Parte significativa do país parou p/atender às medidas sanitárias e de afastamento social para conter o avanço da covid-19. Muitas trabalhadoras domésticas ainda não tiveram esse direito! Temos denunciado a situação de vulnerabilidade dessas mulheres durante a pandemia.👇🏾
A lista violações é extensa: trabalhadoras que perderam toda a renda; que são obrigadas a morar na casa dos patrões, longe da família; coagidas a trabalhar p/não serem demitidas; vítimas do não cumprimento dos contratos de trabalho e das obrigações sociais pelos empregadores.
Tb são comuns episódios em que mulheres precisam levar seus filhos, que estão afastados das escolas, p/os locais onde trabalha. Isso aconteceu com Mirtes de Souza, mãe de Miguel, 5 anos, que caiu do 9º andar de um prédio, após ser abandonado sozinho no elevador pela patroa da mãe
Mirtes cumpria a tarefa de passear com o cachorro da patroa Sarí Corte Real, que estava responsável pelos cuidados com Miguel durante a ausência da mãe.
Em março, o MPT estabeleceu uma série de medidas p/garantir a segurança das trabalhadoras durante a pandemia e, em abril, o STF reconheceu a covid-19 como doença ocupacional. Mas mesmo assim, patroas insistem em violar direitos, desumanizar essas mulheres.
O que queremos com o Projeto de Lei 2477/20 é impedir que o serviço doméstico remunerado seja considerado atividade essencial durante a pandemia do coronavírus.
Não é aceitável que as trabalhadoras domésticas continuem expostas ao risco de contágio por essa doença, com taxa de mortalidade de 7% no país, e desprotegidas dos direitos trabalhistas!
Junte-se a nós e assine o pedido à Câmara dos Deputados para que coloque o PL2477/20 em pauta com urgência: bit.ly/EuApoioPL2477.
É pela vida de milhares de mulheres!
#EuApoioPL2477 #JustiçaPorMiguel #TrabalhoDomésticoNãoÉEssencial #coronavírus #covid19
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