Alexandre de Moraes justified blocking X in Brazil because the platform doesn't have a representative in the country, as required by law. However, other platforms, like BlueSky, also lack representation in Brazil.
Brazilian law requires that it be applied equally to everyone. But Moraes doesn't seem to care about that. He will use any means necessary to target @Elonmusk regardless of the law.
Recently, leaked conversations showed that Moraes' aides at the Superior Electoral Court were directing investigations against the right. One of them confirmed this directly to me. He also used his intelligence unit for private investigations, like checking out a construction worker who was working at his house.
Everyone in Brazil must follow the law and the Constitution, but the Supreme Court justices have an even greater responsibility. They should lead by example.
But over the past five years, since the start of the Fake News Inquiry, the Supreme Court has continually disregarded the Constitution.
Alexandre de Moraes is the central figure, but he does not act alone. The other 10 justices are accomplices and are neglecting their duties.
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2- A holding dona da IstoÉ — Entre Investimentos, de Antonio Carlos Freixo Júnior — recebeu R$ 2,329 mi do Master em 2025, declarados no IR do banco à CPI do Crime Organizado.
Em março/2026, o BC liquidou o conglomerado de pagamentos de Freixo Júnior. Os bens foram bloqueados. As contas da redação, junto. Sem a grana, o site se encontra paralizado.
2- 🧵 O "Mineiro" merece um tuíte próprio.
Freixo Júnior não era só dono da IstoÉ. Era operador estrutural do ecossistema Master.
💰 R$ 2,329 mi — recebidos diretamente do Master em 2025 (IR do banco à CPI)
💰 R$ 159,2 mi — chegaram à Entre via Sefer Investimentos e fundo Gold Style (Coaf)
💰 R$ 614 mi — total de transações entre Master e Grupo Entre identificadas pela PF
De 2018 a 2020, Mineiro e Vorcaro operaram um esquema mapeado pela CVM:
▸ Ativos superfaturados com laudos sem assinatura subscritos no Brazil Realty FII
▸ Cotas vendidas para outros fundos — bens viram dinheiro
▸ Entre Investimentos fez 177 negociações e movimentou R$ 709 mi em cotas para fechar o esquema
Prejuízo calculado pela CVM: R$ 94,1 mi — parte das vítimas eram fundos de aposentadoria de servidores públicos.
Em dez/2024, os cinco acusados pagaram juntos R$ 21,2 mi — 22,5% do prejuízo, sem ressarcimento direto às vítimas:
▸ Master: R$ 5,9 mi
▸ Viking (Vorcaro): R$ 4,9 mi
▸ Vorcaro pessoalmente: R$ 2,97 mi
▸ Entre Investimentos: R$ 4,9 mi
▸ Freixo Júnior: R$ 2,47 mi
O acordo foi assinado em dez/2024. Menos de um ano depois, Vorcaro estava preso.
Acabaram-se as festas em Miami. Ao menos para o delegado Marcelo Ivo.
Segue algumas infos de bastidor!
Segundo fontes, Marcelo Ivo queria muito continuar aqui nos EUA e já estava trabalhando num processo para tirar o seu visto. Ele já havia ultrapassado em 8 meses o prazo de 2 anos do cargo.
Segundo apuração do site Direita Ativa, Marcelo Ivo mantinha em Miami um padrão de vida que, ao menos em aparência, destoava da imagem esperada de um representante da PF no exterior.
Uma das reportagens afirma que ele viveria em um apart-hotel de alto luxo em Brickell (que nós confirmamos), centro financeiro da cidade — a mesma região onde foram instalados escritórios ligados a Daniel Vorcaro e ao Banco Master —, com aluguel estimado em US$ 9.350 mensais, algo em torno de R$ 50 mil na cotação da época.
O portal também descreve Marcelo Ivo como presença frequente na vida noturna de Miami, circulando por ambientes exclusivos de alto padrão, com bebidas caras e convívio social em espaços frequentados por empresários, artistas e celebridades, como o Club Mila.
Eu também apurei. Segundo fontes Marcelo Ivo costumava convidar integrantes da alta sociedade e autoridades para festas privadas, com presença de mulheres bonitas e ambiente "mais solto".
A informação teria vindo do próprio Marcelo Ivo que teria contado vantagem após beber além da conta. (hey Ivo, se beber não dirija!)
Só eu que acho semelhante ao que apareceu em apurações sobre o círculo de Daniel Vorcaro?
Alguns bastidores importantes sobre a campanha de Jorge Messias para o STF. Segue o fio!
1- Segundo relatos, o AGU Jorge Messias chorou copiosamente ao ser cobrado por lideranças evangélicas sobre o parecer que assinou defendendo injeção letal no coração de bebês viáveis acima de 22 semanas.
2- Como desculpa, o indicado de Lula ao STF disse que não leu o documento integralmente antes de assiná-lo.
A justificativa esfarrapada só piora o caso: ou ele mentiu e assinou conscientemente, ou assinou sem ler um tema dessa gravidade. Em qualquer dos casos, demonstra incapacidade para ocupar uma cadeira no Supremo.
3- Enquanto isso, a campanha a favor de Messias está ferrenha. O ministro André Mendonça estaria ligando pessoalmente para senadores — inclusive da oposição — pressionando pela aprovação na sabatina do dia 29.
A campanha conta com o apoio aberto de lideranças evangélicas próximas de Bolsonaro, como os pastores Robson Rodovalho e Silas Malafaia. Os mesmos que pressionaram pela indicação da chapa Tarcísio-Michelle para a Presidência em 2026.
4- Após o duro editorial de @a_investigacao_, senadores cristãos se disseram surpresos e chocados com oparecer abortista de Messias e indicarão que irão cobrar explicações.
5- O nosso editorial também teve outro resultado mensurável: mais um senador declarou que votará contra a indicação de Jorge Messias ao STF. Parabéns pela decisão, @carlosaviana !
Agora só faltam 17 indecisos se declarando contra para barrar de vez.
Eu e Pamela Costa (@pamcosta21) fomos atrás da origem do esquema do Banco Master. Nesta reportagem, contamos por que a história não começa onde estão tentando fazer você acreditar.
O Banco Master tem raiz no CredCesta, um programa vinculado à folha de servidores da Bahia que foi transformado em máquina de crédito consignado durante os governos petistas de Jaques Wagner e Rui Costa. Esse modelo ajudou a sustentar a estrutura que mais tarde explodiria no caso Master — e a mesma lógica reaparece agora no escândalo do INSS.
Enquanto aliados do governo tentam reescrever a cronologia e empurrar a culpa para outro lado, com o rótulo de #BolsoMaster, os fatos contam outra história. As digitais do PT aparecem na origem do modelo, na base política que permitiu sua expansão e nas conexões que atravessam todo o caso.
A partir da base criada na Bahia petista, o CredCesta foi incorporado ao Master, virou motor de expansão no crédito consignado tornando-se uma engrenagem nacional. Com o tempo, essa mesma lógica chegou ao INSS, replicado em escala muito maior.
Operadores do esquema, como o “Careca do INSS”, aparecem ligados ao fluxo financeiro e, segundo apurações, citam repasses que alcançam o entorno de Lulinha.
A reportagem também mostra como o entorno direto de Lula aparece em diferentes pontos dessa rede:
>reuniões no Palácio do Planalto sem registro oficial com o próprio Lula, ao lado de Rui Costa, Alexandre Silveira e Gabriel Galípolo;
>articulações conduzidas por Jaques Wagner;
>a atuação de Guido Mantega como consultor do banco;
>contratos milionários com o escritório da família de Ricardo Lewandowski;
>além da presença de nomes como Walfrido dos Mares Guia e Márcio Pochmann em estruturas ligadas ao grupo;
>Um advogado de Vorcaro doando R$ 400 para o PT;
>Outro advogado de pessoas a ligadas a Vorcaro ex-secretário do PT.
Faltam quase 6 meses para o início oficial da campanha eleitoral, mas Lula já está pronto pra guerra. 💣
A Investigação revelou uma engrenagem coordenada e hierarquizada: centenas de grupos de WhatsApp operando de forma dissimulada, plataforma própria de comando e difusão, manual jurídico para blindagem de militantes e indícios consistentes de automação para inflar narrativas e constranger críticos.