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O relatório mostrava o Exército preocupado com o que chamava de tentativas de "modificar a história, levantando suspeitas sobre os herois nacionais da época" - a referência, aqui, era a Princesa Isabel. O objetivo dessa "distorção" seria "desfraldar a bandeira do racismo".
Na visão de mundo dos militares, informada pela Doutrina de Segurança Nacional, o Brasil era um país sem racismo. Era o paraíso racial. Portanto, a celebração da identidade negra e o questionamento do racismo eram vistos como coisas que não cabiam no país. +
A demanda pela demarcação da terra era considerada "exagerada".
Mais ou menos o que aconteceu quando Pazuello assumiu o Ministério da Saúde, lembra?
Chamando Bolsonaro de "jovem companheiro", Curió reforçou sua trajetória militar: "como capitão (...) combati os comunistas nas ruas dos grandes centros urbanos e nas matas do Araguaia".
O relatório é da época em que o comandante do Centro de Informações do Exército era o general Sérgio Augusto Avellar Coutinho, que publicaria, no futuro, pela editora do Exército, livros sobre o "marxismo cultural" e a estratégia "gramscista" de tentativa de tomada do poder.
"Não podem ser focalizadas close-ups de baixo ventre feminino assim como detalhes de rebolado exagerado ou atitudes provocantes e eróticas"