Ontem, saiu a notícia que o Cadegiani se tornou membro da Sociedade Sigma XI, do EUA. Óbvio que algo iria ocorrer.
Segue o 🧶 e se liga nessa.
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Hoje, os críticos de sempre do Cadegiani, já concluiram: a Sigma XI é predatória. “Cilada”, disseram. Coisa de “trouxa”. "Se achando especial".
Então, muito provavelmente todos sabem dessa arapuca histórica que o Cadegiani está se gabando, certo?
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Como podemos ver, é tão cilada, de trouxa, que o Jornal da USP noticiou que uma pesquisadora tornou-se parte da sociedade. Notícia de agora, de fevereiro.
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Como podemos constatar, é realmente uma cilada, tanto é que a USP noticia sempre que alguém que faz parte da universidade torna-se membro. Neste caso, um professor.
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E não é só a USP. Outra Universidades Federais também comemoram quando um de seus professores torna-se membro da Sigma XI. Aqui, a notícia de quando um professor de UFBP passou a fazer parte. Que trouxas!
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Certamente uma porcaria mesmo. Aqui, a Escola Paulista de Medicina, da UNIFESP, comemorou que um professor deles se tornou membro da Sigma XI.
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Aqui, o Instituto Federal de São Paulo comemorou que uma professora passou a fazer parte. Uma cilada, Bino!
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Mas é tão cilada, tão cilada, que até a Universidade de Stanford tem uma página para falar que ela tem ligações com a Sigma XI.
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Essa cilada para trouxas é tão conhecida, mas tão conhecida, que a universidade Harvard comemorou quando um professor recebeu um prêmio da sociedade Sigma XI.
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A Universidade Federal Rural de Pernambuco também caiu na cilada. Comemorou que uma professora se tornou membro. Que trouxas!
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Mas que coisa, até o pessoal da Poli, tidos como inteligentes, caíram nessa! Que trouxas. Comemorando que um professor se tornou membro?
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E olha como os os trouxas da Poli explicam a Sigma Xi: “uma sociedade centenária de honraria a pesquisa científica que conta com mais de 200 prêmios Nobel”. Que bobagem, como diria Natalia Pasternak.
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Aqui, os trouxas da Universidade Federal de Santa Maria noticiam que um professor foi dar uma palestra na Sigma XI. Não se enganem, o Rio Grande do Sul é cheio de trouxas também.
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E pelo vídeo institucional da Sigma XI, até o Einstein, que algum dia foi considerado inteligente, caiu nessa cilada, acreditam? Então não era inteligente, certo? Muita fama e pouca competência. Einstein era um trouxa também.
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Eu queria agradecer aqui, nesta rede, ao professor da Unicamp Leandro Tessler, e ao professor da UFMG Luiz-Eduardo Del-Bem por me explicarem que a SIGMA XI é enganação. O que seria de nós sem esses dois faróis de conhecimento para nos orientar neste mar de desinformação?
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Bem, para finalizar querem saber um pouco do que motiva tudo isso? Aqui escrevi uma passagem da história do Cadegiani na COVID-19.
Hoje eu vou mostrar para vocês um contraste incrível. Vamos comparar notícias no Brasil com a Inglaterra. As duas matérias saíram ontem.
Leia e decida se a mídia brasileira resolveu, propositalmente, alienar a população.
Segue o 🧶
2. No Estadão, saiu na manchete principal. “Médicos antivacina faturam com ‘síndrome’ sem comprovação”. Um escândalo de manchete principal.
3. Mas qual o cerne da matéria no Estadão? Está aqui. Um monte de doenças explodiu após as vacinas: mortes súbitas, problemas neurológicos, AVCs. A matéria vai no ritmo de reza: “seguro o eficaz".
Um escândalo: não pode falar dessa hipótese, jamais.
Viram essa correção aqui? Explico. Saiu um estudo da Dinamarca provando por A + B que o alumínio das vacinas não geram doenças crônicas, como asma, autismo, etc. Fizeram festa, comemoração.
Aí veio uma... correção (agora, em julho de 2025). Segue o 🧶
2. Saiu em tudo quanto é lugar. "Desmentir mito", tenderam, seus asnos?
3. Depois que virou notícia, veio a correção. Aqui, traduzido.
Tinham esquecido de incluir 3000 crianças com problemas neurológicos (por exemplo, autismo). Que coisa, né? Esqueceram.
Vocês estão conscientes da importância disso aqui? Antes, a OMS, escritório de marketing da big pharma, falava em 20 milhões de vidas salvas com as vacinas.
Agora falam em 12,5% disso. Mas não param aí.
Segue 🧶
2. É um estudo da Universidade de Stanford! É a narrativa oficial. É o número que teria sido salvo no mundo todo!
Então a narrativa oficial já é que enganaram todos, é? Sim, isso mesmo. Fizeram todos de trouxa.
3. Olha que bonitinho o jeito de falar. Eles só foram "excessivamente otimistas".
Infartos EXPLODIRAM em jovens após as vacinas COVID-19. Internações anuais até 50 anos. Repare as datas. Com linha de tendência, para que não reste dúvidas.
Mas não acredite em mim! Vou te ensinar a chegar nos dados oficiais, ok?
Segue o fio 🧶
2. O acesso é público. No Google, digite “tabnet DataSUS”. Vamos para os dados OFICIAIS. Você vai abrir este site. Não acredite em mim. Não acredite no gráfico acima. Vá nos dados oficiais você mesmo. (O fio é meio longo porque o tutorial é detalhado, não quero discussão!).
3. Um pouco abaixo, na página, você abre a aba “Epidemiológicas e morbidade”. Aí clica em “Morbidade Hospitalar do SUS (SIH/SUS)”. Dica: se você usa MAC, use o SAFARI, o site é mal programado de não funciona direito no Chrome MAC.
Essa mulher se chama Roseane. É jornalista do Zero Hora, de Porto Alegre.
Para ela, só a ignorância faz alguém rejeitar a vacina da gripe. Mas afinal, quais são os dados dessa vacina? Vale a pena?
Quer saber? Acompanha o fio 🧶
2. A primeira coisa que você tem que saber é que existem três eficácias que são medidas em uma vacina:
a) Redução de chance de infecção.
b) Redução na chance de hospitalização caso contraia a doença.
c) Redução na chance de morrer caso contraia.
Aqui vamos ver as três:
3. Vamos para o primeiro ponto: redução de chance de infecção. Este é um estudo recente, de 2024/2025 feito pela Cleveland Clinic, o segundo centro hospitalar mais importante do mundo.
Entre 53.402 funcionários, 43.857 (82,1%) receberam a vacina contra a gripe na temporada.