How to get URL link on X (Twitter) App

Em abril, o jornal israelense Haaretz documentou este testemunho de estupro
https://twitter.com/sanaudjuventude/status/1569459286237134848Por mais de 50 anos, Israel tem ocupado militarmente a Cisjordânia e Jerusalém com postos de controle que fragmentam e segregam territórios por meio de cercas elétricas, torres de vigilância e de concreto, limitando o desenvolvimento econômico e a chegada de ajuda humanitária.
Neste dia, #Israel passou a existir: sua criação foi um processo violento que envolveu a expulsão forçada de milhares de palestinos de suas terras para o estabelecimento de um Estado de maioria judaica, de acordo com as aspirações do movimento sionista.
https://twitter.com/jpdoficial1/status/1643043671795793920Universidades como as de Ben Gurion e a famosa Universidade Hebraica de Jerusalém possuem convênio com universidades em terras palestinas expropriadas.

Não nos esqueceremos jamais das cenas de horror no dia de seu sepultamento, quando nem mesmo sua procissão funerária foi respeitada pelo Estado sionista de Israel.
Apesar de divergências sobre questões religiosas, todos os partidos políticos israelenses se uniram no projeto de desapropriação de palestinos. A “esquerda israelense”, na verdade, tem mais sangue em mãos do que a direita israelense.
https://twitter.com/orathiago/status/1595065916802437120🏴 A Inglaterra apenas descriminalizou a homossexualidade em 1967.
O Kahanismo é uma ideologia sionista baseada nos ensinamentos do Rabino Meir Kahane, fundador da Liga de Defesa Judaica e do partido israelense Kach (ambos classificados como organizações terroristas pelos Estados Unidos).
A oliveira é um dos principais símbolos nacionais palestinos. A árvore floresce em condições adversas, em terras secas e sob ventanias impiedosas. A sua resistência a condições precárias representa aos palestinos resiliência e apego à terra, e, por isso, com ela se identificam.
Quando ofensivas militares israelenses contra Gaza assumem os noticiários, os palestinos são logo acusados de provocarem injustamente Israel. Já exploramos em nossas redes o apartheid, a ocupação militar e o roubo de terras (como bem denunciam órgãos de Direitos Humanos).
A conexão histórica entre palestinos e irlandeses mobiliza experiências compartilhadas de opressão, ocupação e luta por liberdade. Pelas vias de Dublin, tremulam bandeiras palestinas. A poucos metros, pinturas palestinas estampadas nas paredes dos prédios saúdam cidadãos.