagem de Marta pela polícia ocorreu em 2017, quando ela deixou de pagar por serviços e produtos (pares de sapato e maquiagens) em um salão de beleza, dando um prejuízo de R$240 ao estabelecimento.
No auge de sua infâmia, diversos memes foram criados com o histórico da moça, tanto em relação a seus crimes quanto por conta de declarações inusitadas feitas por Marta enquanto gravada por moradores da região. Alguns desses vídeos podem ser conferidos no @MartaGoIpista
Em maio de 2019, Marta concedeu uma entrevista à @tvvitoriosa, quando comentou sobre as postagens acerca dela: “Não dá nem pra explicar por que as pessoas fazem isso. [...] Eu acho que é uma invasão, é algo que se divertem com isso, é algo ruim.”
Em relação aos golpes que aplicava, Marta declarou que “Eu não considero um golpe. A pessoa me vendeu, não há uma coisa que a pessoa foi obrigada. E há meios legais para as pessoas resolverem isso, tem a justiça, tem advogado, mas resolveram partir pra um lado braçal, físico.”
“Eu devo, sim, mas acho que nada justifica isso”, completou. Por fim, disse não se importar com a perseguição nas redes sociais e com as “brincadeiras” que ouvia no cotidiano: “Eu superei, graças a Deus, eu tenho uma paz interior muito grande”, desabafou.
“Eu não deixo de sair por conta disso, não deixo de ir a lugar público por causa disso. Faço minhas compras no supermercado, vou a restaurante, acho que tenho o direito de ir e vir”, completou Marta, que não tem registros de atividade criminal desde 2017.
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Um dos casos mais chocantes do Brasil, o acampamento que acabou em tragédia e levantou a discussão da redução da maioridade penal:
Em 2003, Liana Friedenbach (16 anos) e seu namorado Felipe Caffé (19 anos), decidiram acampar. Entretanto, a garota escondeu de sua família o verdadeiro destino e disse que iria para Ilhabela com amigos, quando na verdade, foi para Embu-Guaçu, onde acampou em um sítio abandonado.
Por serem jovens de classe média-alta, ambos chamavam a atenção na cidade, principalmente Liana, por ser muito bonita. Infelizmente, um jovem da mesma idade que ela acabou reparando no casal: Roberto Aparecido Alves Cardoso, mais conhecido como 'Champinha'.
11 horas de um passeio trágico e violência gratuita. Conheça um dos piores casos da África do Sul:
Hannah Cornelius morava na Cidade do Cabo, junto de seu irmão caçula e seus pais. Seu pai, Willem Cornélius, era juiz, e sua mãe, Anna Cornélius, tinha uma agência de advocacia bem sucedida. Hannah sempre foi uma pessoa gentil e amável, constantemente envolvida com ONGs.
Desde os seus 16 anos, ela sempre pegava o dinheiro dos presentes de seu aniversário e doava para crianças necessitadas. Ela estava cursando linguagens, literatura e filosofia na melhor faculdade de sua cidade, e tinha o sonho de estudar na França após sua formação.
🚨Técnicos de enfermagem são presos após ser descoberto que eles seriam responsáveis por assassinar pelo menos três pacientes dentro do hospital.
Uma das vítimas teve desinfetante injetado na veia por mais de 10 vezes, até não resistir. Confira a imagem dos criminosos.
Os técnicos de enfermagem presos sob acusação de matar ao menos três pacientes na UTI do Hospital Anchieta, em Taguatinga (DF), são Marcos Vinícius (24 anos), Amanda Rodrigues (28 anos) e Marcela Camilly (22 anos).
Marcos Vinícius é apontado como o principal executor dos crimes. Além dele, as duas técnicas de enfermagem também são acusadas de participar de dois dos três crimes, "dando cobertura".
Entenda o caso da jovem que atropelou e matou o namorado após ele dar carona de moto a uma amiga:
O caso de Geovanna Proque da Silva, de 21 anos, ganhou grande repercussão nacional após a jovem ser presa por atropelar e matar o próprio namorado, Raphael Canuto Costa, de 21 anos, e a amiga dele, Joyce Corrêa da Silva, de 19 anos, na madrugada do dia 28 de dezembro de 2025, no bairro Campo Limpo, zona sul da capital paulista.
Naquela madrugada, Raphael e Joyce trafegavam juntos em uma motocicleta quando foram violentamente atingidos por um Citroën C4 Cactus conduzido por Geovanna. O impacto foi tão forte que a motocicleta foi arremessada por cerca de 30 metros, atingindo outros veículos estacionados no local.
A criança de 6 anos que foi arrastada no asfalto pelo lado de fora de um carro e chamada de ''boneco de Judas'' por bandidos do RJ:
João Hélio Fernandes Vieites, intitulado por João Hélio, foi uma criança que ficou conhecida pelo Brasil inteiro em 7 de fevereiro de 2007, ao ser vítima de um latrocínio.
No dia do crime, por volta das 21h, no bairro Oswaldo Cruz (Rio de Janeiro) a família de João havia saído de casa. Rosa Cristina Fernandes (Mãe), Aline Fernandes (13 anos) e João Hélio (6 anos) estavam no carro e pararam no sinal vermelho.
Homem russo força o estuprador de sua filha a cavar a própria cova e se matar:
Vyacheslav Matrosov, russo de 35 anos, é casado e pai de duas filhas. Em setembro de 2021, ele estava com seu melhor amigo, Oleg Sviridov, 32, quando pegou o celular do parceiro. Enquanto olhava a galeria, Matrosov encontrou um conteúdo perturbador: Sviridov abusando de sua filha
No vídeo, Sviridov força uma das filhas de Matrosov, de apenas 8 anos, a realizar atos sexuais nele, enquanto se escuta a menina dizendo, em prantos, “Oleg, já chega, não aguento mais. Eu quero ir para casa”. Após ver a filmagem, o pai da vítima espancou o pedófilo.