🚨Se a transmissão permanecer alta, novas variantes podem surgir
UK 🇬🇧 monitora a circulação de uma variante "descendente" da #Delta (AY.4.2) que está causando um nº crescente de infecções, com 6% dos casos sendo positivos para essa nova versão. 🧶👇 bbc.com/news/health-58…
Essa versão da #Delta está sendo chamada de Delta Plus, que havia sido detectada ainda em Jun-Jul/21. Com uma transmissão alta, as variantes podem seguir acumulando mutações mais rapidamente e se modificando, como foi o caso da Delta Plus
Porém, cabe destacar que, até o momento, a Delta Plus:
🔹NÃO É caracterizada como Variante de Preocupação (VOC)
🔹NÃO há indícios de que seja consideravelmente mais transmissível em decorrência dessas mudanças, ou que escape das vacinas
Os especialistas comentam que dificilmente essa variante poderia ganhar uma presença superior a vista com a #Delta, mesmo que seja um pouco mais transmissível em relação a cepa original, por exemplo. Mas acende um alerta para a transmissão e a necessidade de maiores coberturas 💉
UK 🇬🇧 alcançou a marca de 65% da sua população vacinada com o regime completo conforme nosso painel abaixo, em parceria com o @iserrapilheira e o @MSF_brasil
Mas por que UK está vendo esse aumento de casos com 65% da população vacinada, Mell?
Um nº reduzido de pessoas com máscara, o aumento das aglomerações sociais, a baixa taxa de vacinação entre os jovens são componentes importantes como parte da resposta bbc.com/portuguese/int…
O Brasil está com 50% da sua população total, hoje, vacinada com duas doses, um belo marco que precisa seguir aumentando com urgência. O que vocês imaginam que pode acontecer em estados que estão por dispensar a obrigatoriedade de máscaras NESTE MOMENTO? poder360.com.br/coronavirus/pr…
Olhar o que acontece lá fora nos permite não cometer os mesmos erros aqui dentro:
🔹Vacine-se com o esquema completo e conscientize seus amigos e familiares a fazer o mesmo, se tiver indicação (inclusive 3ª dose)
🔹SIGA USANDO MÁSCARAS, principalmente em ambientes fechados
A taxa de casos de COVID-19 está crescendo entre os de 10-14 anos, atingindo o patamar de quase o dobro do visto em qualquer outro grupo. No grupo +80, há uma queda acentuada. Além de altas coberturas, precisamos dos dados em crianças <12 para ampliar a vacinação
Importante destacar que essa queda nos grupos em que a vacinação já foi iniciada há mais tempo, e naqueles mais idosos que estão recebendo a terceira dose, mostra o benefício da vacinação e da alta cobertura vacinal dentro desses grupos.
Importante destacar que, mesmo a taxa de crescimento sendo vista de forma similar entre os grupos de faixa etária, os dados entre aqueles de 10-14 anos começou num ponto muito mais alto. Justamente pela baixa cobertura + outros fatores. Um deles pode ter sido a volta às aulas
FDA recomenda a combinação heteróloga entre as vacinas aprovadas no país (algo que já é feito aqui no Brasil), e também recomenda reforço para aqueles que receberam uma dose da Janssen. A @anvisa_oficial já solicitou a Janssen dados sobre o reforço 🧶👇
No caso da combinação heteróloga, isso já estava sendo feito no país. Com a 3ª dose para os grupos indicados, já se tem feito a combinação heteróloga, e também houve a indicação quando faltou a dose 2 da astrazeneca, administrando daí a Pfizer g1.globo.com/sp/bauru-maril…
Em relação a dose de reforço da Janssen, a fabricante anunciou que um reforço após a 1ª dose aumentou a proteção. Nesse fio, trago 4 atualizações da Janssen sobre estudos que estão sendo feitos e dados positivos quanto ao reforço:
O Inst. Superior de Saúde 🇮🇹 revela que, entre 01/02 a 05/10/2021, das 38.096 mortes positivas para SARS-CoV-2:
🔹Só 3,7%➡️vacinados, os quais tinham doenças prévias que fragilizam o sist. imunológico, além de idade avançada 👇
Segundo o relatório, "é possível que pacientes muito idosos com inúmeras doenças podem ter uma resposta imunológica reduzida e, portanto, ser suscetíveis à infecção por SARS-CoV-2 e suas complicações"
Ainda, o relatório destaca que "essas pessoas muito frágeis com uma resposta imunológica reduzida são as que mais podem se beneficiar de uma ampla cobertura de vacinação para toda a população, pois isso reduziria ainda mais o risco de infecção."
Dos comportamentos mais bonitos que vi, quase todos tem um componente de vínculo por trás. Desde lindas declarações de amor até ações que poderiam colocar a própria vida em risco por conta do ser querido.
Mas como vínculos se formam? eles só existe na nossa espécie? 👇🧶
O estudo dos vínculos é algo que sempre me chamou a atenção. Especialmente abstraindo para uma complexidade imensa que é tentar entender o que é o amor. Eu particularmente sempre fui a pessoa que sofre cruas ânsias quando um vínculo se quebra, e queria entender o porquê
Uma parte dessa resposta reside no fato de que somos seres sociais. Vivemos em sociedade (apesar de alguns acharem que não, ou que suas ações não impactam na sociedade...). Para seres sociais, os vínculos são parte crucial para seus comportamentos
King County, WA🇺🇸 - Durante o último mês, os não vacinados tiveram, em relação a COVID-19:
• 9x⬆️probabilidade de teste ➕(65% dos casos)
• 48x⬆️prob. de ser hospitalizado (77% das hosp.)
• 69x ⬆️mais prob. de morrer de doenças relacionadas a COVID-19 (74% das mortes) 🧶👇
Nesse gráfico, observa-se o aumento acentuado de casos entre não vacinados em Washington🇺🇸 em Ago-Set/21, enquanto os casos entre vacinados atingiram o pico (13 em 100.000 residentes) em 10/Ago antes de cair novamente.
Em contrapartida, os casos entre não vacinados continuaram a subir ao longo do mês, agora chegando a 88 casos por 100.000 pessoas (~01/10/21). Em todas as faixas etárias, o maior nº de casos é entre não vacinados
🔹Análise com mais de 250 mil pessoas, tanto adultos quanto crianças, não vacinadas contra o SARS-CoV-2
🔹Grande parte dos pacientes observados (>50%) apresentava dificuldades de saúde física e psicológica por até 6 meses
Acompanhe abaixo 🧶👇
A revisão sistemática foi publicada na @JAMA_current Network Open. De um total de 2100 estudos identificados, 57 estudos com 250351 sobreviventes de COVID-19 preencheram os critérios de inclusão.
A proporção de sobreviventes de COVID-19 com pelo menos 1 sequela de COVID-19 pós-aguda a longo prazo (PASC) foi de:
▪️54% em 1 mês (curto prazo)
▪️55% em 2 a 5 meses (intermediário)
▪️54,0% em 6 ou mais meses (longo prazo)