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Hoje é dia mundial da luta das mulheres. A Pública conversou com feministas do Brasil e também de 7 dos nossos países vizinhos para entender o que este #diadasmulheres representa. E como é ser mulher em cada um desses lugares.
Resumão do #8M2020 na América Latina👇
A Pública ouviu duas ativistas: Amanda Palha, que é travesti, e também a quilombola Luciana Silveira. Luciana explica que as disputas por território está inserida na luta pelos direitos dos corpos das mulheres indígenas, quilombolas e camponesas, por isso Bolsonaro é uma ameaça.+
Já a militante Amanda Palha defende o fim do que entendemos como “família” (e isso vale até para famílias LGBTs!) e uma radicalização na luta contra o sistema capitalista, sem isso não será possível promover mudanças realmente profundas na sociedade.+
Frente à onda de feminicídios no México, as feministas de lá vão para as ruas hoje e prometem parar o país segunda (9). Fernanda Acosta, do coletivo Brujas del Mar: "Violência de gênero se converteu em uma emergência nacional, e o mais triste é que as autoridades não dão atenção"
Vereadora do município de Otavalo, a equatoriana Paolina Vercoutere, como mulher e indígena, vê a importância de um feminismo que englobe todas as lutas. Ela destaca que a participação feminina sempre esteve presente nas vitórias históricas dos indígenas no Equador.
Na Argentina, os movimentos feministas conhecidos por defender o aborto seguro, gratuito e legal estão com ainda mais força nas ruas. “2020 será o ano do aborto legal, não temos dúvida quanto a isso, é irreversível que se torne lei”, diz a jornalista Florencia Alcaraz.
Em meio à revolta popular que já dura 5 meses no Chile, a representante do povo Mapuche Gabriela Curinao explica o papel histórico que as indígenas têm contra o modelo neoliberal: "Silenciosamente, estão todos os dias resistindo para sobreviver, isso não passa na TV."
Vereadora do município de Otavalo, a equatoriana Paolina Vercoutere, como mulher e indígena, vê a importância de um feminismo que englobe todas as lutas. Ela destaca que a participação feminina sempre esteve presente nas vitórias históricas dos indígenas no Equador.
Para Mónica Michelena Díaz, ativista no Uruguai, o momento das mulheres e indígenas é de vigilância para manter os direitos conquistados nos últimos anos. “Somos as que guardamos as memórias das famílias, como foi cruel o genocídio e o desmembramento dos nossos povos.”
Leia tudo sobre o que as feministas de diversos países da América Latina têm a dizer sobre o #8m e as dificuldades que elas enfrentam nos lugares onde vivem: agen.pub/MulheresEmLuta…
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