Chocado. Mark Lanegan era daqueles que a gente sabia que vivia com a saúde debilitada, mas que sempre dava um jeito de ir empurrando a vida pra frente e que a gente esperava ouvir cantando com aquele vozeirão aos 90 anos... Todas as vezes que o vi ao vivo foram especiais...
Meu show favorito do Lanegan foi um no Studio SP (imagina você ver um ídolo ali, coladinho no palco) e outro em um festival em Bruges, na Bélgica, com (outro amado aqui em casa) Greg Dulli, em que ele cantou uma das minhas favoritas do Screaming Trees, "Sworn and Broken".
Teve uma época, começo dos anos 90, morando em Taubaté, que comecei a comprar CDs diretamente de selos indies americanos, escrevendo pros caras e mandando grana. As duas primeiras compras foram na SST (uma coleta e um EP dos Trees) e na Sub Pop (o primeiro solo do Lanegan e um EP
Eu tava tão viciado em Lanegan na época que ele foi o primeiros a me fazer entrar nessa de comprar direto do selo (pensando bem, até hoje só devo ter comprado nos sites do Wilco, Decemberists, Billy Bragg e essas compras na Sub Pop e na SST pra pegar esses discos da foto)...
Aliás, a estreia solo do Lanegan, "The Winding Sheet" (1990) traz a versão dele para "Where Did You Sleep Last Night", do Leadbelly, com o Kurt na guitarra e o Novoselic no baixo... Kurt faz backing em outra nesse disco...
Lanegan lançou uma biografia pesadona (como não poderia deixar de ser) em 2020, “Sing Backwards and Weep”, que a essencial Editora Terreno Estranho lançou no Brasil em 2021 (terrenoestranho.com.br/pagina-de-prod…).
Em 2021, ele lançou "Devil in a Coma", em que ele relatava sua luta contra a Covid-19, que o deixou surdo em alguns momentos e o colocou em coma algumas vezes. O @lctissot leu, mas eu não sei se nesses dias pesados de pandemia eu teria força pra ler...
O @lctissot tb entrevistou o Gary Lee Conner (Screaming Trees) em 2019: "Não tenho falado com Mark. É estranho. Teve uma época em que escrevíamos canções juntos, num ponto em que ele era a coisa principal da minha vida e agora é completamente… nada!" screamyell.com.br/site/2019/02/0…
Dizer que eu esperei / desejei muito por uma turnê de reunião dos Screaming Trees (escrevi apaixonado sobre o "Dust" na primeira edição em papel do Scream & Yell, 1997), e entrevista com o Gary sepultou esse sonho, mas bateu um orgulhozinho do Lanegan não querer viver do passado.
Lanegan colaborava com amigos (Josh Homme, Greg Dulli), mas sempre se metia em projetos meio sem pé nem cabeça, como os discos lindos com a Isobel Campbell (Belle & Sebastian) ou a pequena pérola que é o segundo disco do Soulsavers screamyell.com.br/site/2007/12/0…
Our love is like our music
It's here, and then it's gone
O grande @carmessias, que traduziu a biografia que a Editora Terreno Estranho lançou no Brasil, escreveu sobre os shows do Mark Lanegan em São Paulo em 2010 e 2012 para o Scream & Yell. A @janaisapunk escreveu do show de 2018
Entrevista: os cineastas Andrea Santana e Jean-Pierre Duret falam sobre “Rio de Vozes”, documentário revelador sobre as comunidades que margeiam o Rio São Francisco: "Se tudo isso desaparecer, seria uma perda para todos" bit.ly/RiodeVozes
Andrea: "Fomos mostrar o filme para todos, e teve uma das pessoas que filmamos que disse uma coisa super tocante. 'vocês nos filmaram como se tivessem feito um carinho'. Porque, quando filmamos, eles não têm muita ideia do que vai ser o produto final"
Jean-Pierre: "Uma jovem disse: 'quando você filma o meu povo como ele é, fico ainda mais orgulhosa desse povo. Por causa do modo como você o filmou'. São coisas que são muito importantes para nós, porque éo verdadeiro ponto final para se fazer um filme" => bit.ly/RiodeVozes
Responsável por um dos grandes discos de 2020, a moçambicana Selma Uamusse conversa com Pedro Salgado (@woorman) sobre “Liwoningo”, que foi produzido por Guilherme Kastrup e conta com diversas participações, entre elas, a seção de sopros do Bixiga 70
Selma Uamusse: "Quando vemos os raios de luz que emanam de mim (na capa do “Liwoningo”), não significa que eu seja iluminada. Mas com o potencial que cada um de nós tem e do poder, através da luz, que possuímos para iluminar lugares de escuridão"
Selma Uamusse: "Em 'No Guns' aponto o dedo aos governantes. Por um lado, apelo à consciência dos líderes. Por outro, eu, você e todas as outras pessoas tb estão incluídas. Somos parte de um movimento de responsabilidade social" => bit.ly/Liwoningo20
Entrevista: O autor Leandro Souto Maior fala sobre o livro “Jimmy Page no Brasil”, que aprofunda histórias sobre os anos em que o eterno guitarrista do Led Zeppelin viveu como um (quase) anônimo em Lençóis e em Salvador num distante 1995 => bit.ly/PagenoBR
Leandro Souto Maior: "Jimmy Page acordava cedinho (em Lençois), nas primeiras horas do dia, e ia para a padaria. Lá, ele comprava o pão da primeira fornada que saia, passava manteiga, e sentava ali mesmo, na calçada em frente à padaria, para comer" => bit.ly/PagenoBR
Leandro Souto Maior: "A galera o chamava de ‘Jimmy Lama’ porque ele andava todo largado, de chinelo, de bermuda rasgada, totalmente oposto da visão de um rock star que a gente costuma ver. E até das próprias fotos famosas que a gente vê do Jimmy" => bit.ly/PagenoBR
No embalo do "O Gambito da Rainha", estava lembrando que joguei xadrez por 3 anos no JUTA (Jogos Universitários de Taubaté), acho que sempre defendendo escolas diferentes (da 1ª a 8ª série estudei em quatro escolas). Sempre bati o 1º adversário, mas só cheguei ao 3º jogo uma vez.
E perdi. Pra chegar na final deviam ser uns 10 jogos. No embalo, fui reserva do time de tenis de mesa de Taubaté, e só entrei em um jogo no estadual (perdi, mas ganhamos - 2 a 1). Nem lembro contra qual cidade foi o jogo (estamos falando de 1984/1985.... talvez)...
Pra "coroar" essa fase esportista na escola, na 7ª série (após Sesi na 4ª e 5ª série e no Magalhães Bastos na 6ª série), eu estudava na humilde Dr. Quirino, no bairro da Estiva. Um ano antes, um cara perdeu o tempo da bola e quase jogou o osso do meu tornozelo na outra quadra.
Após comentar um tweet do Bozo, uma seguidora dele me ataca. Ela segue 11. é seguida por 4 e só tuitou uma vez (mas responde quem ataca o Bozo). Outro segue 60, tem 9 nove seguidores e nunca tuitou (só "responde"). Um 3º segue 32 e é seguido por 2. Adivinha? Sim, nunca tuitou.
Duas dessas "respostas" ao meu comentário atacam a Folha de São Paulo. Outro fala que "não tem político de estimação" e termina falando na Venezuela. Chegam outros agora falando em reeleito (risos, o cara já disse que não sabe se aguenta terminar o mandato) e atacando Lula.
Boot irônico: agora chega mais um (já devem ser uns 15) cujo perfil segue 27, tem 3 seguidores e nunca tuitou (mas deu dois RTs e defende Bozo de ataques). Na apresentação do perfil, a definição é: "O importante é ser você!!" :D