Ao contrário do discurso de @jairbolsonaro na #UNGA que culpa indígenas e pequenos produtores pelo desmatamento e queimadas, a destruição da #Amazônia e outros biomas é responsabilidade de redes criminosas atuando através de violência e corrupção generalizadas.
Operações como Curupira, Dilema de Midas, Ojuara, Floresta Virtual, Arquimedes e outras demonstram a clara relação entre crimes ambientais, corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes.
A baixa execução orçamentária dos órgãos ambientais, a perda de autonomia e ingerência política no @brasil_IBAMA e @ICMBio e retrocessos em transparência facilitam a ação de organizações criminosas e seus grandes esquemas de corrupção, que destroem o patrimônio natural do Brasil.
Não bastasse essa deterioração da governança ambiental, é extremamente preocupante o retrocesso na autonomia dos órgãos anticorrupção, que exercem importante papel na prevenção e combate ao crime organizado relacionado ao meio ambiente.
Na abertura da 75ª Assembleia Geral da ONU, @jairbolsonaro não citou sequer uma vez a palavra "corrupção" – bandeira hoje esquecida e que deveria ser prioritária, levada adiante com reformas, inclusive para fortalecer o enfrentamento da corrupção associada a crimes ambientais.
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