O DINHEIRO AMERICANO DIRETO E INDIRETO NO BRASIL: A THREAD
Hoje abri a sala e a live sobre o dinheiro americano no Brasil, incluindo USAID. Então essa thread aqui tenta consolidar tudo num lugar só para auxiliar vocês nessa investigação.
Siga o fio e assista a nossa live:
O ponto de partida foi essa thread aqui, que trouxe informações básicas a partir da thread do Data Republican (@DataRepublican)
A partir dela encontrei a NED. E a NED foi incrivelmente importante nessa investigação, já que ela trouxe o financiamento de ONGs importantes, como a Pacto para a democracia.
Na sequência, investiguei o CEPPS e encontrei muita informação interessante, como a conexão entre CEPPS e USAID num site que foi tirado do ar, o site Countering Disinformation:
Agora, mais recentemente, encontrei outras coisas interessantes. Uma delas é a opinião do Ministério das Relações Exteriores da CHlNA sobre NED e USAID mundo afora. Vejam vocês:
O National Endowment for Democracy: O que é e o que faz
Ministério das Relações Exteriores da República Popular da China
Agosto de 2024
Introdução
O National Endowment for Democracy (NED) atua como as “luvas brancas” do governo dos Estados Unidos. Há muito tempo, está envolvido em subverter o poder de Estado em outros países, interferir em seus assuntos internos, incitar divisão e confrontos, manipular a opinião pública e conduzir infiltração ideológica, sempre sob o pretexto de promover a democracia. Suas incontáveis ações malignas causaram danos graves e receberam forte condenação da comunidade internacional.
Nos últimos anos, o NED tem adotado táticas cada vez mais sofisticadas, indo ainda mais longe contra a tendência histórica de paz, desenvolvimento e cooperação ganha-ganha. Ele se tornou ainda mais notório por suas tentativas de infiltração, subversão e sabotagem em diversos países. É imperativo expor o NED e alertar todas as nações sobre a necessidade de enxergar sua verdadeira face, resistir e combater suas tentativas de desestabilização, proteger sua soberania nacional, segurança e interesses de desenvolvimento, bem como preservar a paz mundial, o desenvolvimento e a justiça internacional.
I. O NED – as “luvas brancas” do governo dos EUA
O NED afirma ser uma ONG que apoia a democracia no exterior. Na realidade, ele opera como uma ferramenta do governo dos EUA para realizar ações de subversão, infiltração e sabotagem ao redor do mundo. 1. O NED implementa operações secretas da CIA. Durante a Guerra Fria, a CIA utilizou organizações voluntárias privadas para apoiar grupos de oposição nos países socialistas da Europa Oriental e promover a chamada “evolução pacífica”. Após essas atividades serem expostas nos anos 1960, o governo dos EUA passou a buscar meios alternativos para continuar essas operações, levando à criação do NED. Como escreveu o acadêmico americano William Blum, “A ideia era que o NED fizesse, de forma um pouco mais aberta, o que a CIA fazia secretamente há décadas, eliminando o estigma associado às operações clandestinas da CIA.” 2. O NED foi criado sob a supervisão do governo dos EUA. Em 1981, o presidente Ronald Reagan lançou o projeto “Democracia” para promover intervenções políticas no exterior. Em 1983, o NED foi oficialmente criado para apoiar movimentos “democráticos” no mundo, alinhados com os interesses dos EUA. 3. O NED é financiado pelo governo dos EUA. O Congresso americano aprovou o NED Act em 1983, estabelecendo o financiamento governamental da entidade. No ano de sua fundação, o NED recebeu US$ 18 milhões do Congresso. Ao longo de mais de 40 anos, esse financiamento só aumentou. Segundo dados do USAspending.gov, o NED recebeu US$ 315 milhões no ano fiscal de 2023. Um relatório da Carnegie Endowment for International Peace confirma que “quase todos os fundos do NED vêm do Congresso dos EUA.” 4. Os programas do NED seguem a orientação do Departamento de Estado e das embaixadas dos EUA. A legislação que criou o NED exige que ele consulte o Departamento de Estado para receber diretrizes de política externa. Um relatório da USAID confirma que o NED mantém contato constante com o Departamento de Estado, o Bureau de Democracia, Direitos Humanos e Trabalho, e as embaixadas dos EUA para definir suas atividades. 5. O NED presta contas ao governo dos EUA. A legislação exige que o NED envie relatórios anuais ao presidente dos EUA, detalhando suas operações, atividades e conquistas. Além disso, a entidade é auditada pelo Gabinete de Contabilidade do Governo dos EUA (GAO), que informa o Congresso e o presidente sobre suas atividades. 6. O governo dos EUA tem acesso total às informações dos programas financiados pelo NED. O NED e seus representantes têm acesso a todos os documentos, registros e relatórios dos beneficiários de seus fundos. O Controlador-Geral dos EUA também tem direito a acessar essas informações. 7. O NED tem sua missão validada pelo governo dos EUA. O ex-agente da CIA Philip Agee declarou em 1995: “Hoje, em vez de apenas a CIA operar nos bastidores para manipular secretamente o processo político, agora há um parceiro – o National Endowment for Democracy (NED).” O ex-secretário adjunto de Estado Kim Holmes afirmou que financiar o NED “é um investimento prudente, pois é muito mais barato apoiar democratas aliados do que defender-se de ditaduras hostis.”
II. Instigando revoluções coloridas para subverter governos 1. Tentativa de derrubar o governo do Irã. Em 2022, protestos contra o uso do hijab eclodiram no Irã. A jornalista Masih Alinejad, ligada à Voice of America, usou informações falsas para incitar distúrbios. Entre 2015 e 2022, ela recebeu US$ 628 mil do NED e outras instituições americanas para fomentar a oposição iraniana. O NED também financiou ONGs iranianas dissidentes e campanhas de desinformação contra o governo. 2. Infiltração em países árabes. Durante a Primavera Árabe, o NED financiou ONGs, redes sociais e treinamentos online para incitar revoluções coloridas. Ele apoiou dissidentes no exílio e incentivou “reformas constitucionais” em diversos países. 3. Papel na Revolução Laranja da Ucrânia. Em 2004, o NED forneceu US$ 65 milhões para a oposição ucraniana. Entre 2007 e 2015, financiou mais US$ 30 milhões para promover mudanças políticas. Durante o Euromaidan (2013-2014), o NED investiu dezenas de milhões de dólares na disseminação de desinformação e no fomento de tensões étnicas na Ucrânia. 4. Tentativa de derrubar o governo da Coreia do Norte. O ex-presidente do NED Carl Gershman afirmou em 2002 que a organização trabalhava para minar o sistema norte-coreano. Em 2021, ele declarou que programas financiados pelo NED estavam “erosionando o sistema totalitário da Coreia do Norte.”
III. Colaboração com forças subversivas para interferir em outros países 1. Cultivando forças pró-EUA em nações-alvo.
• O NED financia ONGs e veículos de mídia pró-EUA em países árabes, Rússia, México, Cuba e Irã.
• Em 2021, o governo do México denunciou publicamente o financiamento do NED a ONGs opositoras como um ato de intervenção para fomentar um golpe.
• O NED tem apoiado dissidentes iranianos há anos, promovendo infiltração cultural. 2. Manipulação da opinião pública.
• A publicação Journal of Democracy, do NED, critica constantemente as eleições e políticas de países que não seguem a agenda dos EUA.
• Em 2023 e 2024, o Journal of Democracy publicou artigos atacando a democracia da Índia, tentando interferir em suas eleições. 3. Interferência em eleições estrangeiras.
• O NED interferiu nas eleições da Sérvia, Filipinas, Nigéria e Irã, financiando candidatos alinhados aos EUA e promovendo desinformação contra governos adversários.
Conclusão
Sob o pretexto de defender a democracia, a liberdade e os direitos humanos, os EUA utilizam o NED para infiltrar, interferir e subverter outros países. Isso viola gravemente a soberania, a segurança e os interesses de desenvolvimento de diversas nações, além de ameaçar a paz e a estabilidade mundial. Essas práticas já foram amplamente condenadas pela comunidade internacional.
O mundo caminha para a multipolaridade, e nenhuma nação tem o direito de impor sua visão sobre democracia a outras, muito menos usá-la como pretexto para interferir e incitar confrontos ideológicos. A comunidade internacional deve se unir para resistir a essas práticas e garantir um futuro baseado no respeito mútuo e na cooperação pacífica.
Bem, é um dos membros do BRICS sendo contra a NED, mas a NED influenciou muito. Uma das ONGs que a NED financiou foi a pacto pela democracia. E adivinha de quem essa ONG é parceira, junto com a Aos Fatos, que estava no site do CEPPS?
Percebam que o complexo industrial da censura gosta da ODS 16 para justificar suas ações:
Basicamente o discurso é o mesmo de todas as ONGs do complexo...
Nesse vídeo de 4 minutos temos o relatório do que o STF fez em 2022.
Nesse vídeo, ele fala que em maio de 2022 o TSE se reuniu com os seus parceiros e assinou um termo de adesão ao programa.
O programa é inspirado no mesmo programa do TSE, que, por sua vez, é inspirado no conteúdo do CEPPS, a mesma ONG que recebeu milhões da USAID para interferir em processos eleitorais mundo afora.
Até a Turma da Mônica apareceu nessa história de desinformação...
Além disso, parceria com o Instituto Vero, do Nelipe Feto...
Veja se esse programa não tem um viés: foram logo colocar um funcionário do Obama para ensinar alguma coisa. Extremamente enviesado, não?
Estranho os temas, mas enfim... vamos continuar...
Aqui vemos uma rede de ONGs citadas no vídeo:
Olha só, falando de IA e desinformação, um tema que apareceu em pagamentos dos EUA para o Brasil. Intrigante.
Outra ONG? A lista é grande...
Engraçado como tem muito especialista em desinformação do nada, né? Num tema que até outro dia ninguém nem falava...
Grafiteiros pela desinformação?
Ainda tem uma espécie de sanha reinterpretativa nas leis do Brasil?
Outra ONG:
Agora UDESC:
Ainda tem estudantes para falar sobre o tema. Tudo muito educacional para, no fim, fazer censura prévia e dizer que isso é combater a desinformação? Que fase obscura da nossa história...
O grande problema aqui é que essa página de desinformação do STF coloca ONGs como a Pacto para a Democracia, a Lupa e a Artigo 19 na lista de parceiros.
A Artigo 19 recebeu financiamento da NED conforme encontrado no archive.org
E a Pacto pela Democracia também recebeu financiamento da NED e possui uma página na web em que é possível perceber o total viés de extrema-esquerda. Dentre outras a serem pesquisadas.
Além disso, fizemos na live uma análise muito importante, que foi pegar os dados de investimento direto do governo americano, incluindo USAID e outros, para levantar o que andaram fazendo. Isso gerou um GPT especial criado pela @arvor_ia: chatgpt.com/g/g-67a67ef973…
Caso você queira baixar os arquivos originais para fazer uma análise, sinta-se à vontade:
Tem vários achados intrigantes aí, são mais de 3.000 assistências e mais de 1000 contratos entre EUA e Brasil. Tem muito material aí para investigar. Cabe agora aos jornalistas investigativos utilizar esse material para encontrar referências e ONGs na documentação levantada para seguir esses fios e encontrar tudo isso.
Por que? Não acho que vai ter algum tipo de solução mágica vinda disso. O mais importante será entender como as manipulações midiáticas e diplomáticas são feitas, para podermos entender melhor como combater esse tipo de interferência nos países.
Gostou dessa long thread? Siga @leonardodias, @arvor_ia e @oEditorialNews e fique ligado para mais novidades. E aprenda IA com a Arvor! Esperamos que tenha gostado da live e tenha estimulado aí a utilização de inteligência artificial para descobrir as coisas! Tudo de bom e até a próxima!!!
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JEFFREY EPSTEIN: TRÊS DÉCADAS DE ENCOBRIMENTO INSTITUCIONAL DESMORONAM EM DEZEMBRO
Dezembro de 2025. O Departamento de Justiça americano libera documentos do caso Epstein sob pressão do Congresso. Fotos da mansão de Manhattan. Notas do FBI sobre o sistema de recrutamento. Cadernos inteiros catalogados como evidência, mas mantidos selados por anos. Horas depois, os arquivos começam a desaparecer. Dezenove, depois vinte, depois mais. Deletados do portal oficial em tempo real. O Congressista Thomas Massie documenta o encobrimento acontecendo ao vivo. Isto não é história distante. É um encobrimento institucional acontecendo AGORA, no mesmo instante em que você lê.
As fotos liberadas no dia 19 revelam infraestrutura de operação de inteligência. Sala com sete monitores de vigilância na mansão de Manhattan. Pintura descrita como ritual obsceno intitulada "Coming of Age Ceremony" mostrando uma menina. Cadeira odontológica em local não médico. Notas do FBI documentam o sistema de procurement. Entrega. Tudo catalogado desde 2005. Dezenas de imagens revelando que isto era uma operação sofisticada, não um crime de oportunidade. E entre os arquivos que desaparecem na madrugada: EFTA00000468.pdf, contendo foto de Trump com Epstein. O que não teria grande problema, a meu ver, mas, aparentemente, foi removido.
Mas isto não começou em dezembro de 2025. Agosto de 1996. Maria Farmer foi ao FBI denunciar Jeffrey Epstein e Ghislaine Maxwell. Vinte e nove anos atrás. Nada aconteceu com urgência. Em 2005, famílias em Palm Beach reportaram o abuso de filhas adolescentes. Polícia local investigou. FBI federal assumiu o caso e o enterrou. Em 2008, promotor Alexander Acosta ofereceu acordo secreto que imunizou Epstein e "co-conspiradores não identificados". Em 2019, Epstein morreu em cela federal com câmeras quebradas e guardas dormindo. Dezembro de 2025 não é revelação nova. É encobrimento institucional que atravessa três décadas, finalmente visível porque não conseguem mais blindá-lo.
Jeffrey Epstein não era pedófilo bilionário isolado. Era operador de chantagem executando honeypot operation que comprometeu elite global. As fotos liberadas estas semanas provam. Sala de vigilância profissional, não voyeurismo amador. Sistema de procurement documentado. Conexões com Ehud Barak, ex-primeiro-ministro de Israel e veterano de inteligência militar. Parceria em startup de vigilância Carbyne, com tecnologia de reconhecimento facial. Acordo de segurança Israel-Mongólia facilitado por Epstein. Isto era infraestrutura de operação de inteligência, não crime de predador isolado.
A lista de comprometidos transcende partidos, países e setores. Democratas: Bill Clinton voou 26 vezes no Lolita Express, Bill Gates se reuniu múltiplas vezes APÓS condenação de 2008. Republicanos: Donald Trump frequentou festas nos anos 90, fotos existem. Realeza: Prince Andrew fotografado com vítima de 17 anos, emails de Epstein confirmam autenticidade. Bilionários: Leon Black pagou 158 milhões em "consultoria", Leslie Wexner deu procuração total de sua fortuna. Tecnologia: Peter Thiel trocou emails amigáveis, tentou investimento em Carbyne. Israel: Ehud Barak, parceiro de negócios e visitante frequente da ilha privada. Transpartidário. Transnacional. Trans-setorial.
Este thread expõe a operação completa. Vinte e nove anos de timeline, de Maria Farmer em agosto de 1996 até arquivos sendo deletados desta semana. Documentos unsealed em janeiro de 2024, emails vazados de maio de 2025, 26 mil páginas do Congresso em novembro, fotos liberadas e apagadas agora. Vamos mostrar nome por nome, voo por voo, pagamento por pagamento, email por email. Vamos revelar não apenas os crimes de Epstein, mas o sistema que protege seus cúmplices há três décadas. Porque a verdade mais perturbadora não é que Epstein operou. É que a operação continua protegida. E você vai saber exatamente quem está protegendo.
Siga o fio!
O BILIONÁRIO QUE NINGUÉM SABE DE ONDE VEIO O DINHEIRO
As 26 mil páginas liberadas pelo Comitê de Supervisão da Câmara em novembro de 2025 revelam algo que transcende o desconcerto. Jeffrey Epstein, o homem que voava em jatos particulares com ex-presidentes, jantava com laureados do Nobel e intermediava acordos de segurança entre nações inteiras, não tinha um fundo de investimento real. Sua fortuna bilionária não possuía origem documentada em nenhum lugar. Era, literalmente, um fantasma financeiro que frequentava os salões mais exclusivos do planeta como se lhe pertencesse por direito.
A história oficial sussurrada nos círculos filantrópicos afirmava que Epstein era consultor financeiro de bilionários. Mas consultor de quê, exatamente? Leslie Wexner, CEO da Victoria's Secret, entregou procuração total de seus bens a um homem sem credenciais profissionais. Bill Gates, que se autodenominava filantropo global, o procurava para conselhos após sua condenação por crimes sexuais em 2008. Leon Black, da Apollo Global Management, pagou 158 milhões de dólares em "honorários" ao longo de anos. Que tipo de consultoria vale esse preço quando prestada por um pedófilo condenado? Que universidade, que tribunal, que instituição respeitável permite isso?
Os emails vazados de Ehud Barak, ex-primeiro-ministro de Israel, revelam a verdadeira função de Epstein. Ele negociou um acordo de segurança entre Israel e Mongólia. Leia de novo. Um "consultor financeiro" de Manhattan intermediando tratados de segurança nacional entre países soberanos. Epstein também investiu na Reporty Homeland Security, depois rebatizada como Carbyne, uma startup de vigilância com tecnologia de reconhecimento facial que pretendia modernizar sistemas de inteligência internacional. Suas credenciais para entrar nesse mercado de inteligência e segurança? Absolutamente zero. Suas conexões com serviços de inteligência? Impossíveis de ignorar.
A infraestrutura de Epstein era digna de operação estatal ou algo pior. Ilha particular nas Ilhas Virgens Americanas com mansão equipada com câmeras ocultas em quartos e banheiros. Boeing 727 apelidado de Lolita Express. Mansões em Manhattan, Palm Beach, Paris, Novo México. Todas com sistemas de gravação sofisticados. Todas recebendo políticos, cientistas, bilionários, realeza. Todas documentando tudo. Virginia Giuffre, que morreu em circunstâncias suspeitas em abril de 2025, afirmou sob juramento que Epstein a instruiu pessoalmente a "dar às pessoas o que elas querem para que ele possa ter algo sobre elas." Documentos do FBI liberados em dezembro de 2025 revelam que Epstein verificava IDs de meninas especificamente para confirmar que eram menores de idade, não para evitá-las.
Não era luxúria. Era método. Epstein não colecionava arte ou carros ou relógios suíços. Colecionava kompromat. Sua riqueza não vinha de investimentos no mercado, de rendimentos sobre capital, de negociações brilhantes. Vinha de seguros. O tipo de seguro que mantém pessoas poderosas respondendo seus telefonemas no meio da noite. O tipo de seguro que transforma um professor de matemática do ensino médio sem diploma universitário no homem com a agenda mais concorrida de Wall Street. E quando esse seguro falhou, em agosto de 2019, Epstein morreu em uma cela de segurança máxima com as câmeras miraculosamente quebradas e dois guardas dormindo durante seus turnos de trinta minutos.
A pergunta não é mais se Epstein era operador de inteligência. A pergunta agora é: para quem ele realmente trabalhava e quanto tempo ainda permanecerá invisível nas estruturas de poder que o protegem?
A MULHER QUE TRANSFORMOU MENINAS INOCENTES EM MERCADORIA
Jeffrey Epstein nunca operou sozinho. Todo predador sofisticado precisa de um rosto que inspire confiança nos lugares onde ele não pode entrar. Ghislaine Maxwell era esse rosto. Filha de Robert Maxwell, magnata britânico da mídia com documentadas conexões ao Mossad israelense, ela herdou bem mais que fortuna: herdou a arquitetura do poder operando nas sombras enquanto sorri para câmeras.
Seu pai morreu em circunstâncias suspeitas em 1991, caindo de um iate nas Ilhas Canárias. Israel lhe concedeu funeral de Estado. Seis oficiais de inteligência carregaram seu caixão. Ghislaine cresceu naquele universo onde poder, inteligência e chantagem funcionam como moeda única de troca entre elites de verdade.
O método de Ghislaine funcionava com precisão cirúrgica. Ela não raptava. Recrutava. Aproximava-se de meninas entre 14 e 17 anos, economicamente vulneráveis, oferecendo oportunidades que pareciam legítimas. Massagens bem pagas. Nada sexual inicialmente. A primeira sessão era profissional. A segunda pedia mais pele exposta. A terceira a introduzia a Epstein. A quarta removia as últimas barreiras entre inocência e abuso documentado em tribunais. Ela sabia explorar a confiança que adolescentes depositam em mulheres adultas.
O mais perturbador era a estrutura piramidal deliberada. Vítimas não apenas sofriam abuso. Tornavam-se recrutadoras. Ganhe dinheiro trazendo amigas. Normalize o horror compartilhando-o. Dilua sua culpa distribuindo-a. Courtney Wild, recrutada aos 14, trouxe de 70 a 80 meninas. Haley Robson trouxe 24. Outros trouxeram 40, 50, mais. O sistema funcionava como startup de tráfico sexual, com métricas de crescimento e fluxos de receita precisamente documentados em registros que permanecem selados.
Em dezembro de 2021, Ghislaine Maxwell foi condenada por cinco acusações de tráfico sexual de menores. Ela permanece como a ÚNICA pessoa presa por uma operação que envolveu dezenas de co-conspiradores identificados, mas nunca acusados. O acordo de não-persecução de 2008 garantiu imunidade a todos os cúmplices de Epstein. Ela virou bode expiatório. Seus emails de 2025 mostram que sabia exatamente o que estava fazendo e documentava atividades com frieza burocrática.
Hoje Ghislaine cumpre 20 anos de prisão. Epstein está morto em circunstâncias contestadas. Mas os homens que voaram no Lolita Express, que visitaram a ilha, que pagaram por serviços nunca especificados, permanecem livres. A recrutadora foi encarcerada. Os clientes, financiadores, políticos cujas inclinações ela documentava, não. Essa assimetria não é negligência. É projeto. Projeto deliberado que protege os verdadeiros beneficiários de uma máquina de chantagem que operou por três décadas com proteção institucional em níveis que documentos de 2025 finalmente expõem.
VOCÊ NUNCA OUVIU FALAR DE PONEROLOGIA POLÍTICA PORQUE É CONHECIMENTO PERIGOSO DEMAIS: A THREAD
Ponerologia Política é a ciência do mal no poder. Não é autoajuda, não é filosofia de boteco. É estudo forjado sob o terror nazista e comunista por psiquiatras poloneses que documentaram, arriscando a vida, como pessoas com distúrbios psicológicos conquistam governos sistematicamente e transformam sociedades em regimes totalitários.
Andrew Lobaczewski desenvolveu essa ciência às escondidas na Polônia ocupada. Dois manuscritos foram destruídos pela polícia secreta antes de chegar ao público. O terceiro, reconstruído de memória em Nova York nos anos 1980, sobreviveu. Lobaczewski morreu em 2007 praticamente desconhecido no Ocidente. Sua obra continua suprimida pela academia. Isso não é acaso.
A tese central incomoda: cerca de 6% de qualquer população apresenta traços psicológicos úteis para construir tirania. Quando essa minoria organizada captura instituições importantes, consegue mobilizar entre doze e dezoito por cento adicionais como executores fanáticos. Esses acreditam estar salvando a civilização enquanto a destroem. O resultado é a patocracia: um governo que se volta contra o próprio povo.
Você está vendo isso acontecer agora. Censura disfarçada de combate à desinformação. Perseguição judicial de adversários políticos. Coordenação internacional de narrativas sobre clima, pandemias, migrações. Destruição sistemática da classe média, família, religião, soberania nacional. Agenda globalista implementada simultaneamente em dezenas de países por corporações e governos fundidos.
O Brasil vive sob a ameaça de uma patocracia emergente. O Ocidente caminha para um totalitarismo tecnológico. Compreender ponerologia não é luxo intelectual. É questão de sobrevivência civilizacional.
Pessoas com distúrbios psicológicos vencem quando pessoas normais não entendem a mecânica da captura.
Este thread vai revelar como funciona. Prepare-se para enxergar o que não pode mais ser ignorado.
Observe a charge abaixo e siga o fio!
ANDREW LOBACZEWSKI DOCUMENTOU O MAL SOB RISCO DE MORTE E O OCIDENTE ENTERROU SUA DESCOBERTA
Polônia, anos 1950. Psiquiatras clandestinos estudam como o nazismo e o comunismo capturaram o poder. A pergunta obsessiva: por que sociedades inteiras aceitam tirania sem resistir? Andrew Lobaczewski lidera pesquisa secreta enquanto colegas morrem em prisões ou enlouquecem sob tortura. A maioria não sobreviveu para ver o trabalho publicado.
Primeiro manuscrito, 1948: queimado pelo próprio autor minutos antes da invasão policial. Segundo manuscrito, anos 1960: enviado ao Vaticano via cardeal polonês. Desapareceu nos arquivos sem explicação. Lobaczewski suspeitou de infiltração soviética na Igreja. Terceiro manuscrito: reconstruído de memória em Nova York, 1984. Publicado apenas em 2006, um ano antes de sua morte.
A obra revelou padrão que ninguém queria admitir: totalitarismo não nasce de ideologia, mas de pessoas doentes. Indivíduos com transtornos específicos de personalidade infiltram movimentos políticos legítimos, capturam lideranças, pervertem ideias em ferramentas de poder, eliminam sistematicamente pessoas normais das estruturas de comando. O processo segue roteiro previsível, independente da ideologia declarada.
Lobaczewski pagou preço brutal: perdeu emprego, família, saúde. Viveu décadas na pobreza. Morreu sem reconhecimento acadêmico. O establishment intelectual ocidental classificou Political Ponerology como pseudociência, teoria marginal, conspiração. A rejeição não foi inocente. Era autodefesa institucional. Aceitar ponerologia exige admitir que elites podem ser capturadas por gente psicologicamente doente.
Hoje, 2025, Klaus Schwab proclama que não teremos nada e seremos felizes. George Soros financia o colapso de fronteiras nacionais. Big Tech censura dissidência de forma coordenada. A ONU avança tratados que anulam soberania. Tudo isso segue padrões que Lobaczewski identificou sob nazismo e comunismo há setenta anos. Ele documentou. Você decide se vai aprender antes que seja tarde.
OS SEIS POR CENTO E OS DOZE A DEZOITO: A MATEMÁTICA DO TOTALITARISMO
Lobaczewski descobriu proporção assustadora através de décadas estudando regimes totalitários. Em qualquer população, cerca de seis por cento apresenta características psicológicas úteis para construir patocracia: psicopatas incapazes de empatia, pessoas com danos cerebrais produzindo comportamento antissocial, esquizoides desconectados da realidade emocional, paranoides que veem inimigos em toda parte.
Esses seis por cento jamais dominam sozinhos os noventa e quatro por cento restantes. Precisam de executores. Entre doze e dezoito por cento adicionais da população se adaptam ao sistema doente sem compartilhar os transtornos. São os crentes verdadeiros que engolem a ideologia na superfície enquanto líderes operam cinicamente. Executam ordens monstruosas acreditando servir causas nobres.
Faça as contas. 6% comandando mais doze a dezoito executando equivale a 18 a 24% sustentando patocracia completa. Os 76% a 82% restantes sofrem, resistem timidamente ou se acomodam em silêncio aterrorizado. Essa matemática explica União Soviética, China maoísta, Alemanha nazista. Explica o que você vê hoje.
No Brasil contemporâneo, identifique os seis por cento: estão em posições estratégicas no judiciário ativista, burocracia permanente, ONGs internacionais, corporações implementando ESG, universidades capturadas pelo wokismo. Os doze a dezoito são militantes que censuram, cancelam, denunciam sem perceber que servem agenda de controle. Acreditam genuinamente estar salvando a democracia enquanto destroem a liberdade.
A maioria da população, os setenta e seis por cento, sabe que algo está profundamente errado mas não compreende a mecânica. Sem esse conhecimento, permanece impotente diante do avanço totalitário. Ponerologia fornece o mapa. Reconheça os números. Identifique os padrões. A guerra não é esquerda contra direita. É sanidade mental contra loucura organizada.
Ressonância Cognitiva #5
EUA VS CHINA: A GUERRA DAS TERRAS RARAS E O ESCUDO DE SILÍCIO; A THREAD
Em 10 de outubro de 2025, Estados Unidos e China entraram em guerra econômica total. Pequim armou seu controle sobre terras raras críticas para chips e armas. Trump respondeu com tarifas de 100%. Taiwan virou campo de batalha pela supremacia tecnológica. O Ocidente descobriu que depende fatalmente do adversário.
China controla 90% do processamento mundial de terras raras e agora bloqueia exportação de 12 metais essenciais para a indústria militar americana a partir de 1º de dezembro. Cada caça F-35 precisa de 920 libras desses materiais. Submarinos nucleares dependem de 9.200 libras. Sem terras raras chinesas, 78% dos sistemas de armas do Pentágono param.
Trump anunciou tarifa adicional de 100% sobre produtos chineses efetiva em 1º de novembro, possivelmente cancelando cúpula com Xi Jinping. Mercados globais tremem lembrando crash de abril de 2025 quando $6,6 trilhões evaporaram. Desta vez pode ser pior. A dependência estrutural do Ocidente foi exposta de forma brutal.
Batalha inclui TikTok como cavalo de Troia chinês operando em solo americano, Taiwan resistindo pressão para transferir produção de chips, e globalistas importando censura e controle social estilo Partido Comunista para silenciar conservadores no Ocidente. A hipocrisia ficou clara: atacam Trump enquanto defendem o modelo autoritário de Pequim.
Modelo esse que pode ser uma estratégia dos gloBaalistas desde o Clube de Roma nos anos 70.
Assista ao vídeo abaixo, entenda o que está em jogo e siga o fio! Esse é Dennis Meadows.
CHINA ARMA TERRAS RARAS PARA GUERRA TOTAL CONTRA EUA
Em 9 de outubro de 2025, a China expandiu controles de exportação para 12 metais de terras raras críticos, incluindo holmium, erbium, thulium, europium e ytterbium essenciais para chips avançados e sistemas de armas americanos. Esta medida estende controles anteriores de abril que já cobriam 7 metais estratégicos. Ministério de Comércio chinês anunciou que restrições cobrem não apenas metais refinados, mas também tecnologias de processamento, bloqueando a transferência de conhecimento técnico para o Ocidente.
Pequim processa 90% das terras raras mundiais e fornece 70% das importações americanas destes materiais entre 2020 e 2023. Este domínio quase absoluto cria dependência estratégica que agora vira arma de guerra econômica total. A vulnerabilidade americana foi construída ao longo de décadas de desindustrialização globalista que priorizou custos baixos sobre segurança nacional. Empresas americanas terceirizaram mineração e processamento para a China sem calcular o risco estratégico.
Novas restrições bloqueiam empresas com vínculos militares estrangeiros de obter licenças de exportação a partir de 1º de dezembro, cortando fornecimento direto para a indústria de defesa americana. A qualquer companhia ligada a forças armadas de outros países será negado o acesso aos metais críticos chineses. Medida atinge Lockheed Martin, Raytheon, Northrop Grumman, General Dynamics e todo complexo industrial militar americano que depende de terras raras para produzir armas avançadas.
Trump respondeu em 10 de outubro com tarifa de 100% adicional sobre todos os produtos chineses efetiva em 1º de novembro, escalando para guerra econômica total. Esta tarifa soma-se às existentes e pode evoluir para embargo completo de mercadorias chinesas se Pequim não recuar dos controles de terras raras. Casa Branca deixou claro que armar materiais críticos contra a segurança americana terá consequências proporcionais, incluindo possível cancelamento da cúpula Trump-Xi planejada para outubro.
TIMELINE DO COLAPSO: NOVEMBRO E DEZEMBRO CRÍTICOS
Primeiro de novembro marca início das tarifas de 100% de Trump sobre produtos chineses, possivelmente expandindo para embargo total de mercadorias. Mercados financeiros globais entram em modo pânico lembrando o crash de abril de 2025, quando $6,6 trilhões de capitalização evaporaram em semanas de guerra comercial.
Primeiro de dezembro, ativa restrições militares chinesas bloqueando empresas ligadas a forças armadas estrangeiras de acessar terras raras. Indústria de defesa americana enfrenta corte imediato de fornecimento para produção de F-35, submarinos nucleares, sistemas de mísseis guiados e chips militares avançados.
Trump pode cancelar cúpula com Xi Jinping planejada para outubro, eliminando o último canal diplomático para desescalada. Sem diálogo direto entre líderes, guerra econômica total vira realidade permanente sem volta. China calcula que pode resistir mais tempo que o Ocidente em conflito prolongado.
Mercados globais demonstraram fragilidade extrema em abril quando tarifas iniciais causaram colapso rápido. Recuperação de junho foi artificial, baseada em esperanças de acordo. Agora sem expectativa de paz comercial, o risco de colapso sistêmico multiplicou exponencialmente com dependências estruturais expostas.
RESSONÂNCIA COGNITIVA #4 - A Guerra de Trump Contra o Eixo Globalista-Comunista no Brasil e na América Latina
Existe um fenômeno extraordinário acontecendo entre Estados Unidos e Brasil que expõe a coordenação globalista em níveis nunca antes documentados.
Padrões idênticos de guerra híbrida aparecem simultaneamente em ambos os países, usando as mesmas táticas, os mesmos atores, as mesmas narrativas e até o mesmo timing cronológico.
Em trinta de julho de 2025, Trump impôs tarifas de cinquenta por cento contra o Brasil via Ordem Executiva 14323, citando explicitamente perseguição, intimidação, assédio, censura e processos politicamente motivados contra o ex-presidente Bolsonaro como emergência nacional americana. Sancionou Alexandre de Moraes sob o Magnitsky Act por abusos de direitos humanos. Revogou vistos de autoridades brasileiras.
Enquanto isso, Jack Smith admitiu que Trump teria sido condenado se não tivesse vencido a eleição de 2024, enquanto Bolsonaro recebeu sentença de vinte e sete anos e três meses em votação quatro a um, em que três juízes eram nomeados por Lula.
Esta ressonância cognitiva não é coincidência. É coordenação estrutural via mesmas elites globalistas, mesma ideologia woke, mesmo financiamento internacional, mesma mídia sincronizada.
Seis de janeiro de 2021 nos Estados Unidos e oito de janeiro de 2023 no Brasil são exatamente dois anos separados, com scripts narrativos absolutamente idênticos de insurreição fabricada.
A diferença de resultados entre Trump e Bolsonaro revela a chave: quando conservadores controlam o judiciário o lawfare falha, quando globalistas controlam o judiciário o lawfare tem sucesso.
Esta thread documenta com hierarquia rigorosa de evidências como tráfico humano, weaponização de sanções econômicas, controle de vistos, tarifas comerciais, financiamento de ONGs subversivas, lei RICO, eventos J6 e J8, narcoterrorismo e escândalo Odebrecht formam um mosaico coordenado de ataque à soberania nacional.
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IEEPA: A ARMA ECONÔMICA QUE TRUMP USOU CONTRA O BRASIL
O International Emergency Economic Powers Act é uma lei federal americana de 1977 que concede ao presidente poderes econômicos emergenciais extraordinários mediante declaração de emergência nacional. Permite bloquear transações, confiscar ativos estrangeiros, regular importações e exportações, e crucialmente, impor tarifas sem aprovação do Congresso.
Trump invocou o IEEPA três vezes em 2025. Primeira emergência em fevereiro impôs vinte e cinco por cento de tarifas sobre México e Canadá por tráfico de fentanil. Segunda emergência em abril declarou déficit comercial ameaça nacional, estabelecendo dez por cento baseline para todos os países. Terceira emergência em trinta de julho foi exclusivamente contra o Brasil com quarenta por cento adicionais, totalizando cinquenta por cento.
A Ordem Executiva 14323 declarou o Brasil em estado de emergência nacional por perseguição política, citando textualmente a perseguição, intimidação, assédio, censura e processos politicamente motivados contra o ex-presidente Bolsonaro e milhares de apoiadores. Também citou coerção tirânica e arbitrária a empresas americanas para censurar discurso político e desplataformar usuários.
As tarifas brasileiras são quarenta por cento adicionais sobre a base recíproca de dez por cento, totalizando cinquenta por cento sobre a maioria dos produtos brasileiros. Ferro, aço, café, celulose e equipamentos industriais foram atingidos. Trump fez história ao usar o IEEPA pela primeira vez contra perseguição política de outro país, demonstrando coragem moral ao priorizar defesa de aliados conservadores sobre lucro comercial. Cortes federais capturadas por globalistas tentam bloquear esta ação heroica, mas Trump persiste defendendo Bolsonaro.
TRUMP DECLAROU PERSEGUIÇÃO A BOLSONARO EMERGÊNCIA NACIONAL AMERICANA
A justificativa oficial da Casa Branca para as tarifas de cinquenta por cento contra o Brasil não foi comercial, foi política. O documento cita perseguição politicamente motivada contra Bolsonaro como ameaça à segurança nacional dos Estados Unidos, transformando a situação brasileira em questão de interesse vital americano.
A Ordem Executiva especifica que autoridades brasileiras minaram a viabilidade de operações de empresas americanas no Brasil através de comportamento ilegal. Cita censura extraterritorial onde o governo brasileiro coagiu tiranicamente empresas americanas a censurar discurso político, remover das plataformas usuários e entregar dados sensíveis sem devido processo legal.
A cláusula retaliatória da ordem é genial: se o Brasil retalia com tarifas próprias, os Estados Unidos aumentam proporcionalmente, forçando regime de Lula a escolher entre libertar Bolsonaro ou destruir economia brasileira. Trump criou xeque-mate econômico perfeito contra tirania judicial. Lula ameaçou reciprocidade, mas recuou buscando negociação ao perceber que não pode vencer a guerra comercial contra a maior economia mundial.
Em vinte e nove de agosto de 2025, a Corte Federal de Apelações decidiu sete votos a quatro que as tarifas IEEPA de Trump são ilegais, mas as manteve vigentes até quatorze de outubro durante a apelação. Críticos argumentam que Trump excedeu qualquer autoridade delegada sob IEEPA, mas Trump defende como autoridade apropriada para emergências nacionais incluindo déficit comercial e perseguição política a aliados.
ALEX SOROS NO BRASIL: O HERDEIRO GLOBALISTA E SUA AGENDA SECRETA
Alexander Soros, de 39 anos, herdeiro do império de US$ 25 bilhões de George Soros, realizou uma visita estratégica ao Brasil desde 19 de agosto de 2025.
O que parecia ser um encontro diplomático comum revelou-se uma operação sofisticada de influência política internacional.
Em cinco dias intensos, Alex se reuniu com ministros de Lula, parlamentares de esquerda, banqueiros públicos e ONGs, sempre promovendo pautas alinhadas ao gloBaalismo progressista: controle climático radical, censura digital disfarçada de "combate à desinformação" e interferência eleitoral através de fundações internacionais.
Esta megathread de 33 posts vai expor cada reunião, cada conexão política e cada centavo dos milhões despejados no Brasil. Vamos revelar como o casamento de Alex com Huma Abedin (ex-assessora de Hillary Clinton) consolidou a aliança Clinton-Soros, e como essa rede pretende transformar o Brasil em laboratório de suas experiências globalistas.
Prepare-se para a investigação mais completa já feita sobre a interferência bilionária na soberania brasileira. As evidências são devastadoras e incontestáveis. E, para quem diz que é teoria da conspiração, essa thread está recheada de links e fontes para a sua devida apreciação. E todos os links foram arquivados no archive.today. Porque amanhã, muitos deles podem sair do ar.
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QUEM É ALEX SOROS: O HERDEIRO DE US$ 25 BILHÕES MAIS POLÍTICO QUE O PAI
Alexander Soros, nascido em 27 de outubro de 1985, é filho de George Soros e da historiadora Susan Weber. Formou-se em História pela NYU e concluiu PhD em História pela UC Berkeley em 2018 com tese intitulada "Jewish Dionysus: Heine, Nietzsche and the Politics of Literature".
Diferentemente do pai, Alex se declara "mais político" e combativo. Em 2012, criou sua própria fundação (Alexander Soros Foundation). Em dezembro de 2022, foi eleito presidente do conselho da OSF e, em junho de 2023, aos 37 anos, tornou-se sucessor oficial de George Soros, controlando um império de US$ 25 bilhões.
Sob sua liderança, implementou mudanças drásticas: demitiu 40% do quadro internacional da OSF (320 de 800 funcionários), pausou novas doações por cinco meses e redirecionou prioridades regionais, encerrando programas na Europa para focar em América Latina e Caribe.
Durante o governo Biden, Alex visitou a Casa Branca pelo menos 25 vezes, reunindo-se com assessores de alto escalão como Ron Klain. Ele cultiva relações diretas com chefes de Estado, incluindo encontros documentados com Lula e Biden, além de fotos com Nancy Pelosi e Chuck Schumer.
A TRANSIÇÃO EXPLOSIVA: COMO ALEX ASSUMIU O IMPÉRIO EM 2023
Em 11 de junho de 2023, o Wall Street Journal revelou que George Soros, aos 92 anos, transferiu formalmente o controle de seu império de US$ 25 bilhões para Alex. George justificou a escolha dizendo simplesmente: "Ele mereceu". Mas a transição foi muito mais dramática do que aparentava.
Alex imediatamente implementou uma reestruturação radical na Open Society Foundations. Demitiu 40% dos funcionários internacionais (320 de 800 pessoas), substituiu o presidente Mark Malloch-Brown por Binaifer Nowrojee e pausou todas as novas doações por cinco meses enquanto reformulava o modelo operacional.
A decisão mais controversa foi encerrar muitos programas na Europa para focar obsessivamente nas Américas, especialmente Estados Unidos e América Latina. Essa mudança gerou críticas furiosas de aliados europeus, que viram a OSF abandonar regiões onde atuava há décadas.
Alex deixou claro suas ambições políticas desde o primeiro dia: "Sou mais político que meu pai". Enquanto George preferia os bastidores, Alex assumiu o protagonismo, prometendo em janeiro de 2025 ao Financial Times "conter" Trump e chamando o presidente eleito e seus aliados de "valentões que precisam ser parados".