Alexandre de Moraes e Dias Toffoli estão DESESPERADOS.
Com a CPMI do Banco Master se aproximando, correram para Davi Alcolumbre tentando barrar a investigação. Mas por que justamente ele?
A conexão entre os três passa por um avião, o PCC e R$ 400 milhões. Prepare-se. 🧶
Vou te apresentar três personagens dessa história:
Um avião.
Um homem chamado "Beto Louco".
E um piloto.
Agora não faz sentido, eu sei.
Ficará claro quando você conectar os pontos.
Vamos começar pelo avião.
Existe um avião de prefixo PR-SMG.
Ele foi usado por Dias Toffoli, inclusive para viajar para o Tayayá, resort investigado como parte da fraude do Banco Master..
Isso com o Toffoli sendo o relator do caso.
A pergunta óbvia: de quem é esse avião?
O dono se chama "Beto Louco".
E não, esse não é um empresário comum.
Ele é investigado pela Polícia Federal por LAVAGEM DE DINHEIRO PARA O PCC.
Relê isso: um ministro do STF usava como táxi aéreo o avião de um lavador de dinheiro da maior organização criminosa do Brasil.
E como a gente sabe disso?
Porque o PILOTO desse avião, Mauro Mattosinho, gravou um vídeo e confirmou tudo.
Confirmou que Toffoli foi passageiro.
Confirmou quem eram os donos.
Mas aí ele soltou algo que explica tudo.
Beto Louco (o lavador do PCC) voou até Brasília para uma reunião com o senador Davi Alcolumbre.
Um homem investigado por lavar dinheiro do crime organizado, sentado frente a frente com um dos políticos mais poderosos do Congresso.
Guarda isso. Vai ser importante.
Agora muda de cenário.
Vamos pro Amapá (o estado de Alcolumbre).
Houve operação lá investigando o desvio de
R$ 400 MILHÕES da previdência dos servidores do estado, direto para o BANCO MASTER.
O diretor que autorizou é Jocildo Silva Lemos.
Mas quem é ele?
Ele foi TESOUREIRO de campanha de Alcolumbre e foi indicado por ele para a diretoria.
O próprio Jocildo agradeceu PUBLICAMENTE ao senador pela nomeação.
O mesmo que desviou R$ 400 milhões para o Master, foi indicado por quem hoje quer barrar a investigação.
Mas falta a peça mais pesada.
Esse mesmo Banco Master, que recebeu os R$400 milhões do indicado do Alcolumbre, pagou R$129 MILHÕES à esposa de Alexandre de Moraes.
Agora você entende o desespero.
A cadeia completa:
O avião é do PCC.
Toffoli voava nele.
O dono desse avião se reuniu com Alcolumbre, que indicou seu tesoureiro para a previdência do Amapá.
O tesoureiro desviou R$400 milhões para o Master, que pagou R$149 milhões à esposa de Moraes.
Era isso que conectava os três.
E é por isso que correram para Alcolumbre.
Você acabou de ler o que o sistema inteiro está trabalhando para enterrar.
É por isso que nenhum pedido de impeachment vai para frente.
E eles sabem que se ninguém pressionar, funciona, porque sempre funcionou.
Você não pode deixar isso morrer!
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Não como teoria, mas como operação documentada envolvendo um ministro do STF, um governador afastado, BILHÕES DE REAIS e um encontro secreto num fim de semana.
O que você vai ler agora vai te fazer questionar tudo sobre aquele dia.
Quatro homens no centro dessa trama:
Alexandre de Moraes (Ministro do STF)
Ibaneis Rocha (Governador do DF)
Daniel Vorcaro (dono do Banco Master)
Paulo Henrique Costa (presidente do BRB)
Guarde esses nomes, eles vão aparecer juntos de formas surpreendentes.
No dia 9 de janeiro de 2023, um dia depois das manifestações:
Alexandre de Moraes afasta Ibaneis Rocha do governo do DF, com a acusação de omissão dolosa. Vai direto pro Inquérito 4.923.
Na época, pareceu só mais uma canetada do Moraes. Mas tinha algo diferente.
O inquérito que Alexandre de Moraes abriu nesta semana serve para apagar o próprio rastro. Existe um documento de 2019 que prova que a decisão de hoje é uma confissão de hipocrisia e desespero.
Vou te mostrar o que estão tentando enterrar.
Voltemos a 2019.
A Receita Federal monitorava 133 contribuintes com indícios de irregularidades fiscais.
Na lista, dois nomes intocáveis: o ministro Gilmar Mendes e Roberta Rangel, esposa de Dias Toffoli.
Foi exatamente aqui que Alexandre de Moraes reagiu.
A reação de Moraes foi brutal. Ele suspendeu a investigação e ordenou o AFASTAMENTO de dois auditores da Receita Federal: Wilson Silva e Luciano Castro.
Alegou que investigar ministros sem autorização era uma ilegalidade.
O "crime" foi fazer o trabalho deles.
Mas o pior vem agora.
Você provavelmente soube do contrato de
R$ 130 milhões entre o escritório da esposa de Alexandre de Moraes com o Banco Master.
O valor, já é absurdo.
Mas o que eu vou te mostrar agora, são os detalhes desse acordo.
O buraco é muito mais fundo.
Siga o fio. 🧵
Os documentos revelaram que o contrato previa a defesa do banco em três áreas estratégicas:
Banco Central, Receita Federal e Congresso Nacional. Não é só tribunal.
É atuar justamente onde o banco é regulado, taxado e fiscalizado.
Isso tem nome: blindagem institucional de luxo.
Enquanto o marido possui a caneta mais pesada da República, a esposa assina contratos para atuar junto ao Legislativo e órgãos de controle.
Imagine um auditor da Receita ou um deputado recebendo uma "visita técnica" de um escritório com esse sobrenome.
A porta não abre, ela cai
Hoje, o STF manteve Bolsonaro preso.
Mas ao ler os votos, você não encontra Direito. Você encontra malabarismo argumentativo.
Substituíram fatos por "presunções" e ignoraram a lei.
Vou te mostrar, ponto a ponto, por que essa decisão não se sustenta. 🧵
Tese central: Alexandre de Moraes, que já havia mostrado paranoia no caso do Ten.-Cel. Rodrigo Bezerra, como demonstrado na defesa de Jeffrey Chiquini , agora criou outra ficção.
Sustenta que Bolsonaro usaria uma vigília convocada por seu filho para “fugir” até a Embaixada dos EUA. Sem prova. Sem lógica.
S.O.S. Trump?
A embaixada fica a 13 km da casa de Bolsonaro.
Para a PF e para Moraes, isso seria “perto” o suficiente para um idoso de 70 anos, com problemas de saúde e reconhecido por multidões, atravessar Brasília anonimamente sem ser parado.