O Brasil é o 6° país de 87 com maior circulação de fake news sobre a pandemia. Esse fato é correlacionado pela participação de Jair Bolsonaro
As fake news foram usadas pelo presidente também para atacar governadores e prefeitos, além de propagar tratamento precoce
Relator destaca a participação dos filhos do presidentes. Aqui, discussões entre Eduardo Bolsonaro e a Embaixada da China e outras fake news espalhadas pelo deputado
Outro integrante central é o senador, Flávio Bolsonaro. Segundo a PF, assessores do senador operam perfis falsos.
Carlos Bolsonaro, vereador do Rio de Janeiro, chegou a orientar conteúdos pra WhatsApp
Os conteúdos das fake news são, em sua maioria, em congruência com as falas de Jair Bolsonaro
Além da ligação com o caso Covaxin, o Instituto Força Brasil apoia páginas de fake news
O “rival” do Sleeping Giants, Awake Giants, seria alavancado por robôs. O Senso Incomum também é citado e o Brasil sem Medo
O Brasil Paralelo e seu “documentário” também estão no relatório. Conexão Política, Renova Mídia e Folha Política aparecem com exemplos de fake news
Allan dos Santos é apontado como “personagem central e teve seu sigilo telemático quebrado. Ele esteve em contato com o ajudante de ordens presidencial procurando pelo presidente Jair Bolsonaro
Outro sócio do Terça Livre também é citado como exemplo, Ítalo Lorenzon
Oswaldo Eustáquio, Leandro Ruschel, Bernardo Küster e Paulo Eneas também são citados
Outros nomes: Richards Pozzer, Davy Albuquerque, Fernanda Salles, Flávio Gordon
Mais: Alessandro Loiola, Bárbara Zambaldi Destefani, Fernando Lisboa
Senador Randolfe, pela Ordem, requer apreciação de requerimentos de autoria dos senadores Alessandro Vieira e do senador Randolfe Rodrigues. Aprovados.
Jorginho Melo votou contra, Omar diz que ele concorda com as palavras do presidente então.
Omar diz que não existem acordos para indiciamentos, todos foram discutidos e com fatos concretos. Se não pode parecer que eles vão proteger fulano.
🍿 Randolfe Rodrigues diz que relatório pode não ser perfeito, mas é luz de lamparina na noite dos desesperados. Haverá imensas dificuldades para quem queira arquivá-lo. Aponta responsabilidade de 78 indiciados, sendo 76 pessoas físicas e duas jurídicas.
Não há como ficar feliz com um país que perdeu mais de 600 mil compatriotas, o que #CPIdaCovid fez foi um serviço que a história julgará.
As consequências do relatório caberão a análise posterior, o que coube aos senadores no curso da CPI foi juntar provas e para Randolfe isso foi feito.
⚠️ O senador Renan Calheiros (MDB-AL) disse que incluirá no relatório final da CPI da Covid um pedido de medida cautelar ao STF (Supremo Tribunal Federal) para que o presidente Jair Bolsonaro seja banido das redes sociais.
A medida ainda precisará ser aprovada pelo colegiado durante a votação do documento, prevista para esta terça-feira (26). Há ainda uma discussão sobre a conduta criminal e tipo penal, segundo o relator.
Renan ainda disse que pedirá a inclusão de mais oito pessoas no relatório, que já estariam com nomes pacificados entre os senadores.
Nesta noite, o YouTube suspendeu a conta de Jair Bolsonaro na plataforma por uma semana, após desinformação sobre a vacina divulgada em live.
COVAX FACILITY - coordenada pela ONU e pela Associação Global de Vacinas, Brasil demorou pra entrar e pediu apenas o suficiente pra cobrir 10% da população. Eduardo Pazuello afirmou que o problema era o preço, mas a documentação o desmente
RECUSA E ATRASO NA AQUISIÇÃO DAS VACINAS #CPIdaCovid
Relator aponta que todas as tratativas de vacinas começaram na gestão do General Eduardo Pazuello no Ministério da Saúde
Élcio Franco informou à CPI que o fato das vacinas serem novas gerou preocupação
Segundo Franco, a vacina mais avançada seria a da AstraZeneca, por isso não houve tanto interesse pelos outros imunizantes. Foram 81 e-mails da Pfizer ignorados.
💸 TRATORAÇO: Pelo menos 30 parlamentares destinaram verbas públicas para compras de tratores e máquinas agrícolas sob suspeita de superfaturamento. Os nomes dos deputados e senadores por trás das emendas do "tratoraço" vinham sendo mantidos em sigilo.
Tal sigilo decorreu de um acordo do Executivo com lideranças do Congresso para viabilizar o orçamento secreto e construir uma base de apoio parlamentar ao governo Jair Bolsonaro.
Uma investigação do Estadão, com base em planilha interna do Ministério do Desenvolvimento Regional e um relatório da Controladoria-Geral da União (CGU), rastreou, porém, os nomes de políticos que enviaram verbas federais para compras sob suspeita de sobrepreço.