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Voltemos a 2019.
Os documentos revelaram que o contrato previa a defesa do banco em três áreas estratégicas:
Tese central: Alexandre de Moraes, que já havia mostrado paranoia no caso do Ten.-Cel. Rodrigo Bezerra, como demonstrado na defesa de Jeffrey Chiquini , agora criou outra ficção.
Mais de mil logins do Córtex (o "guardião do Brasil") estavam disponíveis online. Qualquer pessoa podia comprar acesso por alguns trocados. Isso significa que informações sensíveis de cidadãos e autoridades estavam literalmente abertas ao crime. (2/n)
Não houve análise séria de juridicidade ou devido processo legal. O critério era outro: silenciar críticos incômodos. O gabinete paralelo se pautava pela "repercussão de barulho” de suas ações, não pela aplicação de lei. Um Judiciário vingativo que não segue nem a Lei nem a Justiça. (2/n)
Documentos revelam que o TSE contou com o Instituto Democracia em Xeque (DX) e a empresa Palver. Enquanto o DX vigiava redes sociais, a Palver espionava grupos de WhatsApp, inclusive monitorando palavras como “voto impresso” ou até nomes de ministros. (2/n)
Tudo começou com um equívoco: o juiz Airton Vieira confunde no X um post de Allan dos Santos com uma publicação da Gettr, mas isso não impediu o pedido de bloqueio. A ideia já estava plantada antes mesmo do processo ser formalizado. Ou seja, o devido processo legal nessa trama já nasceu morto. (2/n)
O inquérito deveria durar no máximo 20 dias. A denúncia, se houvesse, deveria vir em até 5 dias, mas Rangel não foi denunciado.
Bloquear os bloqueios. Isso mesmo! E até paralisar ativos de empresas americanas no Brasil como retaliação. Isso tudo foi discutido. E no processo da quebra de barragem de Mariana (sim). Você imagina o que essas conversas fazem com investimento, câmbio e risco país? (2/n)
Marco Aurélio, ex-ministro do STF, disse com todas as letras que equivaler as atuações políticas de Eduardo e Jair a negociações com o governo dos EUA para provocar uma guerra ou invasão do Brasil é uma verdadeira "brincadeira". Não há outra conclusão possível: O objetivo da decisão é político. (2/n)
Segundo a Polícia Civil, Elisane Rodrigues (eleita pelo PT) estava envolvida com o tráfico de drogas. Atuava como tesoureira de uma facção criminosa. A motivação do assassinato? Dívida com os próprios comparsas. Crime comum. Nada de política. Nada de democracia. (2/n)
Toffoli alegou “conexão” com o caso Tacla Duran — aquele advogado da Odebrecht foragido, que acusou Sergio Moro e Deltan Dallagnol de supostos abusos.
Usando o perfil oculto no Instagram, Mauro Cid procurou Eduardo Kuntz, advogado de Marcelo Câmara, também investigado no processo.
Cid usou o perfil "gabrielar702" no Instagram para vazar detalhes da delação, discutir estratégias de defesa, atacar investigadores e afirmar que o julgamento é político.
O caso da Hempcare e do Consórcio Nordeste já é velho conhecido: compra emergencial, empresa sem experiência, contrato de R$ 48 milhões — e nenhum respirador entregue.
Embora o Departamento de Estado não tenha divulgado uma lista oficial de indivíduos sancionados, algumas autoridades brasileiras têm sido mencionadas em discussões e reportagens relacionadas ao tema. Abaixo, apresento uma lista de 10 possíveis autoridades brasileiras que podem estar sob escrutínio: (2/n)
Depois de causar o imbróglio espanhol ao liberar traficante internacional para “retaliar” o Reino da Espanha, que recusou extraditar @Tsedekenu, e enfraquecer a imunidade diplomática, agora vai atrás do asilo político de @BolsonaroSP sob o porco pretexto de defender a “soberania nacional" -- o que nos coloca em rota de colisão contra a maior superpotência global. (2/n)
O cerco não para em Alexandre de Moraes.
Reza a lenda que, nos anos 60, um parente de Castelo Branco usou um carro oficial – um fusquinha – para fins particulares indevidos: ir buscar sua noiva no aeroporto. Ao ficar sabendo, o presidente prontamente liga ao seu familiar e declara: "você está exonerado. Agora estou pensando se mando prendê-lo ou não.” (2/n)
A denúncia vem da Casa Branca, que prepara sanções com base na Lei Magnitsky, usada contra violadores de direitos e corruptos internacionais.