Uma pequena divergência boba entre o Gerson Camarotti e o Demétrio Magnoli deixaram a apresentadora da GloboNews desesperada para jogar água na discussão. Que bosta! A pluralidadede de opinião e o debate morreram mesmo... Por que alguém assistiria uma m. pasteurizada destas?
Falem o que quiserem, mas eu já debati duramente com mais de uma dúzia de pessoas entre o Casa Branca 2020, o 3 em 1 e o Morning Show na Pan. Nunca vi o @AndreMarinho ou @paulomathias apavorados assim. A própria rádio só teve de separar quando uma chiliquenta não aguentou mais.
Como é que as pessoas vão se informar sem contraditório, meu Deus? Mas não, as visões tem que ser congruentes em tudo, pq o objetivo não é informar, mas ditar e determinar as opiniões consideradas corretas pela militância. Como discordar que o jornalismo profissional morreu?
*deixou
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Fake news no meio de real news, replicando, como sempre, o The New York Times:
Não há "rompimento" algum e a certificação dos eleitores não é "um processo rotineiro", mas um check criado para proteger o sistema eleitoral depois da confusão de 1876.
O processo em si contra Pence não tem base jurídica, é apenas uma tentativa de pautar o assunto. Por isso, não dá sequer para dizer que a rejeição de Pence seja mesmo uma indicação de como ele vai agir no dia 6 - embora eu já disse que, na minha opinião, só cumprirá o protocolo.
O problema é um ex-jornal brasileiro com uma redação repleta de idiotas que não sabem NADA de história, política e legislação americana replicando um ex-jornal americano que não quer informar nada, só fazer militância democrata. Dá nessa bosta de notícia aí.
Eu vou repetir mil vezes para que os meus colegas ex-jornalistas entendam de uma vez, caso queiram: exceto por alguns casos menores, quase todas as derrotas de Trump nos processos eleitorais foram por tecnicidades jurídicas (ex: stand, laches) e não pelo mérito das causas.
Não houve audiências significativas de evidências ou provas na imensa maioria dos casos.
É, portanto, ERRADO dizer que a justiça decidiu que não houve fraude, que não há provas, que não houve ilegalidade ou inconstitucionalidade, etc.
O tema em geral sequer foi tratado!
Podemos discutir as razões para tais recusas. Pessoalmente, penso que quando um juiz quer negar algo, acha uma destas tecnicidades.
Especialmente quando uma decisão enfrentaria um massacre da imprensa do mundo inteiro que nem todos estão dispostos a suportar. Ganharam no grito!
1. A campanha de Trump entrará hoje com um novo processo judicial importante, desta vez no estado do Wisconsin. O Processo alega abusos na votação por correio que afetariam aproximadamente 220.000 votos - bem mais do que a margem de vitória de Biden no estado, de cerca de 20 mil.
2. A alegação é de que os funcionários eleitorais do Wisconsin "deliberadamente desconsideraram as regras e fizeram esforços conscientes para contornar a lei eleitoral do estado", resultando em dezenas de milhares de votos depositados fora dos limites da lei.
3. A lei de Wisconsin exige que os formulários requerendo o voto por correio devem ser solicitados previamente pelo eleitor, mas a campanha de Trump alega que os funcionários eleitorais, em vez disso, aceitaram as cédulas de pessoas que não haviam feito esse cadastro prévio.
Com 54% de não-voto no Rio e 45% em São Paulo (abstenções+brancos+nulos), por exemplo, parece equivocada esta leitura que vem sendo repetida de que a sociedade reverteu seus desejos convervadores e anti-establishment, focando em candidatos de centro -ou, "não extremistas" (sic.).
Alternativamente, sugiro que talvez tenha havido uma incapacidade destes grupos (conservadores e anti-establishment) de lançarem candidatos competitivos.
Este, aliás, é o estado normal do Brasil, que viveu anos aprisionado em uma dicotomia PT-PSDB por falta de alternativa.
O povo vota de acordo com as opções que tem. Ou Russomano/Crivella eram anti-establishment? Façam-me o favor!
Talvez, a lição absorvida pelo eleitorado, esta sim, depois de 2018 com Witzels, Dorias, Joices, etc, é que não basta fazer arminha com a mão e dizer que mata bandido.
A juiza que ordenou que a Pensilvânia não certificasse os resultados da eleição escreveu em seu parecer na sexta-feira que os republicanos que entraram com o processo relacionado provavelmente ganharão o caso.
“Os impetrantes parecem ter estabelecido uma maior probabilidade de sucesso quanto ao mérito porque afirmaram que a Constituição não fornece um mecanismo para o legislativo permitir a expansão do voto 'absentee' sem uma emenda constitucional”, escreveu a juiza McCullough.