Os radicais do caos atacam em todas as frentes em nome da "justiça social". Qualquer reivindicação ou posição política, por mais errada, aloprada até ilegal que seja, é defendida em nome dessa "justiça" etérea que vai corrigir todos os erros e pagar todas as dívidas "históricas".
Mas a expressão "justiça social" é apenas um cavalo de Tróia ideológico usado, junto com o termo "desigualdade", para justificar uma ocupação cada vez maior de espaços pelo Estado, e um aumento sem limite de impostos e da interferência de políticos e burocratas em nossas vidas.
Os arautos da "justiça social" escondem o principal: a desigualdade a ser reduzida em primeiro lugar é a desigualdade de poder, que criou uma sociedade de privilégios onde uma casta de políticos, burocratas e amigos do poder reina soberana sobre os que trabalham e produzem.
Foi a "Justiça Social" que produziu a ministra Luislinda - quem lembra dela? - que queria acumular sua aposentadoria de R$ 30 mil com o salário do cargo de R$ 30 mil, alegando que não permitir isso seria "escravidão".
É da "Justiça Social" que veio o Rolex de Vagner Freitas, o presidente da CUT, a Central Única dos "Trabalhadores".
Como disse Thomas Sowell: "a questão básica não é o que é melhor; a questão básica é quem decide o que é melhor".
Trecho retirado do meu segundo livro Jogando Para Ganhar.
O marxismo é um misto de transtorno mental, disfunção cognitiva e religião fundamentalista. Ainda assim, o marxismo é tratado no Ocidente como se fosse uma “filosofia”.
Partidos marxistas disputam as eleições em todas as democracias. Professores marxistas radicais, que declaram abertamente seu ódio ao capitalismo, são contratados e muito bem remunerados pelo Estado.
Mas não existe nenhum país marxista que permita a existência de partidos democráticos. Nenhum país marxista contrata professores democratas ou permite que eles expressem ódio ao marxismo.
Boa parte do mundo é controlado por marxistas. Marxistas são os discípulos de Karl Marx. Marxismo é uma ideologia que mistura ignorância, preconceito e ressentimento, e que foi usada como justificativa para alguns dos crimes mais monstruosos já cometidos contra a humanidade.
Karl Marx era analfabeto em economia. Ele não compreendia o significado de valor e ignorava a influência do tempo, do risco e da inovação.
Marx chamava de “exploração” a recompensa recebida por empreendedores pelas coisas úteis que eles criam e que outras pessoas compram voluntariamente. Ele nunca compreendeu como a riqueza é produzida e por isso concluiu que ela é sempre roubada dos outros.
Um dos erros da modernidade é acreditar que a ideia de direitos humanos nasceu com a Revolução Francesa. Essa ideia é difundida por elites que ignoram o legado das tradições inglesa e americana.
Vamos tentar trazer um pouco de clareza para essa discussão. Segue👇o fio🧵:
Muito antes de 1789, quando eclodiu a primeira revolução na França, liberdades civis já estavam sendo garantidas por leis, documentos e movimentos políticos graduais e legalistas.
Em 1215, na Inglaterra, a Magna Carta foi imposta ao rei João Sem Terra pelos barões feudais.
O documento limitava pela primeira vez o poder do soberano e reconhecia direitos fundamentais dos súditos, garantindo que nenhum homem livre seria preso ou despojado de bens sem julgamento legal.
No dia 26 de fevereiro de 1991 um grupo de 40 terroristas do grupo guerrilheiro Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), que formavam o “Comando Simon Bolívar”, penetrou no território do estado do Amazonas.
Ao chegar às margens do Rio Traíra os terroristas atacaram de surpresa o acampamento do Destacamento Traíra do Exército Brasileiro, que contava com apenas 17 militares, número muito inferior ao dos atacantes. O ataque começou com tiros de precisão que abateram as duas sentinelas armadas que vigiavam o local. Três militares brasileiros morreram e nove ficaram feridos. Armas, munições e equipamentos foram roubados.
Informações de inteligência indicaram que o ataque foi motivado pela repressão ao garimpo ilegal na região, uma das fontes de financiamento das FARC.
Mais uma vez: só porque um bilionário se diz "de esquerda" isso não significa que ele seja. É ÓBVIO que alguém quem tem patrimônio gigantesco não compartilha das ideias socialistas, que incluem o fim da propriedade privada e a "coletivização".
"Mas quase todos os políticos de esquerda são ricos".