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A mesma simbiose denunciada atinge a Faculdade de Direito da UFAM e dinastias jurídicas locais. Publicações da própria autarquia em 2018 celebram egressos que, mais tarde, seriam beneficiados por engenharia burocrática de ampliação de vagas em concursos do TJAM em 2015.
https://twitter.com/xapiri_tauari/status/2039525906851455420A foto prova a assimetria: quem define quem é quem? Não aceitaremos o "branqueamento" seletivo de quem detém o poder da caneta. Exigimos que a UFAM explique: qual é a métrica científica que torna o Presidente da banca apto à cota e o candidato, com mesma +
https://twitter.com/min_educacao/status/2057802275083411803
A distorção hermenêutica ocorre de forma isolada e cirúrgica nas esferas regionais, como no caso da UFAM. As autarquias utilizam a baixa visibilidade de seus portais locais para injetar critérios restritivos exógenos, operando uma verdadeira captura à revelia das normas do Sisu.
O objetivo do ataque é duplo: sabotar o tom estritamente técnico dos relatórios e forçar falsos positivos nos filtros de segurança para derrubar as contas do auditor. O incidente de segurança já foi formalmente reportado ao suporte técnico da @Google e anexado.⬇️
A farsa: nenhuma lei no Brasil (nem a 12.990, nem a 12.711) exige que o candidato seja "socialmente lido como negro". A legislação vincula as cotas estritamente às categorias de Pretos/Pardos do IBGE. O Itamaraty e a UFAM criam tribunais raciais de exceção por portaria. 2/5
declarou-se legalmente "pardo" ao TSE em 2022. Mas ele e sua banca decidiram que eu, nativo de Manaus e filho de Amazonense, sou "branco". +⬇️
o arbítrio e o apagamento de direitos. Bancas operam como tribunais de exceção. Na UFAM, a CGU "fatia" o crime ao remeter falhas de segurança federais à Polícia Civil do AM, buscando o arquivamento por incompetência de foro. É uma engrenagem nacional de +
dados vazados e manipulados para incriminar um cidadão hipossuficiente.
A Blindagem Jurídica do Espólio Familiar


Nota I: Para entender por que a situação com a UFAM é tão visceral, a leitura de "O Castelo" de Franz Kafka (publicado postumamente em 1926) é essencial. O livro é a representação máxima da frustração humana contra uma burocracia que não é apenas lenta, mas metafísica e surreal.

Nota: Gostaríamos de ressaltar que não estamos atacando a pessoa do Prof. Welton Oda; ele parece ser uma pessoa legal e com valores respeitáveis. Pelas suas redes sociais, vemos que ele admira o Lula, defende a causa das pessoas negras e se posiciona como socialista — uma história acadêmica e uma luta por direitos que são louváveis. Nós também admiramos a figura grandiosa do presidente Lula.
@MPF_PGR @UFAM_ A Lei 12.711/2012 fala apenas em "autodeclarados pretos e pardos". A UFAM, por edital, ACRESCENTA uma exigência ("fenótipo afro") que a lei não faz.