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Nossa quase Imperadora...
Princesa Imperial Isabel do Brasil, apelidada de (A Redentora), a filha mais velha de Dom Pedro II e Teresa Cristina.
Seria a próxima Chefe da Casa Imperial caso não fosse o golpe de Marechal Deodoro em 1889.
1846- Nascia no Rio de Janeiro no dia 29 de julho a primeira mulher a exercer o mais alto posto de poder no Brasil, ela carregava várias mulheres no nome: Cristina Leopoldina Augusta Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bragança e Bourbon. Ou, simplesmente, princesa Isabel.
1850 - Em 10 de agosto, no Paço do Senado, foi proclamada Herdeira do Trono, pela Assembleia Geral, e foi lhe dado o título de Princesa Imperial. Não existia Lei Sálica no Brasil, a Constitição de 1824 permitia que uma mulher assumisse o trono.
1854- Aos 8 anos começou sua educação, aprendeu a ler e a escrever em português. Nas palavras do próprio Pedro, a educação de suas duas filhas "não deve diferir da que se dá aos homens, combinada com [o que convém] a do outro sexo: mas de modo que não sofra a primeira".
Pedro "deu às filhas uma educação ampla, democrática e rigorosa, através tanto do currículo quanto dos professores que o ensinavam". Isabel e Leopoldina estudavam por mais de nove horas e meia por dia e durante seis dias por semana.
Ela estudava literaturas, astronomia, química, história do Brasil, Portugal, Inglaterra e França, desenho, piano, economia política, geografia, geologia e a história da filosofia. Quando adulta, além de seu nativo português, ela também era fluente em francês, inglês e alemão.
Seu próprio pai Pedro, lhe dava aulas de latim, geometria e astronomia.
Ela cresceu num período de paz e prosperidade no Brasil, proporcionado pela ótima administração de seu pai, muito diferente do caos que seu pai recebeu ao assumir o trono com apenas 14 anos.
Houve uma proximidade de Isabel com os negros, pois apesar da sociedade na época viver numa cultura escravocrata, seu pai não tinha escravos, os negros que trabalhavam no palácio ou para o governo eram todos remunerados.
O palácio era frequentado também por proeminentes nomes da tímida e ascendente sociedade negra que crescia na época, como André Rebouças, negro, engenheiro e amigo íntimo do imperador Dom Pedro II. Nome que mais tarde seria memorável no processo de Abolição.
Isabel era culta e tinha um diálogo cordial e franco com os negros, estabelecido pela visão de seu pai e também nas brincadeiras infantis, isso explica sua inserção no movimento abolicionista na fase adulta.
1860 – Quando completou 14 anos, a princesa Isabel compareceu ao Congresso e prestou juramento à Constituição política do País e ser obediente às Leis.
1864 – CASAMENTO
Nesse ano, dois jovens nobres primos vieram ao Brasil para se casarem com as princesas brasileiras. Gastão de Orleans (Conde D'Eu) e Luis Augusto (Duque de Saxe-Coburgo).
As coisas não saem como planejadas, pretendiam casar Isabel com Duque de Saxe-Coburgo, e sua irmã com o Conde D'Eu. Mas houve uma troca de casais.
Isabel e Gastão de Orleans gostam-se mais do que a escolha feita diplomaticamente.
O amor nessa situação falou mais alto que as convenções sociais.
Em 15 de outubro, aos 18 anos Isabel casou-se com Gastão d´Orleans, o conde D´Eu, que tinha 22 anos na Capela Imperial, no Rio de Janeiro.
Um ditador põe fim à lua-de-mel. Ela foi para Europa conhecer a família do marido, ficou poucos dias, pois Solano Lopez, ditador paraguaio, invadiu o Brasil, ela precisou retornar imediatamente para o Brasil.
No período da Guerra do Paraguai seu marido se dispôs a defender o Brasil em combate junto do imperador, Gastão pediu ao Conselho de Estado duas vezes e ambas foram negadas.
A razão para a 1ª recusa era evitar que a presença do príncipe no conflito pudesse mostrar ao exterior um desejo de conquistar territórios alheios e, para a 2ª, era não ser aceitável que o esposo da futura imperadora estivesse subordinado a um militar brasileiro.
Entretanto, por ser um oficial de alto escalão com prestígio e bastante capacidade, Conde D’Eu foi convocado para liderar como comandante-em-chefe os exércitos aliados em 1869.
No 2ºreinado o BR era uma monarquia parlamentarista, nunca fomos absolutista. Isabel era muito culta, preparada tanto quanto ou mais que qualquer homem do parlamento à época.A Constituição dava a ela um assento no Senado, aos 25 anos ela 1ªmulher a possuir título de Senadora.
1ª REGENCIA: De 1871 até 1872, Isabel foi nomeada regente com poderes totais p/ administrar o país na ausência do imperador.
A princesa Isabel em sua 1ªregência promulgou a Lei do Ventre Livre, que concedeu liberdade a todos os filhos de mulheres escravas que nascessem a partir da data de assinatura da lei.
Isabel sempre quis muito ter filhos, ela demorou muito para conseguir engravidar, 6 anos depois de casada enfim quando conseguiu sua 1ª gravidez, mas infelizmente deu a luz a uma menina morta.
Ela estava preocupada com a possibilidade de ser incapaz de conceber filhos, foi a Europa em 1873, procurar ajuda de um médico especialista e lá orava bastante num Santuário em Lourdes.
Engravidou novamente em dezembro. Apesar de pedir ao seu pai para ficar na Europa até o nascimento, Pedro insistiu que ela retornasse ao Brasil e a criança, que um dia herdasse o trono, pudesse nascer em território nacional.
Ela chegou ao Rio de Janeiro em junho de 1874 e no mês seguinte ela passou por um trabalho de parto de 50 horas que terminou com a morte do bebê ainda em seu útero.
Sua fé cristã lhe proporcionou consolo nessa fase delicada, mas atraiu críticas por parte daqueles que defendiam que fé não devia interferir na vida das autoridades.
Durante toda sua terceira gravidez em 1875, temendo que ela novamente terminasse em fracasso. Um médico e uma parteira especialistas foram chamados para o nascimento.
Depois de 13horas de parto, auxiliando ainda por um fórceps, Isabel finalmente teve um filho que foi batizado de príncipe D. Pedro de Alcântara em homenagem ao avô. Como resultado do difícil parto, a criança nasceu com o braço esquerdo desabilitado.
2ª REGÊNCIA: Durante o ano mais díficil da sua vida assumiu a regencia pela 2ª vez
Mesmo com todos os males que a assolaram, regeu o país durante 1 ano da viagem do seu pai.
-seu filho só c/1 ano
- gravida sofreu mais um aborto, perdeu muito sangue.
-um ministro aproveitou-se da sua saúde e da ausência de Pedro p/cometer fraudes
-críticas a sua fé cristã julgada como excessiva
-Seu marido c/bronquite
-uma séria seca no Nordeste,estava sobrecarregada
Com o retorno do Imperador, ela se afastou um tempo da vida pública para tratar o braço do filho, mas não deixou de alforriar escravos com seu prório dinheiro e financiar a Comunidade do Quilombo do Leblon.
Ela também recebia com bastante frequência amigos negros em seu palácio em Laranjeiras para refeições e pequenas festas. Um verdadeiro escândalo para época.
Na casa de veraneio em Petrópolis, Princesa Isabel ajudava a esconder escravos fugidos e arrecadava dinheiro para alforriá-los.
1878 –  nasce seu segundo filho, Luis Maria de Orléans e Bragança, em Petrópolis. O segundo dos seus 3 filhos.
1881-Renovada, volta a vida pública, retoma os acontecimentos políticos do país e se soma aos partidários da abolição da escravidão, que estavam bem sólidos em todo o país, eram muitos como Luis Gama, Joaquim Nabuco, Patrocínio,Dragão do Mar.
Entre seus aliados se destacava André Rebouças que lutava arduaente contra a Ordem Escravocrata, com sua influência financiou a liberdade de muitos escravos entre suas ideias estava a abolição sem indenização aos senhores e o acesso à terra e educação.
Joaquim Nabuco era o criador da Sociedade Antiescravidão Brasileira. Luís Gama advogado.
Nessa época ela iniciou uma série de viagens no interior do Brasil p/ conhecer melhor as particularidades de cada província e fazer um bom governo assim que assumisse o trono.
1887- Graças aos abolicionistas, as leis abolicionistas, o auxilio financeiro escondido da princesa para quilombos somadas as reações inconformadas dos escravos,o numéro de negros livres e de pardos nesse ano já era maior que o de escravos.
Nos anos que antecederam a abolição houveram muitas manifestações pró-abolição, o que proporcionou o cenário pereito p/ a Princesa Isabel protagonizasse o que a monarquia brasileira queria fazer desde a independencia em 7 de setembro, abolir a escravidão.
Desse modo os escravos contribuíram para acelerar o processo do fim da escravidão que era muito desejada por Isabel.
Abolicionistas precionavam outros governadores para criar territórios livres pelo país. O objetivo era justamente ter áreas de refúgio para escravos fugitivos. Duas provincias como Amazonas e Ceará já tinham abolido, a princesa finaciava a fuga de escravos para esses lugares.
Os fazendeiros também se organizaram para ameaçar abolicionistas. O caso mais notável ocorreu três meses antes da Lei Áurea: o assassinato do abolicionista Joaquim Firmino Cunho. Foi o estopim para Isabel acabar com a escravidão.
3ª REGENCIA: De junho desse ano a agosto de 1888, a princesa Isabel exerceu, pela terceira vez, a regência do Brasil. Foi marcada pela batalha parlamentar entre ela e o presidente do Congresso Cotegipe que não queria aprovar o fim da escravidão dos africanos.
A princesa vendo que o 1º ministro Cotegipe estava barrando a aprovação da Lei anti-escravidão forçou Cotegipe a demitir-se, nomeando o abolicionista João Alfredo Correia de Oliveira (1835-1915), para primeiro-ministro.
Com um novo presidente no Congresso, a lei pode ser aprovada. E ela assinou em 13 de maio, a almejada Lei Áurea, que deu fim oficialmente à escravidão no Brasil.
Por esse ato, nesse ano recebeu a condecoração Rosa de Ouro, concedida pelo papa Leão XIII
Inconformados os ricos fazendeiros voltaram-se contra a Coroa Brasileira, e juntaram-se ao partido republicano. Que até então era fracassado, nas ultimas eleições conseguiram apenas eleger dois deputados, a idéia de república não era aceita pelo povo.
D.Pedro era a favor da liberdade total de expressão e permitia o partido republicano, eles viram a oportunidade de angariar novos adptos com essa parcela da população, os ricos proprietários de fazendas.
O maior alvo do republicanismo era justamente a futura D. Isabel I, já visivelmente comprometida com o enorme conjunto de reformas sociais sugeridas por Nabuco, Corrêa de Oliveira, Rebouças e outros grandes abolicionistas previam para os escravos a partir de sua ascensão ao trono
O índice de rejeição a D. Isabel entre a alta classe escravocrata era alto; já entre as populares, o extremo contrário. Duas correntes políticas se levantaram o Isabelismo X republicanismo
Ela ao assinar a lei sabia o que enfrentaria e mesmo assim afirmou:
- “Mil tronos eu tivesse, mil tronos eu daria para libertar os escravos do Brasil”
Princesa Isabel entregando aos escravos emancipados suas garantias legais de liberdade, mais tarde planejava com Rebouças dar-lhes terras e educação no terceiro reinado.
Após a Lei Áurea, os negros libertos formaram motins, rodas de capoeiristas por todo Brasil para defender a princesa de um golpe, nomearam se Guarda Negra. Eles temiam a aliança dos fazendeiros com os republicanos.
A Guarda Negra aliou-se aos Conservadores que eram contra a ideia republicana. O grupo esperava o advento do terceiro reinado para fazer as reformas necessárias e deveriam reagir a qualquer ameaça pessoal à Princesa Isabel.
Os boatos sobre a saúde do imperador D.Pedro II, ataques a capacidade política de Isabel, o desejo do exército ter mais poder, levaram à adesão dos militares da época para o golpe de 1889. Sem consulta popular!
Em 1889 foi dado um baile na Ilha Fiscal, para animar a sociedade após a Guerra do Paraguai e receber um grupo de oficiais chilenos e comemorar as bodas de prata da Isabel
Durante a festa duas jovens recusam o convite do engenheiro militar Rebouças para dançar, vendo a situação Conde D’Eu tirou Isabel para dançar com Rebouças, e causou constrangimento das jovens que recusaram o seu convite.
1889- à noite um grupo de militares se reuniu p/ tratar dos preparativos para a "revolução" na casa do coronel Benjamin Constant. Entre os militares estava o alferes Joaquim Inácio Batista CARDOSO (avô do ex-presidente FHC).
Na conversa, todos concordaram que seria necessario agitar os quartéis, usar armas, Constant perguntou o que fazer com a familia imperial, Alferes Cardoso (avô de FHC) respondeu que deveriam ser FUZILADOS.
Constant chamou Cardoso de sanguinário, e contrapôs dizendo que pelo contrário deveriam comprar o imperador com dinheiro para sair do país e exilá-lo.
Ao saber do agito feito pelos republicanos na capital, Isabel manda seus filhos com 13 anos, 11 anos e 7 anos para Petrópolis para protegê-los de um possível ataque, e desce para o Rio de Janeiro.
Na capital, ela reune de madrugada o Conselho de Estado, faz um plano para agir ao ataque dos revolucionários.
Um dia após a reunião o palácio é cercado à noite. Marechal Deodoro manda um nota depondo o imperador e coagindo todos a partirem para o exílio.
Conservadores planejavam tirar Isabel do palácio e que o governo reagisse de Petrópolis com auxilio da Marinha e da Guarda Imperial. Mas D.Pedro não aceitou, pois não queria mais mortes no Brasil.
Isabel, pede para que antes de partir tragam seus filhos, eles chegam de madrugada no Rio, e a familía é arrancada escondida do palácio para que o povo não veja e não reaja, são embarcados para o exílio no meio da noite.
Uma noite chuvosa, a mãe de Isabel com dores reumáticas, D.PedroII cansado, as crianças chorando, o barco em péssimas condições, o proprio piloto que era republicano disse que se o imperador caisse no mar ele se jogaria, não queria ficar conhecido como responsável por aquilo.
A lei do Banimento dava a familia imperial o direito à 5 mil contos de réis, Dom Pedro prontamente recusou, dizendo que ñ tinha pq receber, ñ trabalhava mais no governo. E criticou dizendo quem eram eles para pegar o dinheiro público dessa maneira.
Isabel foi levada para Portugal e depois para Paris, a familia ficou exilada lá até 1920. Quando um deputado Chateubriand fazendo uma tour na Europa recebe o convite pra um jantar da princesa e sai de lá tocado com a brasilidade que eles mantinham.
Chateaubriand sugeriu ao Congresso o fim da Lei do Banimento. Foi o maior tempo que pessoas brasileiras ficaram exiladas, todos votaram à favor do fim do exílio da família imperial menos deputados do PT, PCdoB.
Depois do golpe republicano em 15 de novembro de 1889, as reformas pós abolição que  beneficiariam os ex-escravos que era esperado no governo da princesa, que seria Imperadora D. Isabel I, não se efetivaram na república.
O engenheiro negro André Rebouças, que fazia a ponte entre o abolicionismo das ruas e o dos gabinetes políticos foi com a família imperial ao exílio.
Joaquim Nabuco, que nasceu em uma família escravocrata, aderiu às ideias de Rebouças. Ambos temiam que surgisse no Brasil uma nova forma de injustiça social com a república. E se os abolicionistas vissem o Brasil república, 130 anos depois?
Hoje em dia não só os descendentes de africanos mas brancos, pardos, amarelos ficaram pobres com a república, existe hj brasileiros, independente de etnia roubados por corruptos e instituições aparelhadas.
Mesmo após a queda da Monarquia e no exílio, a Família Imperial ajudava e influênciava beneficamente o Brasil que tanto gostavam.
Mesmo exilados ajudaram financeiramente Santos Dumont com seu voo pioneiro no 14 Bis. A Princesa Isabel enviava ao Campo de Bagatelle, com solicitude maternal, saborosos lanches para que ele não tivesse que deslocar-se à hora do almoço.
Em outra ocasião a Redentora ofereceu a Santos Dumont uma medalha de São Bento, protetor para toda sorte de perigos, pedindo que a levasse sempre.
O Pai da Aviação portou a medalha até o fim da vida, dando testemunho de quanto fora sensível ao apoio da Princesa. Cem anos se passaram. O Brasil se desenvolveu e hoje é referência em fabricar aviões para o mundo todo.
Suas evoluções aéreas fazem-me recordar nossos grandes pássaros do Brasil. Oxalá possa, o Sr., tirar de seu propulsor o partido que aqueles tiram de suas próprias asas e triunfar para a glória de nossa querida Pátria”.
Ela nunca conseguiu retornar ao sua Pátria, a saúde dela deteriorou em 1920, mal conseguia andar.
No mesmo ano o governo republicano do presidente Epitácio Pessoa suspendeu a Lei do Banimento, e aconteceria um reenterro do seu pai no Brasil, porém Isabel estava doente demais para viajar. Seu marido veio sozinho representá-la.
Dona Isabel acabou morrendo aos 75 anos de idade em 14 de novembro de 1921, um dia antes do aniversário de 32 anos da república brasileira, sendo inicialmente enterrada numa tumba da em Dreux na França.
Seu marido, Gastão, estando viúvo foi convidado em 1922 pelo governo para comemoração de 100 da indepêndencia no Brasil, ele prontamente veio, mas teve um mal súbito e morreu a bordo do navio Massília. O conde estava com 80 anos de idade. Seus Filhos e netos presenciaram tudo.
Em 1971 os restos mortais da Princesa Isabel e de seu marido Conde D'Eu fizeram o regresso ao Brasil, foram reenterrados na Catedral de São Pedro de Alcântara em Petrópolis ao lado de Dom Pedro II e Dona Teresa Cristina.
Parte 2
Hoje apesar de vigorar o sistema republicano, validado por um plebiscito questionável em 1993. A casa imperial ainda existe. E tem dois jovens na linha de sucessão. Um deles uma jovem fisicamente parecida com Isabel! D. Maria Gabriela e o irmão mais velho D. Rafael Bragança.
pressionavam**
Fontes:
Biblioteca Nacional, IMS, Coleção Teresa Cristina, Diário de Pedro II,
livro "1889", de Laurentino Gomes
Livro D. Pedro: A História não contada- Paulo Rezzutti;
Porque o Brasil é um país atrasado-Luís P.O.Bragança.
Correspondências do acervo do Museu Imperial de Petrópolis, Biografias como As Barbas Do Imperador, Imperador Cidadão, Filho de uma Habsburgo, Cartas da Imperatriz, Teatro de Sombras, Construção da Ordem, D. Pedro II Ser ou Não Ser, Acervo Museu Histórico Nacional entre outros
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