Junho de 1968. Depois de semanas de protestos estudantis contra a ditadura, a PM e o DOPS decidem cercar a UFRJ. Estudantes correm pra se abrigar no Botafogo. O presidente do clube dá abrigo e proíbe as forças de repressão de entrarem no clube. Eles invadem e tomam a sede.
Muito gás, muita bomba, muita prisão e muita agressão.
à direita o porteiro, agredido e passando mal com bombas.
Atletas e funcionários ficaram feridos com agressões e bombas. Sócios no restaurante. Crianças que ensaiavam pra festa junina.
O Botafogo foi depredado e nunca recebeu indenização.
Anos depois, Charles Borer, ex-policial, que foi responsável por um dos planos de sequestrar João Goulart, irmão do diretor do DOI-CODI e torturador Cecil Borer, é colocado na presidência do Botafogo. Não era torcedor. Vendeu a sede a preço de banana. Vendeu nosso craque.
Vivemos vexames. Vivemos o jejum.
Ser Botafogo é ser inimigo da ditadura. Ser Botafogo é ser de João Saldanha. De Afonsinho. Do presidente Altemar, que peitou a repressão. Ser Botafogo é lembrar sempre, em todo 31 de março: #DitaduraNuncaMais
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Considerando que o que Textor disse ocorra, a principal notícia é que o rompimento Eagle/Kang/Ares tá pra acontecer de fato. Aguardemos os documentos pra ter certeza e ver os termos, mas al que tudo indica, Kang leva o Lyon, Ares é reembolsada e Textor&Amigos levam Eagle+Botafogo
Como já acertado e confirmado nos documentos da Eagle, Kang poderá comprar o Lyon pagando 300mi (180 agora) à Eagle (esse dinheiro reembolsa a Ares) em 09/26. Já Ares coloca 50m do dinheiro de Textor&Sócios no Botafogo em forma de empréstimo à Eagle Bidco com vencimento pra 01/27
Assim como amarraram o Lyon, devem fazer com Textor&Sócios: Ares Não pagam o empréstimo de Textor&Sócios de propósito e dão a garantia a eles, o clube. Saberemos por quanto/quando assim que os documentos saírem. Ares leva 300 da Kang, 188 da venda do Palace + valor pelo Botafogo
Vou abrir a conta apenas pra compartilhar o que aconteceu ontem no jogo do @Botafogo. Fui levado ao jecrim e expulso do estádio por uma única alegação: estar com a bandeira Palestina e me recusar a retirá-la sem me apresentarem uma regra violada pra tal pedido. Conto a história:
Pra começar, essa bandeira vai comigo e tá sempre lá, no mesmo lugar de ontem, há alguns anos. Jogos de qualquer competição, inclusive da conmebol como vocês podem ver. Não é novidade.
Ontem, pouco antes da entrada dos times em campo, um steward chamado Yuri veio pedir a retirada da bandeira dizendo que ela não podia estar ali pelas regras da conmebol. Isso não é verdade. Não obstrui nenhuma arquibancada, não tem mastro e tá dentro das dimensões permitidas.