1. A história da poliomielite que você aprendeu está errada.
É uma das sequências de eventos mais incompreendidas nos últimos duzentos anos.
Quero explicar algo sobre a doença para ajudar as pessoas a entender o q aconteceu.
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2. O primeiro relato moderno de algo parecido com a poliomielite foi em 1789.
Um médico chamado Michael Underwood descreveu uma doença em crianças q chamou de “Debilidade das extremidades inferiores”.
Ele atribuiu isso à dentição e intestinos fétidos.
3. Uma das próximas menções foi da Louisiana em 1841.
Algumas crianças ficaram paralisadas.
A suposta causa: dentição.
Por que a dentição estaria associada à paralisia?
4. Várias histórias surgiram ao longo de 1800 de crianças com paralisia, quase sempre nas pernas.
Muitas pessoas a chamavam de “paralisia da dentição”, mas outras se fixavam em “paralisia infantil”.
5. Este era um fenômeno novo: os médicos nunca o tinham visto antes e não sabiam por que estava acontecendo.
A pesquisa começou a revelar que a causa da paralisia eram lesões na parte cinzenta da medula espinhal.
6. Se você desenvolvesse uma lesão na medula espinhal, eles chamavam isso de “poliomielite”.
Pólio = cinza.
Mielite = inflamação da medula espinhal.
7. A poliomielite era uma lesão na medula espinhal.
É possível de que mais de uma pessoa desenvolva isso, porém, eles não sabiam por que as crianças começaram a desenvolver, aparentemente do nada.
8. Os cientistas realizaram pesquisas em animais envenenando-os propositalmente com arsênico, um ingrediente de remédios populares da época.
O resultado?
Paralisia nas patas traseiras.
9. Ao fazerem as autópsias dos animais, descobriram lesões na medula espinhal.
Os animais tinham o que chamavam de “poliomielite”.
10. Durante o século XIX, os tratamentos médicos mais comuns para qualquer doença continham mercúrio – para limpar os intestinos.
Os bebês receberam pó de dentição contendo mercúrio.
11. Este não era um tratamento marginal, mas algo tão comum quanto o Tylenol pode ser considerado hoje.
Se o metal arsênico era conhecido por causar poliomielite, então talvez o mercúrio também pudesse.
12. Ao longo do século XIX, houve alguns casos de paralisia infantil que apareceram aqui e ali.
Na verdade, não há epidemias.
Na década de 1890, algo mudou.
13. Um novo pesticida foi inventado em 1892, chamado arseniato de chumbo, perto de Boston, Massachusetts, para combater a disseminação de um invasor estrangeiro — a mariposa cigana.
Combinava chumbo e arsênico porque não podia ser facilmente lavado.
14. O pesticida começou a ser pulverizado de forma agressiva e, em dois anos, as primeiras epidemias reais de poliomielite (paralisia infantil) começaram a aparecer no nordeste dos Estados Unidos.
15. Essas epidemias afetaram as crianças mais do que ninguém, mas tiveram outro estranho conjunto de vítimas: os animais.
Cavalos, cachorros, galinhas, porcos. Todos mortos de poliomielite - lesões na medula espinhal que causaram paralisia e morte.
16. Estranho porque o poliovírus não afeta animais (exceto Macacos do Velho Mundo).
Esses primeiros surtos são referidos como os primeiros surtos de poliomielite nos EUA, mas sabemos que não poderia ter sido devido ao poliovírus se os animais estivessem sendo atingidos.
17. Outro evento confundiria os cientistas da época - um efeito que é a principal razão pela qual as pessoas interpretam a história da poliomielite de forma tão errada até hoje: os Postulados de Koch.
18. Os Postulados de Koch eram algumas diretrizes de pesquisa que basicamente estipulavam que havia um único micróbio causador de cada doença.
ERA verdade para todas as outras doenças: cólera, febre tifóide, difteria.
19. Nos anos seguintes, os cientistas descobriram que muitas coisas poderiam causar a poliomielite – não era apenas o arsênico.
Havia vários outros vírus e bactérias que, se injetados diretamente no sistema nervoso, poderiam causar lesões que desencadeariam paralisia.
20. Mas a nuvem dos Postulados de Koch pairava sobre suas pesquisas, e muitos cientistas achavam que — como todas as outras doenças — a poliomielite TINHA de ser devida a UMA coisa: uma bactéria ou um vírus.
Eles só tinham que encontrá-lo.
21. Pode-se ver a mudança no pensamento deles nessa época.
Passam a referir-se à doença como um nome próprio:
Poliomielite, ao invés de usá-la como sintoma:
O paciente tem poliomielite.
22. Nessa época, ainda era muito difícil trabalhar com vírus.
Eles não podiam vê-los, apenas deduzir sua presença pelos sintomas que poderiam causar.
Em 1908, descobriu-se que um vírus era capaz de causar paralisia em macacos.
23. Deram-lhe o nome de “poliovírus”, porque poderia causar poliomielite nos macacos.
Outros vírus e bactérias podem causar a mesma coisa: coxsackievirus, echovirus, D68, etc.
24. Com os Postulados de Koch guiando sua busca, eles começaram a focar neste vírus como a causa da poliomielite, apesar de saberem que havia muitas outras causas.
Esse erro criaria sofrimento para milhões de pessoas nas próximas décadas.
25. A questão é se vírus e bactérias PODEM causar poliomielite, por que somente então, e não antes?
Por que as epidemias de poliomielite apareceram repentinamente nos anos 1900, quando não existiam antes?
26. Alguns sugeriram melhorias no saneamento como a causa.
Eles sugerem que um melhor saneamento impediu que as pessoas pegassem as infecções quando crianças, quando eram protegidas pelos anticorpos do leite materno de suas mães.
27. Essa hipótese é fraca.
A doença foi chamada de paralisia infantil por muitos, mesmo na década de 1940, porque parecia sempre atingir bebês.
Se o melhor saneamento fosse a causa, adolescentes ou adultos deveriam ser os únicos com problemas.
28. Além disso, os primeiros surtos ocorreram sempre em áreas rurais, onde houve pouca mudança nas práticas de saneamento.
Não por acaso, essas áreas rurais foram submetidas a pesadas pulverizações de agrotóxicos.
29. A verdadeira questão é se a medula espinhal estava bem protegida dessas infecções paralíticas, por que de repente ela pareceu ficar vulnerável a partir dessa época?
30. Alguns creem que os pesticidas ingeridos, conhecidos por causar disfunção da membrana celular, criaram um caminho direto dos intestinos para a parte inferior da medula espinhal, localizada logo atrás, para os vírus e bactérias se instalarem.
31. É por isso que vários vírus (poliovírus, coxsackievírus, echovírus, etc.) começaram a paralisar as crianças nessa época.
Não foi uma mutação genética.
Não foram melhorias sanitárias.
Foi uma alteração física da integridade do intestino por pesticidas.
32. Os cientistas modernos dirão que o vírus entra no sangue e atinge a medula espinhal dessa maneira.
Mas por que a infecção quase sempre afetou a parte inferior da medula espinhal, quando o suprimento de sangue chega uniformemente a toda a medula?
33. É por isso que bebês e crianças foram os mais afetados.
A parte inferior da medula espinhal infantil (a parte que controla as pernas) fica diretamente atrás dos intestinos.
34. À medida que você cresce, a medula espinhal não cresce tanto quanto as vértebras e, nos adultos, a parte inferior da medula espinhal acaba sendo muito mais alta em relação aos intestinos – bem fora do alcance da maioria das agressões tóxicas ou microbianas.
35. É por isso que a vacina injetável Salk contra a poliomielite funcionou tão mal.
Criou anticorpos para apenas um dos muitos vírus que podem paralisar e criou anticorpos no sangue - uma defesa inútil contra uma infecção intestinal.
36. Como o arseniato de chumbo caiu em desuso devido à sua toxicidade, um novo conjunto de pesticidas sintéticos entrou em ação e tornou esse problema muito pior.
37. Após a Segunda Guerra Mundial, o DDT começou a ser aplicado em todos os lugares, pulverizado diretamente na comida das crianças, em suas roupas, roupas de cama, etc.
Isso deixou as pessoas muito doentes e a paralisia da poliomielite explodiu.
Foi horrível.
38.Em 1952, ficou claro que muitos dos insetos estavam se tornando resistentes ao DDT, e sua toxicidade começou a preocupar as pessoas.
Eles começaram a usar pesticidas mais seguros e,com o arsenato d chumbo também desaparecendo de cena,a paralisia infantil começou a desaparecer.
39. Mesmo o Steedman's Teething Powder, o produto contendo mercúrio administrado por tanto tempo a bebês em fase de dentição, mudou sua fórmula.
40. Em 1960, a ineficácia da vacina Salk preocupou os cientistas e eles se reuniram em Chicago para discutir o problema.
As pessoas ficavam paralisadas mesmo depois de 4 ou mais doses.
41. Eles tb estavam preocupados com o estudo em Detroit,onde coletaram amostras d fezes d quase 1.000 pessoas diagnosticadas com poliomielite.
Apenas 1/3 das pessoas testadas realmente tinha poliomielite.
Os outros tinham algum outro vírus paralisante. jamanetwork.com/journals/jama/…
42. Isso representa um problema pq muitas pessoas foram informadas de que tiveram “poliomielite” quando foram afetadas quando crianças.
A realidade é q os médicos não poderiam saber o q causou a paralisia.
Pode ter sido um dos muitos vírus, pesticidas ou até bactérias diferentes
43. A vacina Sabin oral contra a poliomielite logo começou a ser usada e pode realmente controlar a infecção pelo poliovírus no intestino - onde realmente fez a diferença.
Mas isso não importava.
Afetava apenas o poliovírus — nenhum dos outros micróbios paralisantes.
44. Nessa época (1963), a poliomielite (também conhecida como “pólio”) havia praticamente desaparecido.
Acontece que nenhuma das vacinas era realmente necessária.
A vacina Salk foi horrível na prevenção da paralisia, e a vacina Sabin chegou tarde demais para fazer a diferença.
45. Hoje, os países que usam pesticidas tóxicos ainda lutam contra a paralisia infantil, também conhecida como poliomielite.
O uso de vacina oral extremamente agressiva contra a poliomielite pode ajudar a controlar infecções por poliovírus...
46. ...mas com vários outros vírus paralisantes existentes, não é a panacéia que as pessoas acreditam que seja.
Para complicar as coisas, a própria vacina oral contra o poliovírus ocasionalmente cria paralisia.
47. Então, o que se pode tirar de tudo isso?
A “pólio” é um problema criado pelo homem.
A paralisia causada pela exposição direta a pesticidas OU pela entrada de vírus na medula espinhal pode ser atribuída diretamente a uma causa provocada pelo homem.
48. Apareceu de forma epidêmica na década de 1890 com a introdução do arseniato de chumbo e desapareceu na década de 1950 quando o uso do DDT caiu.
Como sabemos que foi causado por muitas coisas diferentes, o efeito de uma vacina de vírus único em seu declínio é mínimo.
49. Você pode ler mais a respeito deste assunto neste livro, escrito por @forrestmaready
@forrestmaready “Algumas vacinas orais contra o poliovírus foram contaminadas com o SV40 infeccioso depois de 1961 | Pesquisa sobre câncer | Associação Americana para Pesquisa do Câncer”
@forrestmaready @kacdnp91 CDC admite que 98 milhões de americanos receberam vacina contra poliomielite em um período de 8 anos, quando ela foi contaminada pelo vírus do câncer
A sucupira é uma árvore nativa do cerrado brasileiro, pertencente ao gênero Pterodon.
As espécies mais conhecidas são a sucupira-branca (Pterodon pubescens) e a sucupira-preta (Bowdichia major). As sementes, cascas, folhas e frutos da sucupira são utilizados na medicina popular devido às suas propriedades medicinais.
Propriedades Medicinais da Sucupira:
- Anti-inflamatória:
A sucupira é frequentemente usada para tratar condições inflamatórias como artrite, artrose e reumatismo. Estudos indicam que compostos como beta-cariofileno e alfa-humuleno contribuem para sua ação anti-inflamatória.
- Analgésica:
Devido às suas propriedades anti-inflamatórias, a sucupira também é conhecida por aliviar dores, especialmente nas articulações e músculos.
- Antioxidante:
Contém substâncias antioxidantes que podem ajudar na redução do estresse oxidativo, potencialmente beneficiando a saúde geral e a prevenção de doenças.
- Antirreumática:
Utilizada tradicionalmente para tratar sintomas de doenças como a artrite reumatoide.
- Cicatrizante:
Algumas fontes sugerem que a sucupira pode acelerar a cicatrização de feridas e úlceras estomacais.
- Antimicrobiana:
Há evidências de que extratos da sucupira possuem atividade antimicrobiana, útil contra infecções bacterianas e fúngicas.
- Anticâncer:
Estudos iniciais apontam para possíveis efeitos antitumorais, especialmente em modelos experimentais de câncer de próstata.
Formas de Consumo:
- Chá:
Feito com as sementes, cascas ou folhas, é uma das formas mais comuns de consumo para obter os benefícios medicinais.
- Óleo:
Extraído das sementes, pode ser usado tanto internamente quanto para massagens em áreas doloridas.
- Cápsulas:
Disponível em farmácias de manipulação, proporcionando um consumo mais controlado e conveniente.
- Garrafada:
Mistura de sementes de sucupira com vinho ou outra bebida alcoólica, tradicional na cultura popular brasileira.
Considerações Importantes:
- O uso de sucupira deve ser feito com moderação, pois em grandes quantidades pode ser tóxico.
- É recomendável consultar um profissional de saúde antes de iniciar qualquer tratamento com sucupira, especialmente para gestantes, lactantes, crianças ou indivíduos com problemas hepáticos ou renais.
Estudos científicos sobre a sucupira têm focado em várias propriedades medicinais da planta, especialmente em seus compostos ativos e seus efeitos biológicos.
- Anti-inflamatório e Analgésico:
Estudos têm demonstrado que a sucupira, principalmente Pterodon pubescens, possui propriedades anti-inflamatórias e analgésicas significativas.
Pesquisadores encontraram compostos como diterpenos, incluindo vouacapanos e geranilgeraniol, que são responsáveis por estas propriedades.
Por exemplo, um estudo disponível no PubMed discutiu os efeitos imunomodulatórios de infusões de sementes de sucupira em modelos de artrite induzida por colágeno.
- Anticâncer:
Há pesquisas que sugerem atividades antitumorais dos extratos de sucupira.
Um estudo no ResearchGate examinou o potencial de extratos de sucupira no tratamento de glioblastoma, indicando que o óleo das sementes poderia ter implicações terapêuticas em células de câncer cerebral.
- Microencapsulação:
Devido à instabilidade de alguns compostos ativos da sucupira, estudos recentes têm explorado a microencapsulação para melhorar a estabilidade e a biodisponibilidade dos extratos.
Um artigo no PMC discutiu técnicas de microencapsulação para preservar as propriedades dos compostos sucupira, especialmente diterpenos.
- Efeito Imunomodulatório:
Outra área de estudo é o efeito da sucupira no sistema imunológico.
Um estudo específico analisou como o extrato de sementes de sucupira pode modular a resposta imune em modelos de artrite, sugerindo seu potencial no tratamento de doenças autoimunes.
- Estudos Farmacológicos e Fitoquímicos:
Vários estudos também têm se dedicado à identificação e quantificação de compostos ativos na sucupira, bem como à avaliação de suas atividades farmacológicas.
A literatura descreve flavonoides, triterpenos e esteroides, com foco em como essas substâncias se relacionam com a atividade biológica.
A sucupira é frequentemente mencionada por seus potenciais benefícios para a artrite devido às suas propriedades anti-inflamatórias e analgésicas.
- Redução da Inflamação:
A sucupira contém compostos como diterpenos (vouacapanos, geranilgeraniol) e beta-cariofileno que têm demonstrado capacidade de inibir a inflamação.
Isso pode ajudar a reduzir o inchaço e a dor associados à artrite.
- Alívio da Dor:
Além de reduzir a inflamação, esses compostos também têm propriedades analgésicas, podendo amenizar a dor articular característica da artrite.
- Imunomodulação:
Estudos sugerem que extratos de sucupira podem modular a resposta imunológica, o que é útil em doenças autoimunes como a artrite reumatoide, onde o sistema imunológico ataca as articulações.
- Evidências Científicas:
- Pesquisas em modelos animais de artrite induzida por colágeno mostraram que o uso de sucupira pode diminuir a gravidade dos sintomas inflamatórios.
- Um estudo publicado no "Journal of Ethnopharmacology" discutiu os efeitos anti-inflamatórios e imunomoduladores de infusões de sementes de sucupira em modelos de artrite, indicando um alívio nos sinais de inflamação e dor.
- Uso Tradicional:
Na medicina popular brasileira, a sucupira é utilizada há gerações para tratar sintomas de artrite e outras condições inflamatórias das articulações.
Considerações:
- Dosagem e Segurança:
É importante usar a sucupira em doses adequadas, pois o consumo excessivo pode levar a efeitos tóxicos.
- Interação com Medicamentos:
A sucupira pode interagir com medicamentos usados para tratar artrite, como anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) ou medicamentos imunossupressores, então a supervisão de um profissional de saúde é recomendável.
Poejo, conhecido cientificamente como Mentha pulegium, é uma erva aromática da família Lamiaceae, amplamente utilizada por suas propriedades medicinais. Aqui estão algumas de suas principais propriedades:
- Digestivas:
Poejo é conhecido por suas propriedades carminativas, ajudando a reduzir gases intestinais, melhorar a digestão e aliviar cólicas abdominais.
- Expectorantes:
A planta é usada para tratar problemas respiratórios como tosse, gripes, resfriados, bronquite e asma, ajudando a liberar muco acumulado nas vias respiratórias.
- Antissépticas:
Possui propriedades antissépticas, o que pode ser útil para tratar inflamações cutâneas e infecções bacterianas ou fúngicas.
- Calmantes:
Tem efeitos calmantes sobre o sistema nervoso, podendo ajudar com ansiedade, insônia e dores de cabeça.
- Antiespasmódicas:
Ajuda a relaxar os músculos, o que pode aliviar cólicas menstruais e espasmos intestinais.
- Emenagogas:
Pode estimular a menstruação, mas deve ser usado com cautela por mulheres grávidas devido ao risco de aborto provocado pela pulegona, um dos seus componentes tóxicos.
- Repelente de Insetos:
O óleo essencial do poejo é utilizado como repelente de insetos, incluindo pulgas.
Atenção para as Contraindicações:
- O consumo de poejo, especialmente em grandes quantidades ou de forma concentrada como óleo essencial, pode ser hepatotóxico e abortivo, sendo contraindicado para grávidas, lactantes e crianças pequenas.
- Também é recomendado evitar seu uso em pessoas com problemas hepáticos ou renais sem supervisão médica.
As propriedades digestivas do poejo (Mentha pulegium) incluem:
- Carminativo:
Ajuda a expelir gases do sistema digestivo, aliviando flatulência.
- Estimulante da digestão:
Pode melhorar a função digestiva, facilitando a digestão de alimentos pesados.
- Antiespasmódico:
Relaxe os músculos do trato gastrointestinal, reduzindo cólicas e espasmos intestinais.
- Antiemético:
Em alguns casos, pode ajudar a reduzir náuseas e vômitos.
Apesar desses benefícios, o uso de poejo deve ser moderado devido à presença de pulegona, um composto potencialmente tóxico para o fígado.
Recomenda-se consultar um profissional de saúde antes de usar poejo para fins medicinais, especialmente para tratamentos prolongados ou em casos de condições preexistentes.
O mecanismo de ação digestiva do poejo pode ser explicado pelos seguintes pontos:
1. Estimulação da Secreção de Suco Gástrico:
O poejo contém compostos que podem estimular a produção de sucos digestivos no estômago, ajudando na digestão dos alimentos ao aumentar a acidez gástrica.
2. Atividade Carminativa:
Os componentes voláteis do poejo, como mentol e mentona, têm propriedades que facilitam a expulsão de gases do intestino, reduzindo o desconforto causado por flatulência.
3. Efeito Antiespasmódico:
Através de seus componentes, como a pulegona, o poejo age relaxando os músculos lisos do trato gastrointestinal. Isso ajuda a aliviar espasmos e cólicas abdominais, proporcionando um efeito calmante e antiespasmódico.
4. Ação Antiemética:
Embora menos estudado, há indicações de que o poejo pode ajudar a acalmar o sistema digestivo, potencialmente reduzindo náuseas e vômitos através de um efeito sedativo sobre o estômago.
5. Melhora da Motilidade Intestinal:
Ao estimular a secreção de enzimas digestivas e melhorar o ambiente digestivo, pode-se inferir que o poejo auxilia na motilidade intestinal, ajudando a mover o alimento através do trato digestivo de maneira mais eficiente.
O astrágalo (Astragalus membranaceus) é uma planta medicinal originária da China, amplamente utilizada na medicina tradicional chinesa.
- Planta: Pertence à família das leguminosas (Fabaceae).
- Parte Usada: Principalmente a raiz, que é seca e usada em forma de extrato, pó ou chá.
Propriedades:
- Imunomodulador: É conhecido por fortalecer o sistema imunológico, ajudando na prevenção de infecções.
- Antioxidante: Contém compostos que ajudam a combater o estresse oxidativo no corpo.
- Anti-inflamatório: Pode ajudar a reduzir inflamações em várias condições.
- Adaptógeno: Ajuda o corpo a se adaptar ao estresse, tanto físico quanto emocional.
- Cardioprotetor: Estudos sugerem que pode ter benefícios para a saúde cardiovascular, ajudando a regular a pressão arterial e melhorar a função cardíaca.
- Diurético: Promove a eliminação de líquidos do corpo, o que pode ser útil em casos de retenção de líquidos.
- Antiviral: Algumas pesquisas indicam propriedades antivirais.
Usos Comuns:
- Fortalecimento do sistema imunológico.
- Suporte durante a recuperação de doenças.
- Tratamento de cansaço crônico.
- Melhoria da função renal.
O astrágalo (Astragalus membranaceus) tem sido associado a vários benefícios para a saúde do coração:
- Melhora da Função Cardíaca: Estudos mostram que o astrágalo pode ajudar a melhorar a função ventricular esquerda e a capacidade de exercício em pacientes com insuficiência cardíaca.
- Regulação da Pressão Arterial: Alguns compostos no astrágalo podem ajudar a dilatar os vasos sanguíneos, o que contribui para a redução da pressão arterial.
- Redução do Colesterol: Há evidências de que o astrágalo pode ajudar a reduzir os níveis de colesterol LDL (o "mau" colesterol) e aumentar os níveis de HDL (o "bom" colesterol).
- Antioxidante e Anti-inflamatório: As propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias do astrágalo podem ajudar a proteger o coração contra danos causados por radicais livres e reduzir a inflamação nas artérias, prevenindo assim a aterosclerose.
- Proteção Contra Ataques Cardíacos: Alguns estudos demonstram que o astrágalo pode ter um efeito protetor contra infartos do miocárdio, possivelmente devido à sua capacidade de melhorar a circulação sanguínea e proteger as células do coração.
- Melhora na Circulação: Ao fortalecer os vasos sanguíneos e melhorar a microcirculação, o astrágalo pode ajudar na prevenção de doenças cardiovasculares.
É recomendável que a suplementação com astrágalo seja feita sob orientação médica, especialmente para pessoas com condições cardíacas pré-existentes ou que estejam tomando medicamentos para o coração, devido ao risco de interações medicamentosas.
Aqui estão alguns dos estudos mais notáveis sobre o uso de astrágalo na insuficiência cardíaca:
1. Estudo sobre a Função Cardíaca:
- Estudo: "Effect of Astragalus on left ventricular function in patients with heart failure" (2002) por Zhang et al.
- Resultados: Este estudo mostrou que o astrágalo, quando combinado com tratamento convencional, melhorou significativamente a função ventricular esquerda em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva.
Eles observaram melhorias na fração de ejeção e na capacidade de exercício.
2. Estudo sobre Qualidade de Vida e Capacidade de Exercício:
- Estudo: "Astragalus in the treatment of heart failure: a systematic review and meta-analysis" (2016) por Liu et al.
- Resultados: Uma revisão sistemática e meta-análise que avaliou vários ensaios clínicos concluiu que o astrágalo, além da terapia convencional, melhorou a qualidade de vida, a capacidade de exercício e os parâmetros hemodinâmicos em pacientes com insuficiência cardíaca.
3. Estudo sobre Biomarcadores e Mortalidade:
- Estudo: "Effects of Astragalus Membranaceus on Heart Failure: A Systematic Review and Meta-Analysis" (2019) por Wang et al.
- Resultados: Esta análise sugeriu que o astrágalo pode reduzir os níveis de biomarcadores de insuficiência cardíaca como BNP (peptídeo natriurético tipo B) e melhorar a mortalidade e a hospitalização relacionada à insuficiência cardíaca.
4. Estudo sobre Remodelamento Cardíaco:
- Estudo: "Astragalus polysaccharides attenuates cardiac remodeling by inhibiting cardiac fibroblasts proliferation and collagen synthesis" (2013) por Li et al.
- Resultados: Em modelos animais, foi observado que o astrágalo pode inibir a proliferação de fibroblastos cardíacos e a síntese de colágeno, reduzindo assim o remodelamento ventricular adverso na insuficiência cardíaca.
5. Estudo sobre Inflamação e Estresse Oxidativo:
- Estudo: "Astragalus polysaccharides alleviates cardiac dysfunction in heart failure via suppressing inflammation and oxidative stress" (2020) por Chen et al.
- Resultados: Este estudo indicou que o astrágalo pode mitigar disfunções cardíacas em modelos experimentais de insuficiência cardíaca, em parte, através da redução da inflamação e do estresse oxidativo.
Uma hérnia de disco ocorre quando o material gelatinoso interno de um disco intervertebral (núcleo pulposo) se projeta através de uma ruptura na parte externa fibrosa (anel fibroso), pressionando ou irritando as raízes nervosas próximas.
Causas:
- Degeneração do disco: Com a idade, os discos perdem água e flexibilidade, tornando-se mais propensos a rupturas.
- Lesões: Traumas ou levantamento de peso podem causar lesões nos discos.
- Postura inadequada: Má postura ou movimentos repetitivos que colocam tensão na coluna.
- Genética: Pode haver uma predisposição genética para problemas de disco.
- Obesidade: Peso extra aumenta a pressão sobre a coluna vertebral.
Sintomas:
- Dor: Pode ser localizada na região lombar ou cervical, mas também pode irradiar para as pernas (ciática) ou braços.
- Dormência ou formigamento: Nos membros, dependendo de qual nervo está sendo comprimido.
- Fraqueza muscular: Especialmente nos músculos controlados pelos nervos afetados.
- Problemas de controle da bexiga ou intestino: Em casos severos, pode haver perda de controle das funções intestinais ou urinárias.
- Aumento da dor com certos movimentos: Pode piorar com tosse, espirro, ou movimentos que envolvem inclinação ou torção da coluna.
Se você está experimentando sintomas que sugerem hérnia de disco, é importante consultar um médico para um diagnóstico adequado e tratamento, que pode incluir fisioterapia, medicamentos, ou em casos mais graves, cirurgia.
A fisioterapia é uma parte fundamental do tratamento para hérnia de disco, focando na redução da dor, na melhoria da mobilidade, no fortalecimento muscular e na prevenção de novas lesões.
Aqui estão alguns dos métodos e exercícios comuns utilizados na fisioterapia para tratar hérnia de disco:
Educação e Postura:
- Educação sobre postura: Aprendendo boas práticas de postura e ergonomia para evitar agravar a condição.
- Mecânica corporal: Técnicas para levantar objetos corretamente e realizar tarefas diárias sem estressar a coluna.
Exercícios de Mobilidade:
- Alongamentos: Para aumentar a flexibilidade da coluna e dos músculos ao redor, como os isquiotibiais, glúteos e músculos da região lombar.
- McKenzie Method: Exercícios de extensão da coluna vertebral que podem ajudar a centralizar a dor e reduzir a protrusão do disco.
Fortalecimento:
- Exercícios de estabilização da coluna: Como os que envolvem os músculos do core (abdômen, lombar, músculos profundos da coluna) para proporcionar melhor suporte à coluna.
- Treinamento de força: Aumentando a força dos músculos que suportam a coluna, como os músculos da parte inferior das costas, pernas e glúteos.
Terapia Manual:
- Mobilização e manipulação: Técnicas manuais para melhorar a mobilidade articular e reduzir a rigidez.
- Massagem de tecido profundo: Para aliviar tensões musculares e melhorar a circulação na área afetada.
Técnicas Específicas:
- Terapia com bandas elásticas: Para trabalhar a resistência e fortalecimento sem sobrecarregar a coluna.
- Pilates: Pode ser adaptado para hérnia de disco, focando em controle muscular, força do core e flexibilidade.
Modalidades de Fisioterapia:
- TENS (Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea): Para alívio da dor.
- Ultrasound: Pode ser usado para aumentar o fluxo sanguíneo e acelerar o processo de cicatrização.
- Calor e gelo: Aplicados para aliviar a dor e reduzir inflamação.
Cada programa de fisioterapia é personalizado conforme a necessidade do paciente. A progressão dos exercícios deve ser gradual, evitando movimentos que possam causar dor ou piorar a condição. É essencial trabalhar com um fisioterapeuta qualificado que possa monitorar o progresso e ajustar o tratamento conforme necessário.
A hidroterapia, ou terapia aquática, pode ser uma excelente opção de tratamento para pessoas com hérnia de disco, oferecendo vários benefícios devido ao ambiente aquático.
Aqui estão alguns dos principais aspectos da hidroterapia para tratar hérnia de disco:
Benefícios da Hidroterapia:
- Redução da Gravidade:
A flutuação na água diminui significativamente o peso corporal, aliviando a pressão sobre a coluna vertebral, o que pode reduzir a dor e facilitar o movimento.
- Resistência da Água:
A água fornece uma resistência natural que ajuda no fortalecimento muscular sem o impacto que exercícios em terra podem causar.
- Calor: A água aquecida promove relaxamento muscular, reduz a rigidez e aumenta a circulação sanguínea, o que pode ajudar na cicatrização e alívio da dor.
- Melhoria da Mobilidade:
A mobilidade pode ser significativamente melhorada, permitindo que os pacientes realizem movimentos que seriam dolorosos ou difíceis fora da água.
Exercícios Comuns na Hidroterapia:
- Caminhada na Água:
Caminhar na água, especialmente em áreas onde a água chega ao peito, reduz o impacto nas articulações e promove a mobilidade.
- Alongamentos:
Realizar alongamentos na água pode ser mais confortável e eficaz, dado que a resistência da água ajuda a manter as posições de estiramento.
- Exercícios de Fortalecimento:
Movimentos como a "bicicleta aquática" ou o uso de halteres aquáticos para fortalecer os músculos sem sobrecarregar a coluna.
- Exercícios de Equilíbrio:
Trabalhar o equilíbrio e a estabilidade do core, o que pode ser benéfico para a postura e a prevenção de futuras lesões.
- **Aeróbicos Aquáticos:** Atividades leves de aeróbica ajudam a melhorar a resistência cardiovascular enquanto são suaves para a coluna.
Considerações:
- Supervisão:
É importante realizar a hidroterapia sob a supervisão de um fisioterapeuta ou profissional treinado em terapia aquática para garantir que os exercícios sejam executados corretamente e que não haja risco de agravar a condição.
- Temperatura da Água:
A água deve estar em uma temperatura confortável, geralmente entre 32°C e 35°C, para maximizar os efeitos terapêuticos.
- Segurança: Pessoas com certas condições de saúde devem evitar a hidroterapia ou consultar seu médico antes de começar, como aqueles com infecções cutâneas, problemas cardíacos ou sensibilidade ao calor.
A hidroterapia não só ajuda no tratamento da hérnia de disco mas também pode ser uma excelente forma de reabilitação pós-cirúrgica ou como parte de um programa de manutenção para prevenir recidivas.
-Exposição à luz azul artificial (especialmente após o pôr do sol) de fontes como luzes LED, laptop, PC, TV, etc.
-Trabalho em turnos
-Fluoreto de sódio
-Estresse crônico
-Medicamentos como AINEs, betabloqueadores e alguns ISRSs
-Estimulantes (cafeína, nicotina, etc.)
-Deficiências de magnésio, zinco, B6, B12, B9, potássio, cálcio que direta ou indiretamente (através da metilação ou da saúde pineal, por exemplo) afetam a produção de melatonina (magnésio e B6, por exemplo, ajudam na conversão de triptofano em melatonina)
-Então, para começar, evite-os (compre um par de bloqueadores de luz azul, obtenha o suficiente dos nutrientes mencionados, faça uma pausa nos estimulantes, etc.).
Nota: Durante um ataque de enxaqueca, até 50% das pessoas reduziram os níveis de magnésio ionizado, por isso não subestime o impacto que estas coisas básicas podem ter.
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Número 2: Aditivos encontrados em alimentos processados, como o MSG.
Número 3:
No caso de enxaquecas crônicas, teste seus níveis de homocisteína, teste SNPs MTHFR e doença celíaca (você pode pensar que as pessoas que tiveram doença celíaca saberiam disso, mas você ficaria surpreso com a frequência com que esse não é o caso.